Para afrontar com êxito o momento de retração econômica nada melhor para o segmento de Transportes e de Logística que a volta do sentido comum

Desde nossas organizações; Press Log; www.presslog.com.br e Soma Log; www.somalog.com, procuramos realizar um modesto trabalho de sugerir aos empresários que se dedicam à prestação de serviços aos segmentos do Transporte em suas diversas modalidades e logística, que apliquem o sentido comum que como dizem é o mesmo comum dos sentidos[...]

Como passo mais tempo na Europa que no Brasil; resido na Espanha desde o ano 1991, pouca difusão fiz sobre o fato de que sou  sobrinho neto do prestigioso empresário Sr. José Carneiro Gusmão de Lacerda, que na década dos anos 40, 50 e 60 foi um dos fundadores de ANTC – Associação Nacional de Transportes de Carga e do SETICESP Sindicado das Empresas de Transportes de Carga do estado de São Paulo, dirigindo empresas da envergadura de Transportes Gloria e Organizaçao Total de Transportes, “o mercado brasileiro do TRC – Transporte Rodoviário de Cargas, é formado por empresas com estrutura familiar; o controle acionário das principais empresas nacionais do setor, estão em mãos de um só acionista ou controlado por uma saga familiar.”
No ano 1989, empolgado pelos avanços que conseguíamos em minha gestão à frente da organização TNT KWIKASAIR, recebi com emoção uma chamada telefônica do Sr. Lacerda, como formalmente o tratávamos: “Menino; dizia – tenho lido as suas declarações na imprensa e gostaria de marcar uma data para visitar as instalações da terminal casa Verde da Kwikasair e conhecer tudo isso que o senhor vem comentando com os meios de comunicação”.
Perfeitamente, me apressei em responder. “Vou falar com o nosso amigo comum Sergio Campos (Sergio, na ocasião era o Diretor Geral da TNT SKYPACK e seu pai Serafim Campos havia ocupado a posição de Diretor estatutário de Transportes Gloria) que como o senhor sabe é meu companheiro aqui no Grupo TNT e marcamos para que o senhor venha conhecer as nossas instalações e posteriormente vamos almoçar no RUBAIA”.
Assim fizemos; o Sr. Lacerda veio conhecer as nossas instalações; na ocasião éramos líderes absolutos do segmento do transporte de encomendas urgentes no Brasil; fizemos uma detalhada visita às instalações e eu ia explicando cada detalhe dos avanços operativos e tecnológicos que aplicávamos na gestão do dia a dia.
Para minha surpresa, ao final desta intensa jornada de trabalho; iniciamos a visita às 9.30 horas e concluímos al redor das 11.30 horas o sábio Sr. Lacerda passou a explicar sua visão sobre o que havia visto.
Roberto, quero dar-lhe algumas sugestões que penso podem favorecer seu futuro neste complexo segmento.
“Tudo o que vocês estão realizando de forma brilhante são conceitos que eu já aplicava na gestão de Transportes Gloria nos anos 40 ou 50, afirmava com convicção meu tio avo”. E sabes porque, complementava: Porque a gestão do dia a dia do transporte rodoviário de cargas já está inventada desde que começaram a circular os caminhões com quatro rodas. Senão vejamos, me dizia com a sabedoria de um veterano já retirado do dia a dia empresarial:
1. Um caminhão não foi feito para albergar estoque; o espaço disponível em um caminhão é uma melodia que não se repete. No momento X ou dispões de carga para ocupar a capacidade cúbica disponível ou contabilizarás um prejuízo que jamais será recuperado.

2. A intermodalidade é algo imprescindível para o segmento; o êxito de minhas empresas foi otimizar o transporte entre São Paulo e o Norte e Nordeste do Brasil, através do transporte ferroviário combinando com o transporte rodoviário para realizar as operações de coleta e de entrega a partir do ramo ferroviário de destinos tais como Salvador, Recife ou Fortaleza.

3. Existem conquistas que custaram sangue, suor e lagrimas para o segmento; quando fui Presidente da NTC e/ou do SETICESP lutei para conseguir aprovar; por exemplo, o conceito do ad-valorem. Hoje vejo que alguns empresários consideram que é o mesmo transportar um quilo de batata ou um quilo de prata... 

4. Dirigir uma empresa de transportes é lidar com vasos comunicantes; os responsáveis de cada área na origem da carga devem estar em sintonia com os responsáveis da mesma em destino. A abundante comunicação entre as partes fará com que o cliente; tanto em origem como em destino seja fiel à sua organização.

5. Delegar é transmitir uma ordem para que um subordinado atue em seu nome; porém, a delegação não supõe que deves esquecer do assunto que está sendo tratado. A obrigação fundamental de quem recebe a delegação de atuar em seu nome é devolver-lhe o resultado da gestão para que você reporte a quem de direito...

6. O problema do TRC é o enorme ego e a enorme vaidade pessoal e profissional dos proprietários das organizações; começando por mim mesmo. Se hoje eu reiniciasse as minhas atividades eu faria da parceria um fator decisivo para lograr o êxito empresarial.

7. Uma relação comercial somente pode ser dada como concluída quando a empresa ingresse no caixa o resultado deste esforço empresarial; portanto, cuide do caixa como os recursos fossem pessoalmente de sua propriedade.

8. Não significa grande vantagem competitiva dispor de uma enorme frota própria. O importante é dispor de um mix no qual a frota própria signifique uma garantia para cumprir os compromissos básicos...

9. Pouco a pouco verás que o segmento de transporte brasileiro oferecerá espaço para que alguns grupos internacionais passem a operar no pais à exemplo da operação que firmamos com a TNT no ano 1973.

10. Vocês estão de parabéns porque aplicam em tudo o que tive oportunidade de ver o sentido comum que é o menos comum dos sentidos.

Espero que as reflexões acima, fruto de um diálogo que mantivemos Sergio Campos e eu com o Sr. José Carneiro de Gusmão Lacerda, possam significar algum aprendizado para os empresários que ativamente ocupam postos de direção nas empresas de logística e de transportes no Brasil.

Sobre José Carneiro Gusmão de Lacerda a quem homenageio com este artigo:  José Carneiro de Gusmão Lacerda (1965 a 1967)

No ano de 1965, de acordo com registros da época, cerca de um milhão de pessoas dedicavam-se a alguma atividade ligada ao transporte rodoviário de cargas no Brasil. Este fabuloso crescimento do setor enchia de alvíssaras a gestão de José Carneiro de Gusmão Lacerda. Nas mãos dos militares, o País via grandes esforços na construção de infraestrutura para os transportes, ponto considerado estratégico pelas Forças Armadas. Todavia, o avanço acelerado do setor causou o surgimento de problemas como o início de uma predatória e desleal concorrência, que persiste até os dias de hoje.

Sobre a Press Log; www.presslog.com.br e a Soma Log, www.somalog.com – A Press Log é uma organização dedicada à prestação de serviços de assessoria de imprensa, consultoria comercial e internacionalização; exclusivos para os segmentos de Transportes, Logística e SUPPLY CHAIN.
A Soma Log tem sua origem na organização Press Log (www.presslog.com.br) através da qual a sociedade formada por Claudio Lacerda Oliva; Diretor Geral das empresas no Brasil e Roberto Lacerda Oliva, Diretor Geral das empresas na Europa prestam serviços de assessoria e consultoria para os segmentos de logística e de Transportes. A equipe executiva da Soma Log é formada por especialistas; cuidamos de uma operação de F&A desde o seu respectivo desenho até a posta em marcha das soluções planificadas. Nosso êxito é estar em contato permanente com o segmento e investir recursos nas atividades de Investigação e Desenvolvimento; conhecemos com antecedência as principais operações de investimento e desinvestimento que estão sendo realizadas no setor, conclui Oliva. Informações adicionais: Europa: + 34 627 780244 Brasil: 11 43296529 Skype: presslogbr ou robertolacerdaoliva1 Twitter: @presslog_br.

Pacífico Log anuncia investimento em frota, novas filiais no nordeste e construção de nova matriz em São Paulo

O Gerente Nacional de Vendas da Pacífico Log, Tarso Lumare anunciou que a empresa fez um grande investimento na expansão de frota. Foram recentemente incorporados 25 novos cavalos e 75 carretas [...]
  
A empresa está construindo a todo vapor a nova matriz no bairro de Bonsucesso em Guarulhos- SP, que deverá estar operando no segundo semestre de 2016, triplicando a capacidade de gerenciamentos de cargas. A empresa acaba de anunciar, para esse ano, o início das operações de duas novas filiais, uma no Recife que cobrirá o estado de Pernambuco e outra em Fortaleza que permitirá ampliar os serviços para o estado do Ceará. 


Compromisso do tamanho do Norte 

Com o intuito de ser considerada a melhor transportadora de cargas fracionadas para a região Norte, a empresa foca na qualidade dos serviços e segurança no transporte toda a sua ação operativa e corporativa. São mais de 600 colaboradores, 50 mil metros quadrados de área para operacionalização de carga e mais de 60 mil entregas mensais. 
Disposta a desenvolver grandes estratégias, a Pacífico Log estuda com empenho a região e suas inúmeras peculiaridades, como: estradas inacabadas, cheias e baixas dos rios, áreas indígenas, dentre outros. O resultado deste trabalho é o reconhecimento e a forte reputação entre clientes e parceiros. 
Hoje, com gestão profissionalizada a Pacífico Log possui uma frota com mais de 450 veículos, dentre caminhões, carretas e vans, prontos para atender as necessidades específicas de cada cliente. A empresa possui 12 filiais distribuidoras na região norte do Brasil cobrindo 100% dos municípios. Essas filiais estão localizadas em pontos estratégicos, o que facilita a distribuição das cargas e planos contínuos para a expansão dos negócios. 
A matriz da empresa está localizada em Guarulhos, além de filiais expedidoras em Campinas- SP, Curitiba- PR, Blumenau e Jaraguá do Sul- SC. 
Especializada em encomendas de alto valor agregado, a Pacífico Log investe constantemente em infraestrutura e equipe qualificada, para levar o melhor serviço de transporte, pela malha rodoviária. 
Com alta tecnologia, os carregamentos da empresa são 100% verificados através de leitura de código de barras, deixando a força de trabalho mais organizada, sempre visando reflexos positivos na qualidade da entrega. 
Também disponibiliza a ferramenta de localização da carga, onde o cliente pode rastrear o seu pedido através do código da entrega. No site www.pacificolog.com.br.  Informações sobre a empresa que assume como slogan a afirmação: “ Um compromisso do tamanho do Norte “. 
  
Pacífico Log São Paulo  
Rua Antonio Mestriner, 450 – CEP 07175-500 – Bonsucesso, Guarulhos - SP Telefone 11 2303-4022      

Informações para a imprensa: 
Press Log Assessoria de Imprensa 
www.presslog.com.br 
Jornalista Cláudio Lacerda Oliva 
Mtb: 20.586/SP 
Telefone: 11 4329-6529 - São Paulo, Brasil

Estudo propõe gavetário de contêineres em terminais de Santos

Triplicar o ganho financeiro de um terminal portuário ao duplicara capacidade de armazenagem de seu pátio. Essa é proposta de um projetoacadêmico que visa  "engavetar" e automatizar a movimentação doscontêineres nas instalações do Porto de Santos. A iniciativa propõe uma revolução no cais, visando a otimização do espaço e a eficiência operacional.
Despretensiosamente, um grupo de alunos do curso de Logística do Centro Universitário Monte Serrat (Unimonte), de Santos, apresentou o chamado Projeto Gavetário ao corpo docente da instituição no final do último ano. Os resultados previstos na proposta logo chamaram a atenção de um grupo de pesquisa, que iniciou o aprimoramento da ideia.
O modelo sugerido pelos estudantes prevê a movimentação decontêineres de maneira automatizada, desde o recebimento até o despacho,passando pela armazenagem nos pátios. As caixas metálicas ficariam guardadas em estruturas elevadas, semelhantes a uma gaiola, e seriam movimentadas por mesas ligadas a um sistema de trilhos aéreos. Confira:


Segundo o coordenador dos cursos de Comércio Exterior, Logística eGestão Portuária do Unimonte, professor Rodrigo Cardoso Silva, a instalaçãodesse projeto dobraria o atual capacidade de armazenagem dos terminais. “Uma vez que não haverá mais a necessidade de áreas livres para manobras de veículos, elas passariam a ser utilizadas”, explicou.
E com esse melhor aproveitamento dos espaços da instalação, oganho financeiro pode mais que triplicar. “No primeiro mês de funcionamento, o estudo prova que ele aumenta em até 25% o superávit do terminal”, lembra o docente Rafael Alves Pedrosa, que participa dos estudos de viabilidade.
De acordo com os professores, essa proposta pode ser implantadacom um baixo custo, considerando os ganhos financeiros e operacionais. Conformea pesquisa já realizada, o investimento na estrutura de 20 módulos é estimadoem pouco mais de R$ 200 mil. Da instalação dos esqueletos metálicos até a operacionalização, o prazo pode variar de seis meses a um ano.
Para os professores processo não tira vagas dos funcionários, jáque seriam realocados para a área de controle

Otimização

Atualmente, portos do Oriente já trabalham com propostassemelhantes. Em Cingapura e na Coréia do Sul, por exemplo, há estruturas dearmazenagem de contêineres que lembram estacionamentos automatizados deveículos. Neste caso, o equipamento visa suprir a falta de espaços nessasregiões superlotadas. O conceito é o mesmo do adotado no projeto de pesquisa,lembra o professor Rafael Pedrosa.
E a gaiola de contêineres pode ser interligada aos demais modaislogístico. “Na área de recepção, é possível manter ramais ferroviários e vias de acesso a caminhões contêineiros, otimizando ainda mais a capacidade operacional e reduzindo impactos”.
Além disso, a estrutura eliminaria por completo o limite de alturae de margem de segurança nas extremidades dos pátios de contêineres, uma vezque do primeiro ao último andar, as caixas estariam engavetadas. De uma maneira geral, tanto a zona primeira (costado) como a secundária (retroporto) seriam beneficiadas.

Entraves

Em Santos, de acordo com os docentes, apenas duas instalaçõesportuárias tem condições de receber esse tipo de estrutura a curto prazo. Sãoas unidades da Brasil Terminal Portuário (BTP) e da Empresa Brasileira deTerminais Portuários (Embraport). Não por acaso, são as mais novas empresas aoperar no complexo marítimo.
“Os pátios deles são os únicos capazes de comportar o peso dessaestrutura”, afirma Rodrigo Cardoso Silva, ao explicar que as fundações e ospisos dos demais terminais teriam que passar por reforço, a fim de sustentar agaiola onde ficariam os contêineres. No caso de áreas arrendadas, ele lembraque a União tem motivos de sobra para bancar essa adequação, uma vez queampliaria a capacidade operacional do Porto de Santos e, consequentemente,traria benefícios rápidos à economia do País.

Projeto surgiu de trabalhoacadêmico

Sete estudantes do curso de Logística do Unimonte foram osresponsáveis por formular o Projeto Gavetário para o Porto de Santos, no últimosemestre, por meio de um trabalho acadêmico. Surpresos com o resultado, esperam colher, em um futuro próximo, os frutos da proposta, que agradou o corpo docente do centro universitário.
A ideia, porém, partiu de um irmão de um dos alunos. “Ele trabalhana área e trouxe isso para mim. Sentei com o grupo e viabilizamos, dentro das nossas possibilidades, a proposta”, conta o estudante Valderson Souza, de 34 anos, ao creditar o gavetário ao irmão, Vanderson.
No grupo de alunos, cada um utilizou seus conhecimentosespecíficos para desenvolver o projeto. É o caso de Aline Lupi, de 33 anos, aúnica mulher na equipe. Com noções de Administração, ela calculou, com base emvalores de mercado, os gastos e ganhos com a implantação da estrutura e aautomatização das operações. “O investimento estrutural, para muitos, será o principal, já que a tecnologia já existe”, disse.
Participantes do estudo, Wagner Godoy, de 19 anos, Jeferson Alves,de 28, e Leonardo Moura, de 34 anos, utilizaram seus conhecimentos portuários –uma vez que já trabalham na área, em operadoras do Porto de Santos – paradesenvolver a proposta. “Com quem eu converso sobre o projeto, tenho recebido elogios e notado interesse”, afirma Godoy, entusiasmado.
O estudo, que também teve a participação dos universitáriosMaurício Santos e Edgar Oliveira Santos, passa agora por um aprimoramento para,então, ser apresentado oficialmente ao mercado. Espera-se que no próximo mês,os operadores portuários já comecem a receber visitas dos docentes e dosdiscentes para estudarem a implementação da estrutura em suas instalações. 

Fonte: A Tribuna

Setor de logística defende prorrogação de incentivo tributário para modernização de portos

Os representantes da Câmara Temática de Infraestrutura e Logística do Agronegócio (CTLOG), em reunião realizada ontem (12), decidiram encaminhar à ministra Kátia Abreu pedido de apoio à prorrogação do Regime Tributário para Incentivo à Modernização e à Ampliação da Estrutura Portuária (Reporto). O Reporto, que expira no dia 31 de dezembro de 2015, é um benefício fiscal que isenta de tributação a aquisição de equipamentos para a operação portuária e de terminais (aparelhos e instrumentos de pesagem, guindastes, pontes rolantes, pórticos de descarga ou de movimentação, empilhadeiras, trilhos e outros elementos de vias férreas).
A CTLOG, que congrega 60 entidades do setor público e privado, é um órgão de assessoramento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Durante a reunião, os participantes também avaliaram os parâmetros do Programa de Investimento em Logística (PIL) e os modelos de concessão, com ênfase naqueles definidos pelo maior valor de outorga, medida que causa maior preocupação pelos reflexos na cadeia logística de exportação.
Com previsão de investimentos de R$ 198,4 bilhões nos próximos anos, para concessão de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, o PIL foi anunciado pelo governo federal em junho deste ano. Os investimentos são voltados para a modernização da infraestrutura do país.

Navegação
A Comissão de Infraestrutura e Logística da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) apresentou proposta para a segurança da navegação das hidrovias nas novas fronteiras, que sofrem ações de pirataria, tráfico de drogas, prostituição e roubo de cargas. O presidente da Comissão da CNA, Luiz Antônio Fayet, defende que o efetivo das Forças Armadas faça a administração das hidrovias nessas regiões. A Marinha Brasileira já atua como autoridade marítima na segurança da navegação, na salvaguarda da vida humana nas águas e na prevenção contra poluição hídrica.

Os integrantes da CTLOG também debateram aspectos relacionados à melhoria da cabotagem – navegação entre portos marítimos do território nacional e entre esses e as vias fluviais interiores –, mediante desoneração de custos de tributação do combustível (bunker), tripulação e praticagem (auxílio ao navegante, disponível em áreas onde existem dificuldades ao livre e seguro trânsito de navios). O representante da CNA fez um diagnóstico da cabotagem no país e defendeu a isonomia da cabotagem com a navegação de longo curso e melhoria da indústria naval brasileira.
“A matriz brasileira de transportes é concentrada no modal rodoviário, com custos bem mais elevados que o aquaviário, daí a importância do incentivo a esse modal”, disse Fayet. Atualmente, a frota nacional é de 50 embarcações, entre navios tanque, barcaças a granel e transporte de contêineres.
Durante a reunião, a Associação Nacional do Transporte Ferroviário (ANTF) fez relato das ações que a entidade está adotando para modernização da malha ferroviária que leva ao Porto de Santos. De acordo com José Di Bella Filho, representante da Cosan – empresa do setor de infraestrutura e energia –, os investimentos nas ferrovias com duplicação da malha de acesso ao porto vão gerar aumento das cargas.
Para formular o planejamento estratégico da CTLOG e trabalhar os instrumentos de aperfeiçoamento da logística com visão futura, considerando a ampliação dos volumes da produção agrícola, foi criado um grupo de trabalho. Ele será composto por técnicos do Mapa, Ceagesp, CNA, Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF), Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia (AIBA) e Aprosoja. Na próxima reunião da câmara, marcada para o dia 30 de setembro, o grupo vai apresentar as primeiras propostas de planejamento.

Fonte: Mapa

77% da verba de logística do País vão para rodovias e ferrovias, diz ministro

O ministro dos Transportes, Antonio Carlos Rodrigues, apresentou há pouco um diagnóstico dos investimentos já realizados e previstos para rodovias, ferrovias e hidrovias do País. Ele participa neste momento de comissão geral no plenário da Câmara dos Deputados.
Segundo ele, o ministério tem buscado criar condições para investimentos privados que permitam ampliar as exportações, reduzir custos logísticos e aumentar a integração com a América do Sul. Rodrigues destacou o Programa de Investimento em Logística (PIL), que prevê investimentos de R$ 198,4 bilhões no setor de transportes entre 2015 e 2018. “Serão R$ 152 bilhões apenas para rodovias e ferrovias, o que representa 77% dos investimentos dessa fase do PIL”, disse.

Os investimentos serão divididos da seguinte forma:
• Rodovias (R$ 66,1 bilhões)
• Ferrovias (R$ 86,4 bilhões)
• Portos (R$ 37,4 bilhões)
• Aeroportos (R$ 8,5 bilhões)

Rodovias
Segundo o ministro, o governo vai dar continuidade às concessões de rodovias, com cinco leilões previstos para este ano e outros 11 para 2016. “O Brasil tem hoje 10 mil quilômetros de rodovias concedidas. O PIL aumenta esse numero em 70%”, destacou. De acordo com Rodrigues, R$ 15 bilhões serão destinados apenas para duplicações e construções de faixas marginais.

Ferrovias
Em relação às ferrovias, Rodrigues afirmou que o País conta hoje com 12 concessionarias que já operam 28, 2 mil quilômetros de trilhos. “Até 2018, devem ser construídos mais de 3,3 mil quilômetros de ferrovias”, disse.

Hidrovias
Ele também comentou o grande potencial brasileiro para o uso de hidrovias, e destacou o Programa da Marinha Mercante, com 292 projetos em andamento.

A população pode enviar perguntas e fazer comentários sobre a comissão geral pelo Disque-Câmara (0800 619 619) ou na sala de bate-papo do portal e-Democracia.

Fonte: Cenário Agrícola via Logística Informa

GLP Guarulhos será o maior condomínio logístico da América Latina

A segunda fase de obras do empreendimento foi concluída e contará com 15 galpões e mais de 450 mil m² construídos.

Localizado junto à Rodovia Presidente Dutra em uma das regiões mais valorizadas da área metropolitana de São Paulo, o Parque Logístico GLP Guarulhos está sendo desenvolvido pela GLP, dentro dos mais modernos conceitos, com altíssimo padrão de qualidade, que reúne localização, segurança e infraestrutura completa. O empreendimento tem localização estratégica, com acesso à Rodovia Presidente Dutra, antes do pedágio, a 3 km do futuro trecho norte e do trecho leste do Rodoanel e a 24 km da capital de São Paulo, e está atraindo empresas de vários setores por oferecer uma solução premium, com localização privilegiada.
Quando finalizado, o condomínio terá mais de 450 mil m² construídos com 15 galpões e suas respectivas áreas de apoio, como portarias, restaurantes e um edifício administrativo. O GLP Guarulhos teve a segunda fase da obra concluída com a construção de mais cinco galpões, totalizando 200 mil m², e já foram realizadas locações para clientes, como uma das maiores varejistas do País (41 mil m²), uma empresa do ramo farmacêutico (36 mil m²) e uma operadora logística (12 mil m²). Na primeira fase, foi realizada a entrega de quatro galpões, totalizando 160 mil m², que estão 100% locados.
Segundo a diretora de Desenvolvimento e Novos Negócios da GLP, Clarisse Etcheverry, um dos diferenciais desse empreendimento é o viaduto exclusivo sob a Dutra, que permite fácil acesso e saída do parque nos dois sentidos da rodovia, sem a necessidade de passar pelo pedágio, possibilitando redução do percurso dos caminhões, com consequente economia no consumo de combustível, manutenção de veículo e tempo de transporte.
O GLP Guarulhos é um parque com características padrão A (best in class), que garantem redução de custos e eficiência logística, com infraestrutura completa. “A construção tem diferenciais de sustentabilidade, que minimizam o impacto ambiental e trazem benefícios sociais e para o locatário, além de gerarem redução de custos no condomínio e na operação”, afirma Clarisse.

O empreendimento está em processo de certificação Leadership in Energy and Environmental Design (LEED).

Fonte: Mundo Logística

Fusões e aquisições no Brasil crescem 26% no primeiro semestre e existe um clima favorável para a realização de novos negócios,diz especialista.

Como foi amplamente difundido pela imprensa, este ano, o volume de negociações de fusões e aquisições anunciadas de janeiro a julho de 2015 cresceu 26,1%, comparado ao mesmo período do ano passado, mas o valor envolvido nestas transações foi maior: 53,7%, se verificado igual período.
Os fundos de investimentos têm sido a solução encontrada por muitas empresas para superar as dificuldades. É que, apesar das incertezas na economia brasileira, fundos de private equity nacionais e estrangeiros, embora mais seletivos, continuam apostando em empresas brasileiras e empregando recursos para que elas cresçam e, assim, possam participar de seus resultados.
Segundo o especialista em fusões e aquisições (F&A), Roberto Lacerda Oliva, Diretor Geral da SOMA LOG; www.somalog.com, que tem suas atividades realizadas no Brasil, Espanha e Portugal e que mantem acordos de colaboração nos 5 continentes, esta tendência está chegando com força ao segmento de Logística e Transportes.
Segundo Oliva, que é sobrinho neto do prestigioso empresário Sr. José Carneiro Gusmão de Lacerda, que na década dos anos 40, 50 e 60 foi um dos fundadores de ANTC – Associação Nacional de Transportes de Carga e do SETICESP Sindicado das Empresas de Transportes de Carga do estado de São Paulo, dirigindo empresas da envergadura de Transportes Gloria e Organizaçao Total de Transportes, “o mercado brasileiro do TRC – Transporte Rodoviário de Cargas, é formado por empresas com estrutura familiar; o controle acionário das principais empresas nacionais do setor, estão em mãos de um só acionista ou controlado por uma saga familiar.”
O segmento; continua o executivo, salvo honrosas exceções, não foi capaz de formar a nova geração de executivos para substituir com o mesmo grau de brilhantismo os percussores do negócio e em muitos casos a opção por
profissionalizar a gestão das empresas nem sempre alcançou o êxito previsto pelos controladores das organizações. .
Normalmente, as novas gerações obtiveram êxito em outros negócios, principalmente, no caso brasileiro, com a exploração do negócio imobiliário e outras operações mais rentáveis no curso prazo e não tem intenção de dar continuidade às operações das empresas que herdarão, conclui o executivo que mantem sua base de trabalho na Europa desde o ano 1991 e visita regularmente a filial de sua empresa, que atua no Brasil.
Esse fenômeno abre grandes oportunidades para a realização de operações de Venda e/ou de Fusões de empresas do nosso segmento.
Nossa principal atividade na Soma Log; www.somalog.com é realizar as conexões entre empresários e investidores, tanto nacionais como internacionais, destaca Oliva.
As organizações internacionais do segmento de Logística e Transportes, tanto europeias como norte americanas tem uma imperiosa necessidade de estar presentes no Brasil.
O fenômeno da globalização, intensificado pelo advento das transações internacionais realizadas através do E-Commerce, obrigam às grandes corporações a dispor de uma rede global com garantias; o nível de exigência, tanto de embarcadores como consignatários é cada vez maior; já não vale dispor de um representante no Brasil que realiza atividades para diversas organizações, sem incorporar à sua cultura os princípios organizativos da casa matriz destes grupos internacionais, finaliza o dirigente.

Sobre a Soma Log, www.somalog.com – A Soma Log tem sua origem na organização Press Log (www.presslog.com.br) através da qual a sociedade formada por Claudio Lacerda Oliva; Diretor Geral das empresas no Brasil e Roberto Lacerda Oliva, Diretor Geral das empresas na Europa prestam serviços de assessoria e consultoria para os segmentos de logística e de Transportes. A equipe executiva da Soma Log é formada por especialistas; cuidamos de uma operação de F&A desde o seu respectivo desenho até a posta em marcha das soluções planificadas. Nosso êxito é estar em contato permanente com o segmento e investir recursos nas atividades de Investigação e Desenvolvimento; conhecemos com antecedência as principais operações de investimento e desinvestimento que estão sendo realizadas no setor, conclui Oliva. Informações adicionais: Europa: + 34 627 780244 Brasil: 11 43296529 Skype: presslogbr ou robertolacerdaoliva1 Twitter: @presslog_br.


Pacífico Log líder no transporte de E-Commerce para a região Norte do Brasil, anuncia courier exclusivo para Rondônia e Acre

Nos últimos anos, consciente da necessidade de seguir agregando valor permanente para os seus clientes, a Pacífico Log adotou todas as ações necessárias para tornar-se uma empresa líder no segmento de transporte para os produtos comercializados por e-commerce.


O segmento de e-commerce cresce de forma exponencial e o Brasil é um dos países que maiores benefícios vêm obtendo com o advento das operações pelo comercio eletrônico.
Segundo o Gerente Nacional de Vendas da Pacífico Log, Tarso Lumare, a empresa está dando um novo passo para seguir ampliando as opções oferecidas para o mercado lançando o serviço de Courier nos Estado de Rondônia e Acre.
Na contramão da atual crise econômica e política a Pacífico Log não poupa investimentos na ampliação de sua estrutura, lançamento de novos serviços, constante modernização de frota e aperfeiçoamento de suas operações
“Já estamos operando para empresa líder de mercado no segmento de e-commerce e hoje somos a empresa líder nesse segmento”, declara o executivo.   
Compromisso do tamanho do Norte
Com o intuito de ser considerada a melhor transportadora de cargas fracionadas para a região Norte, a empresa foca na qualidade dos serviços e segurança no transporte toda a sua ação operativa e corporativa. São mais de 600 colaboradores, 50 mil metros quadrados de área para operacionalizar a carga e mais de 60 mil entregas mensais.
Disposta a desenvolver grandes estratégias, a Pacífico Log estuda com empenho a região e suas inúmeras peculiaridades como: estradas inacabadas, cheias e baixas dos rios, pedágios indígenas, dentre outros. O resultado deste trabalho é o reconhecimento e a forte reputação entre clientes e parceiros.
Hoje, com gestão profissionalizada a Pacífico Log possui uma frota com mais de 450 veículos, dentre caminhões, carretas e vans, prontos para atender as necessidades específicas de cada cliente. A empresa possui 12 filiais distribuidoras no norte do Brasil, cobrindo 100% dos municípios da região. Essas filiais estão localizadas em pontos estratégicos, o que facilita a distribuição das cargas e planos contínuos para a expansão dos negócios.
A matriz da empresa está localizada em Guarulhos, além de filiais expedidoras em Campinas- SP, Curitiba- PR, Blumenau e Jaraguá do Sul- SC.
A Pacífico Log é especializada em encomendas de alto valor agregado e investe constantemente em infraestrutura e equipe qualificada, para levar o melhor serviço de transporte pela malha rodoviária.
Com alta tecnologia, os carregamentos da empresa são 100% verificados por meio de leitura de código de barras, deixando a força de trabalho mais organizada, sempre visando reflexos positivos na qualidade da entrega.
Também disponibiliza a ferramenta de localização da carga, onde o cliente pode rastrear o seu pedido pelo código da entrega. No site www.pacificolog.com.br estão informações sobre a empresa que assume como slogan a afirmação: um compromisso do tamanho do Norte.
 
Pacífico Log São Paulo  
Rua Antonio Mestriner, 450 – CEP 07175-500 – Bonsucesso, Guarulhos – SP
Telefone (11) 2303 – 4022 www.pacificolog.com.br  


Informações para a imprensa:
Press Log Assessoria de Imprensa
www.presslog.com.br
Jornalista Cláudio Lacerda Oliva
Mtb: 20.586/SP
Telefone: 11 4329-6529 - São Paulo, Brasil

Mira Transportes faz mudança estratégica e fecha parceria com a Sontra Cargo

Pioneiro no mercado, aplicativo de fretes Sontra Cargo foi escolhido como o braço tecnológico do Mira Transporte em nova estratégia da empresa[...]


O Mira Transportes, grupo fundado e presidido pelo empresário Roberto Mira, está investindo na contratação de caminhoneiros terceirizados para reduzir custos e aumentar sua oferta de caminhões. Para auxiliar esse processo, acaba de firmar parceria com a Sontra Cargo, empresa de agenciamento de cargas online que será o braço tecnológico dessa ação.
O projeto tem vários objetivos importantes, incluindo a redução de custos, a otimização de processos e o mais importante, o acesso a uma rede de mais de 100 mil caminhoneiros autônomos conectados à plataforma da Sontra Cargo. 
A Sontra Cargo (http://www.sontracargo.com.br) foi a pioneira na criação do sistema de agenciamento de fretes online contando com a adesão das mais respeitadas transportadoras do mercado.
O acordo foi firmado por Federico Vega, CEO da Sontra Cargo e por Roberto Mira Junior, Diretor do Mira Transportes. Ambos executivos não escondem sua satisfação e declaram:
"Fizemos uma grande pesquisa no mercado e optamos pela Sontra Cargo por dois simples motivos. Primeiro porque ela é a pioneira e líder na contratação e administração de motoristas terceirizados, o que nos dá muita segurança na parceria.  E segundo, porque em nossa opinião, é a melhor solução tecnológica para redução dos custos operacionais das empresas de transportes no país conclui Roberto Mira Junior, Diretor do Mira Transportes”.
A implantação da tecnologia, que ocorre desde o início de agosto, já está trazendo benefícios para as duas empresas. “Acreditamos que nossa solução vai superar as expectativas do Mira Transportes, trazendo otimização e redução de custos em seus processos. Para nós, significa um volume maior de cargas qualificadas para os caminhoneiros cadastrados” finaliza Federico Vega, CEO da Sontra Cargo.

Sobre o Mira Transportes
O Grupo MIRA dispõe de duas divisões de negócios; o MIRA TRANSPORTES (http://www.mira.com.br), empresa de transporte de carga e distribuição em todo o Centro-Oeste do país e a TARGET LOGISTICS, braço logístico do grupo especializado no desenho de soluções para as atividades de logística dedicada realizando todo tipo de atividades nos armazéns tais como: Picking, Packing, Gerenciamento Físico e Fiscal de Estoques, Preparação Especializada de Pedidos, Distribuição pelo sistema fracionado ou de carga completas tão como a gestão de logística reversa. Segundo Roberto Mira Júnior o acordo celebrado com a Sontra Cargo faz parte integrante das ações que a organização adota constantemente para elevar o nível de satisfação dos seus clientes.

Sobre a Sontra Cargo
A Sontra Cargo (http://www.sontracargo.com.br) é uma plataforma que conecta caminhoneiros autônomos a fretes. Disponível na web e para Android, iOS e Windows Phone, o serviço, gratuito, funciona como uma espécie loja virtual, onde todos os fretes ficam disponíveis aos caminhoneiros, demonstrando valores e tarifas daquele serviço. Após o contato inicial, são realizados os trâmites necessários de segurança, e durante todo o processo de transporte, a carga pode ser acompanhada em tempo real durante todo o trajeto, como percurso escolhido, pedágios e detalhamento do valor. Atualmente, a Sontra Cargo possui em seu banco de dados aproximadamente 20 mil transportadoras e 100 mil caminhoneiros cadastrados.

Maplink lança plataforma de planejamento de rotas no Brasil

MinhasRotas promove economia de até 40% no custo total do transporte de cargas

A Maplink acaba de trazer ao mercado brasileiro uma solução para os negócios e profissionais que precisam se locomover pelas cidades do País: o MinhasRotas A plataforma foi criada com o objetivo de otimizar as operações logísticas de empresários, desde o pequeno negócio, que distribui gelo pelos bares, e o corretor de seguros, que precisa visitar diversos clientes em um dia, até operações mais complexas de grandes companhias.
Além de traçar a melhor rota para o usuário, que pode ser selecionada pela menor distância ou tempo, a ferramenta calcula todos os custos envolvidos no percurso escolhido, como combustível e pedágio. Outra funcionalidade disponível é a de rota multiveículos, na qual o sistema otimiza a distribuição das rotas e pontos de parada em até 15 veículos, de acordo com a frota disponível e o volume de cargas. 
O MinhasRotas permite, ainda, que uma rota tenha até 150 pontos de parada, além da origem e do destino, e que o usuário insira todos os endereços por meio da importação de um arquivo com a lista de endereços, uma grande vantagem para quem tem um alto volume de endereços no seu planejamento. O maior diferencial do MinhasRotas é o de poder traçar rotas usando endereços com logradouro e número de fachada, e não somente trechos de cidade a cidade. O serviço da plataforma  MinhasRotas organiza informações de distância e horários dos pontos de parada e possibilita que seus usuários visualizem os trechos do trajeto definido.
Alguns testes conduzidos pela Maplink identificaram uma economia de até 40% no custo total do transporte de cargas. Além disso, estudos de mercado indicam que 70% das empresas com frota de até 10 veículos não usam tipo algum de tecnologia, nos processos de roteirização, e não têm acesso a esse tipo de tecnologia. “Criamos o MinhasRotas pensando em todos os tipos de empresas e profissionais que necessitam ou desejam possuir uma ferramenta mais ágil e simples para aferir custos e tornar seu negócio mais eficiente. Estamos trazendo features, que antes só eram encontradas em ferramentas caras e praticamente inacessíveis para empresas pequenas.”, afirma o diretor-geral da Maplink, Frederico Hohagen.
O MinhasRotas já possui mais de 1.000 clientes cadastrados e utilizando seus serviços. Até o final de março de 2016, a Maplink prevê ter mais de 10 mil empresas cadastradas. “Com o crescimento da demanda por serviços de logística, enxergamos uma oportunidade de contribuir com essas empresas, para que elas tornem suas operações mais eficientes e tenham um maior controle sobre isso”, destaca Hohagen.
Os serviços oferecidos pela ferramenta MinhasRotas podem ser contratados em três pacotes anuais e com pagamentos mensais. Os planos (Fit, Multi e Multimax) combinam número de veículos, rotas e pontos de entrega e coleta.
A Maplink, que tem forte atuação na Argentina, Chile, Colômbia e México, lançará a mesma plataforma para mercados internacionais em setembro. O MyRoutes reforçará a presença da empresa na América Latina, além de reforçar a sua expansão global.

Fonte: Mundo Logística

ESTANTE INTELIGENTE RFID

Há alguns anos já se discutia a extinção do livro impresso. Mesmo contra os pensamentos dos amantes dos livros físicos, muitos já pronunciavam que os substitutos naturais deles seriam as parafernálias tecnológicas, conhecidas como e-books, tablets e outros. Entretanto, pesquisas recentes mostram que o fim dos livros impressos, se um dia acontecer, ainda está longe de chegar. Prova disso são os números da mais recente pesquisa da consultoria Forrester Research. De acordo com o estudo, os aparelhos eletrônicos para leitura de livros, ou e-readers, devem cair de 5,8 milhões de unidades projetadas em 2013 para 2,3 milhões em 2017.
Neste cenário, as bibliotecas devem empregar ferramentas modernas que liberem os seus funcionários para funções inteligentes, e não repetitivas, que demandem o contato humano, como orientação de usuários em suas pesquisas e uso do acervo bibliográfico, desenvolvimento de coleções e processamento técnico das mesmas, desenvolvimento de políticas internas, elaboração de projetos, tratamento e disseminação de produção científica, dentre inúmeras outras atividades.
Resguardando a paixão de muitos pelos livros impressos a RIFIDBrasil - Gateway Library & Solutions, setor dedicado à área de Bibliotecas e Acervos da Gunnebo Gateway Brasil, líder nacional em soluções tecnológicas para a proteção eletrônica de mercadorias no varejo e uma das maiores companhias do mundo na área de segurança, apresenta ao mercado nacional a inédita tecnologia da Estante Inteligente que soma a agilidade operacional para a biblioteca e privacidade para os leitores.
Agilidade, pois, tradicionalmente, os sistemas de devolução consistem em “bocas de lobos”, cujos livros devolvidos necessariamente precisam passar por um ou mais funcionários da biblioteca que reativam os sistemas de segurança e os devolvam às estantes. Processo que demanda tempo dos funcionários e paciência dos leitores, até terem a obra novamente à disposição. Com a Estante Inteligente, o próprio leitor ao colocar o livro em uma das prateleiras realiza a devolução e a ativação do dispositivo eletrônico de proteção do livro simultânea e automaticamente.
O equipamento também dispõe de um totem em que o usuário terá a confirmação da operação e opcionalmente poderá imprimir um recibo que comprova a devolução ou envia o documento por e-mail.

Para ver um vídeo e saber como a Estante Inteligente funciona, envie um e-mail para rfid@rfidbrasil.com.


RFID contra o roubo de carga de caminhões

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) determinou a instalação de uma tag de identificação por radiofrequência (RFID) em toda a frota brasileira de caminhões a partir do mês de setembro deste ano, com o intuito de aprimorar o combate ao roubo de cargas. Além disso, os caminhoneiros terão de ser recadastrados, como parte das iniciativas para implantar o novo sistema nacional de segurança e controle de cargas.


Atualmente, há 1,1 milhão de caminhões circulando com mercadorias pelo país. Apenas no ano passado, houve registros de 17,5 mil roubos de cargas e um prejuízo estimado de R$ 1 bilhão para o país, de acordo com a ANTT. A busca por uma solução levou o governo a considerar um sistema de rastreamento baseado em RFID, para verificar informações sobre caminhão e carga, além de fiscalizar o pagamento de impostos federais e estaduais.
A leitura das tags RFID ocorrerá em portais fixos instalados nas rodovias e as informações serão transmitidas para um banco de dados, onde um aplicativo fará a comparação entre os registros do caminhão e da carga. Desta maneira, a fiscalização passará a ser realizada automaticamente, sem ter de parar cada caminhão em um posto de controle. Com isso, o sistema RFID economizará tempo e agilizará o processo.
Os dados colhidos das tags também irão alimentar o sistema de controle da polícia, tornando possível reconhecer um caminhão roubado, por exemplo, ou que teve a carga furtada. Para isto, a tag da ANTT ficará fixa no para-brisas dos veículos, em substituição ao adesivo que atualmente identifica os caminhões e que é colado na lateral da carroceria.
Deste modo, caso seja registrada uma ocorrência de roubo ou furto de um veículo de carga, por exemplo, a polícia poderá solicitar as informações de rastreamento da ANTT, cujo banco de dados manterá registros automáticos sobre a passagem de todos os veículos de carga e os respectivos horários, em cada um dos portais de leitura.
Cada tag custará R$ 50 para o caminhoneiro, que vai ter de passar por um recadastramento obrigatório, com início previsto para setembro e duração de um ano e meio. O portal de fiscalização se assemelha ao dos radares de fiscalização de velocidade. Em cinco anos, devem ser instalados 53, com o intuito de cobrir 75% das estradas do Brasil ao custo de R$ 8 milhões.

Fonte: http://rfidbrasil.com/blog/index.php/rfid-contra-o-roubo-de-carga-de-caminhoes/ 
Por Edson Perin em RFID Journal Brasil.

Hidrovia Tietê-Paraná retomará navegação até fevereiro de 2016

Navegação no local foi paralisada em maio de 2014; interrupção atinge trecho entre o km 99,5 do reservatório de Três Irmãos e a eclusa de Nova Avanhandava [...]


O Departamento Hidroviário do Estado de São Paulo foi informado pela ONS (Operador Nacional do Sistema) que serão realizadas as operações para transferência de água dos reservatórios localizados à montante de Três Irmãos e Ilha Solteira. Com isso, haverá o restabelecimento do nível necessário para retomada da navegação na hidrovia Tietê-Paraná, que está previsto para ocorrer até fevereiro de 2016.
Em maio de 2014, a navegação no local foi paralisada pela Marinha, por causa do baixo calado da hidrovia.
Esta interrupção atingiu o trecho entre o km 99,5 do reservatório de Três Irmãos e a eclusa de Nova Avanhandava. As cargas de longo percurso (soja e milho) que vêm que São Simão (GO) e de Três Lagoas (MS), com celulose e madeira, foram as que sofreram maior prejuízo.
A Tietê-Paraná conecta cinco dos maiores estados produtores de grãos, ou seja, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Paraná.

Fonte: Portal Transporta Brasil


TOTVS firma parceria com Samsung para nova solução de Supply Chain

A TOTVS, líder no desenvolvimento de softwares de gestão empresarial na América Latina, anuncia uma parceria comercial com a Samsung SDS, braço de serviços de TI e logística do grupo Samsung com cerca de 21 mil colaboradores e mais de US$ 7 bilhões de faturamento. O objetivo é oferecer uma solução única de visibilidade total dos processos logísticos.
Com o nome de TOTVS Supply Chain Intelligence (SCI), a solução garante às empresas uma visão geral de toda a cadeia logística e de distribuição (fim a fim e multimodal), desde o abastecimento do produto até a entrega da venda ao cliente. O software permite a extração de indicadores de desempenho, a identificação de desvios de processos – apontando possíveis atrasos futuros -, além de enviar avisos eletrônicos (SMS ou e-mails) sobre exceções e ocorrências durante os fluxos logísticos.
A nova solução foi criada a partir da solução de logística integrada da Samsung SDS, chamada Cello, que abrange o acompanhamento, rastreamento e monitoramento de todas as etapas da logística e cadeia de suprimentos. A parceria tem como meta integrar funcionalidades complementares ao ERP da TOTVS mas, por ser agnóstico, o sistema pode ser integrado com qualquer ERP de mercado.
O TOTVS SCI coleta informações do fluxo da operação e transporte na cadeia de valor, permitindo aos tomadores de decisão ações necessárias em tempo real. Um dos grandes diferenciais da nova solução é a possibilidade de monitorar diversos pontos de controle dentro do fluxo de entrega de um determinado produto. A partir do recebimento de um pedido de venda, o SCI monitora todas as etapas até a entrega da ordem, como a liberação comercial e financeira da mercadoria. Na sequência, confirma o embarque, o faturamento por meio de emissão da nota fiscal com autorização na SEFAZ e impressão da DANFE. O rastreamento segue pela gestão de fretes, com impressão e liberação do romaneio de carga até o registro de entrega. Tudo monitorado ponto a ponto, dentro do sistema e havendo uma anormalidade dentro do fluxo, o sistema gera alertas e relatórios. Assim os clientes têm a capacidade de analisar suas atividades permitindo a identificação de gargalos e atuação para elevação do nível de serviço.
“Não há nenhuma outra solução de mercado com essas características. Algumas empresas mantêm soluções caseiras de rastreamento de ordens e entregas, mas não com esse grau de sofisticação de detalhes ponto a ponto. Já erámos cliente TOTVS e percebemos que havia sinergia entre as companhias e poderíamos, juntas, oferecer uma solução inédita e completa para rastreamento de produtos”, destaca Leandro Costa, gerente comercial da Samsung SDS.
A solução TOTVS Supply Chain Intelligence (SCI) foi desenvolvida em parceria entre engenheiros coreanos e brasileiros. Inicialmente, a ferramenta possui mais de 40 pontos de controle pré-definidos mas, por ser flexível, possibilita fazer a parametrização de acordo com as necessidades de cada companhia.
“Estamos satisfeitos com essa parceria com a Samsung SDS, pois conseguimos desenvolver uma solução moderna que tem como foco melhorar a competitividade das empresas por meio da gestão e eficiência logística”, ressalta Carlos Valle, diretor do Segmento de Manufatura e Distribuição e Logística da TOTVS.
O aumento na eficiência se dá pelos benefícios adquiridos com a visibilidade holística do processo logístico. Entre os principais garantidos pela adoção do TOTVS Supply Chain Intelligence (SCI) estão os prazos de entrega mais curtos, aumento da satisfação do cliente, melhoria no cumprimento de regulação de importação e exportação, lucros ampliados, melhor visibilidade de embarque para empresas e parceiros na cadeia de valor, melhor capacidade de respostas às mudanças e diminuição na exigência de inventários. A solução está em fase de integração e deve chegar ao mercado nos próximos meses.

Fonte: Logweb

Indústria farmacêutica necessita de cadeia fria mais inteligente e logística especializada

Uma nova geração de cadeia logística fria precisa ser desenvolvida para aprimorar o padrão global da saúde mundial, de acordo com uma nova pesquisa realizada pela DHL Global Forwarding. O white paper da DHL, intitulado The Smarter Cold Chain: Four essentials every company should adopt (Cadeias frias mais inteligentes: quatro elementos essenciais que toda empresa deveria adotar), destaca os desafios críticos que o setor de saúde enfrentam em razão do crescimento da demanda global por produtos biológicos de alto custo, estruturalmente complexos e sensíveis à temperatura, e por medicamentos especiais. O relatório maisrecente foi publicado durante a 15ª Conferência Anual Global de Ciências da Vida e Saúde, realizada essa semana em Hamburgo, na Alemanha.

“Um nível de desenvolvimento surpreendente na indústria da saúde, juntamente com a globalização, indicam que há uma oportunidade para melhorar a saúde –  alívio da dor e cura de doenças – de milhões de pessoas em todo o mundo”, disse Frank Appel, CEO do Deutsche Post DHL Group. “Porém, entregar a medicação a pacientes na condição certa e atingir essa meta exige um complexo equilíbrio de custo e risco. Isso enfatiza mais uma vez a forte relação entre comércio, logística e o impacto positivo na qualidade de vida das pessoas.”


Produtos farmacêuticos são caros e sensíveis – e sua integridade é decisiva, já que a saúde, e até mesmo a vida de alguém, pode depender disso. Com a demanda global – especialmente em mercados emergentes – crescendo em paralelo à adoção de regras cada vez mais rigorosas por parte dos órgãos reguladores, a indústria enfrenta uma situação crítica que só será solucionada com o desenvolvimento de uma nova geração de cadeia fria, que consiga suportar o crescimento e, ao mesmo tempo, proteger os produtos.

As previsões indicam que os gastos globais com saúde chegarão perto de US$ 1,3 trilhão em 2018 e o Fórum Econômico Mundial estima que, até 2020, um terço de todas as despesas com saúde do planeta estará concentrada em mercados emergentes. Produtos biológicos e medicamentos especiais são uma das áreas de maisrápido crescimento e os gastos com medicamentos especiais nos EUA devem quadruplicar, chegando a US$ 401,7 bilhões nos próximos cinco anos, de acordo com a PricewaterhouseCoopers. Taxas de crescimento semelhantes foram projetadas para os demais países. Medicamentos altamente sensíveis como esses impõem um novo nível de complexidade à cadeia de abastecimento, pois seus níveis de tolerância são específicos e seus valores, muito altos. O custo anual do tratamento por paciente pode ultrapa ssar os US$ 100.000, elevando o valor de uma única remessa até US$ 50 milhões. Prevê-se que a distribuição desses medicamentos complexos e o aumento da demanda global produzam crescimento no segmento de logística fria, que atingirá US$ 13,4 bilhões até 2020.

“Cadeias frias que entram em colapso devido a condições inadequadas podem resultar na perda de cargas de centenas de milhares de dólares”, disse Angelos Orfanos, presidente do Setor Farmacêutico dentro do Departamento de Inovações e Soluções para os clientes da DHL. “A longo prazo, isso pode arruinar reputações, retraindo vendas, reduzindo o potencial de valor de ações e até mesmo representando um risco para os pacientes. Há muito em jogo e uma cadeia de abastecimento mais inteligente é necessária para superar esses desafios. Com a expansão e transformação da medicina e do setor de saúde para atender às crescentes necessidades do mundo, prestadores de serviços de logística precisam investir em pesquisa e desenvolvimento especializado e oferecer o conhecimento necessário para levar med icamentos e equipamentos até os pacientes. Simplificando ao máximo, uma logística melhor pode contribuir para uma saúde melhor”, prosseguiu Orfanos.

Vidas que dependem de produtos precisam de cadeias de abastecimento íntegras

De acordo com as pesquisas, as empresas de saúde que desejarem superar o desafio de manter a integridade de seus produtos, independentemente das condições climáticas durante a distribuição global, precisarão construir uma nova geração de cadeias frias. Lisa Harrington, presidente do grupo lharrington, pesquisadora sênior da Robert H. Smith School of Business da Universidade de Maryland e autora da pesquisa, recomenda que as empresas colaborem com os prestadores de serviços de logística que já tenham uma boa infraestrutura e possam garantir processos consistentes em nível global. “Para proteger a integridade dos produtos é necessário que a infraestrutura física seja projetada e operada exclusivamente para produtos de saúde”, diz Lisa. “Também é necessário contar com a equipe correta, que entenda bem o que significa manter o compliance em cadeias frias de ponta a ponta. Na qualidade de fornecedores de produtos que podem salvá-los, empresas de saúde têm a responsabilidade de proteger a vida dos pacientes. É crucial assegurar que seus produtos cheguem em perfeito estado. Manter parceria com o prestador de serviços de logística correto pode garantir isso.”

O white paper incentiva os laboratórios farmacêuticos a construirem parcerias de alto desempenho para criar eadministrar cadeias de abastecimento complexas de próxima geração. Essas parcerias devem estar firmemente calcadas na colaboração, não só em nível estratégico, mas tático, com todos focados em um objetivo comum: estar a serviço da saúde do paciente.

“Na atual situação do mercado, regulado por requisitos de compliance mais rigorosos, o uso de materiais de embalagem robustos não é suficiente para garantir que os produtos se mantenham em uma faixa de temperatura constante”, salienta Nigel Asa,  Head Global do Departamento de Life Sciences & Healthcare da DHL Global Forwarding. “Sem a complementação de dois elementos essenciais – uma forte especialização da cadeia e sua conformidade com as normas, além dos processos e pessoas certas –, a embalagem não dá conta do recado. O transporte internacional dessas mercadorias, especialmente em economias emergentes, requer um nível de períciae precisão que, atualmente, poucos podem oferecer. Por exemplo, a DHL contrata farmacêuticos em todo o mundo para supervisionar as operações, garantindo o cumprimento de norm as relacionadas ao produto e de segurança e nos ajudando a melhorar a qualidade de todos os elos da cadeia de abastecimento.”

De acordo com o relatório, cadeias frias mais inteligentes devem ser consistentes e robustas, incorporando formas de mitigar riscos e perdas, com recursos para fazer frente a contingências e processos proativos de resolução de problemas.

Soluções especializadas para cadeias de abastecimento mais inteligentes

Ao buscar a cadeia fria “de próxima geração”, os laboratórios farmacêuticos devem implementar um terceiro elemento essencial em sua cadeia de suprimentos, diz o relatório. Trata-se do processo de embalagem e do equilíbrio entre custos e riscos. Hoje, transportadoras podem escolher entre soluções passivas e ativas. Porém, ao decidir, os laboratórios farmacêuticos devem considerar uma ampla gama de fatores, como o valor do produto, suas necessidades de controle de temperatura, requisitos de conformidade regulamentar, o cliente e os riscos de mercado, bem como o custo total.

Por fim, o quarto elemento essencial de uma cadeia de suprimentos mais inteligente é o aperfeiçoamento da gestão de custos. De acordo com o estudo, muitas vezes as empresas fundamentam suas decisões relativas àcadeia de suprimentos nos custos diretamente visíveis – por exemplo, custos com embalagem ou transporte. Mas isso é só a ponta do iceberg. Possíveis custos indiretos, como os associados a perdas de produto, riscos para a marca e questões regulatórias, geralmente não são considerados devido à grande “departamentalização” das organizações.
Para garantir uma cadeia de abastecimento inteligente para seus clientes da área da saúde, a DHL desenvolveu, ao longo do tempo, um rico portfólio de produtos capazes de atender a todos os tipos de necessidade e meios de transporte. Para administrar remessas aéreas de produtos sensíveis à temperatura, a DHL Global Forwarding implementou um novo padrão global chamado DHL Thermonet. Para clientes interessados em transportar seus produtos por via marítima, a DHL Ocean Secure é o padrão global para mercadorias sensíveis e de alto valor. Com a DHL Clinical Trial Logistics, prestamos serviços de logística para materiais de pesquisa e estudos clínicos, incluindo medicamentos experimentais, suprimentos auxiliares e kits de laboratório.

Fonte: LogWeb

Primeiro self storage do Brasil com acesso 24h é lançado em Curitiba

A partir de julho de 2015, a D-espaço, empresa de locação self storage, passou a operar de maneira inovadora e será a única empresa brasileira do ramo de autoarmazenamento a oferecer acesso 24 horas a pessoas e empresas que armazenarem seus pertences em um box D-espaço.


A iniciativa visa trazer ainda mais conforto e praticidade aos usuários. “Nós percebemos que, para alguns perfis de pessoas e empresas que buscam o aluguel de espaço, não bastava tê-lo à disposição em horário comercial, porque para algumas necessidades é essencial acessar os objetos guardados em horários alternativos”, analisa Paola Noguchi, Diretora Executiva da DCL Real Estate, empresa que administra a marca D-espaço. Segundo a gestora, a implantação desse diferencial visa facilitar a rotina de quem precisa guardar documentos, equipamentos e mercadorias em um local apropriado e ter a liberdade de remanejá-lo com frequência, na hora que preferir. “O lema da D-espaço é a excelência e por isso oferecemos uma infraestrutura completa, da recepção ao setor de carga e descarga; tudo é planejado para que o self seja uma extensão da casa de nossos clientes, servindo como uma verdadeira garagem”, complementa.

Segurança e Privacidade

O acesso aos boxes funciona 24h, sete dias por semana. A D-espaço é a primeira empresa brasileira a disponibilizar esse benefício. Os locatários já podem acessar seus pertences a qualquer tempo: basta assinar o contrato no horário comercial e ter seu acesso permitido a qualquer tempo.

Self – Storage

Uma solução inovadora para o problema de falta de espaço. O self storage ou autoarmazenamento é uma modalidade de locação bastante desenvolvida nos Estados Unidos, mas ainda desconhecida no Brasil e principamente no Paraná. Desde o lançamento da D-espaço, administrada pela DCL Real Estate, Curitiba dispõe de um self storage completo, com infraestrutura inspirada nos modelos mais modernos do mundo.

Fonte: LogWeb

Expo Movimat 2015

NÃO FIQUE DE FORA DESTE GRANDE EVENTO LOGÍSTICO!



Empresas de tecnologia devem adotar uma abordagem inovadora para atender às cadeias de abastecimento

Com isso, as companhias evitam correr o risco de serem superadas por seus concorrentes

Um novo documento técnico (white paper), divulgado pela DHL, revelou que a indústria de tecnologia deve ter uma abordagem inovadora, no desenvolvimento de produtos, e aplicá-la à gestão de mudanças da cadeia de abastecimento, para evitar a perda de participação no mercado de atuação.

A pesquisa detalha como o passado tem servido como um indicador impreciso, quando se trata de fontes futuras no setor de tecnologia. A redução do ciclo de vida dos produtos, os mercados emergentes, o aumento no consumo da classe média e a terceirização vêm criando desafios para as empresas de tecnologia. Embora todas essas tendências estejam atrapalhando um ambiente de negociação constante, elas não são as únicas questões que têm causado incertezas e ambiguidades no segmento.




Lisa Harrington, presidente do Lharrington Group LLC, elaborou o relatório em colaboração com a DHL, para analisar os desafios e as tendências que afetam o setor, em âmbito mundial. O levantamento mostra que as cadeias de abastecimento do setor de tecnologia, no futuro, terão de ser enxutas, ágeis e resilientes. As empresas de tecnologia precisam desenvolver cadeias de abastecimento altamente adaptáveis e capazes de se alinhar rapidamente em todos os mercados mundiais. Essa agilidade gira em torno de se manter com poucos ativos, mas ser capaz de acessar recursos altamente qualificados sempre que necessário, normalmente por meio de parcerias com provedores logísticos. 
“A dinâmica da incerteza e ambiguidade na indústria de tecnologia dificultam muito a tarefa de prever o que virá a seguir. O ciclo de vida dos produtos está ficando cada vez mais breve, à medida que os fabricantes disputam para criar novos produtos mais eficientes para substituir os antigos. Os mercados emergentes e suas crescentes populações de classe média estão gerando altas fontes de demanda, que são mais difíceis de atender e, com a expansão do alcance geográfico da cadeia de abastecimento, o mesmo acontece com os parceiros envolvidos. Enquanto isso, a terceirização da indústria de tecnologia tem resultado em cadeias com múltiplas camadas e geograficamente dispersas, com lacunas de visibilidade, de modo que as empresas não conseguem ter uma visão completa de suas operações logísticas”, explica Lisa.    

“Ironicamente, em um setor tão intimamente associado à inovação, a maioria das companhias, hoje, ainda precisa aplicar esse pensamento inovador à maneira como elas pensam sobre suas cadeias de abastecimento, a fim de enfrentar esses desafios. Somente após esse exercício, elas adquirirão a agilidade e a velocidade necessárias para competir com as empresas que adotam as melhores práticas de mercado e já lideram esse caminho com eficiência cada vez maior e total controle de custos”, ressalta Lisa. 

O documento analisa a forma como as empresas do setor de tecnologia, que adotam as melhores práticas de mercado, estão se adaptando em resposta aos desafios que surgem pelo caminho. Isso inclui firmar parceria com um operador logístico terceirizado, que, sozinho, consegue gerenciar as operações logísticas, com o auxílio de ferramentas que monitoram e avaliam as condições e desempenho de toda a cadeia de abastecimento. 

De acordo com o diretor de Desenvolvimento de Negócios da DHL Supply Chain, Márcio Barbeito, esses sistemas fornecem alertas em tempo real para que potenciais problemas possam ser identificados e tratados de forma proativa, antes que causem qualquer interrupção na cadeia de abastecimento. “A visibilidade apresentada por um provedor logístico pode se estender por meio de vários níveis de fornecedores e evitar lacunas nos processos do setor de tecnologia, além de permitir uma perceptibilidade sobre o estoque global, permitindo, assim, à gerência tomar decisões melhor fundamentadas em relação ao montante, o posicionamento, a quantidade e o tipo de estoque.”

Barbeito acrescenta que  o provedor logístico também não fornece apenas visibilidade. “Cada vez mais, as empresas que adotam as melhores práticas de mercado estão utilizando as soluções multiclientes, nas quais compartilham processos comuns da cadeia de abastecimento, como armazenagem, transporte e sistemas de TI com outras companhias, para reduzir custos, dispersar riscos e aumentar a agilidade. Eles também estão aproveitando a oportunidade de adiamento, para criar flexibilidade e reduzir a complexidade, espaçando a personalização dos produtos até o mais próximo possível do ponto de venda.”

Fonte: Revista Mundo Logística

3 Erros Mortais de Negociação na Cadeia de Suprimentos

Em épocas de crise, a Gestão de Custos, que é uma habilidade importantíssima em qualquer empresa, torna-se vital.
Se você quer saber:
  • Como reduzir seus custos que incidem do fornecedor até o cliente final;
  • O conceito de Supply Chain e como isto incide nos seus custos;
  • Como otimizar a Gestão da Cadeia de Suprimentos;
Então continue lendo este artigo!
Porque você vai descobrir agora quais os 3 Erros Mortais de Negociação Logística na Cadeia de Suprimentos

1 – Não Compreender que Qualquer Centavo Impacta nos Custos Logísticos de Toda Cadeia de Suprimentos

cadeia de suprimentos
Na logística integrada, onde cada elo da cadeia de suprimentos apropria a margem sobre seus serviços, baseando no custo do elo anterior, se o seu fornecedor negocia mal, e entrega o subproduto dele alguns centavos mais caro para você, a sua empresa terá que incluir este custo em seu preço.
E quando for colocar o seu percentual de lucro, estes centavos a mais, podem virar reais e deverão ser repassados para o elo da frente.
E como uma bola de neve, um erro de negociação no primeiro elo da cadeia de suprimentos, vai ganhando corpo e ao ser contabilizado em cada etapa, pode se tornar um gigante que impeça a compra pelo consumidor final.
Quando o consumidor final não compra, toda a cadeia de suprimentos perde.

2- Usar as Técnicas de Negociação nos Custos Logísticos do Item Principal e Esquecer do Item de Recorrência

cadeia de suprimentos
Pode parecer um erro bobo, mas pode trazer consequências graves, e infelizmente ele ocorre com muita frequência.
Muitas empresas quando compram uma máquina ou um equipamento qualquer, gastam todo seu poder de negociação brigando pelo item de maior valor, que mesmo parcelado, será pago somente uma vez, e esquecem do item de recorrência, que é pago periodicamente, a grande parte é cobrada mensalmente.
Assistência técnica, suporte, garantia estendida, e mensalidades em geral são exemplos de custos recorrentes, que ao longo do período podem comprometer mais as finanças da empresa do que um grande investimento.
Nós tropeçamos numa pedrinha e não numa montanha. Vários pequenos custos recorrentes mal negociados podem deteriorar toda a lucratividade de uma companhia.
Quando for negociar por um produto que incide custos recorrentes, como sistemas de computadores, de telecomunicações e outros, divida a negociação em três passos:
  • Negocie o item principal ou de maior valor primeiro, conseguindo o melhor preço possível
  • Só depois negocie o item recorrente, também tentando enxugar ao máximo o valor a ser pago
  • Por fim, negocie o combo. Tente uma condição ainda melhor de preço ou de qualquer parte do nível do serviço, como parcelamento ou condições de entrega.
Dividindo a negociação em três partes, o resultado final será muito mais efetivo.

3. Não Conhecer o Princípio da Laranja

laranja
Quando duas pessoas negociam por uma única laranja, tendemos a acreditar que o melhor negociador é aquele que fica com a maior parte da laranja.
Na realidade isso é um grande erro!
O grande negociador é aquele que entende quais são as necessidades do outro lado.
Uma das partes pode querer a laranja para fazer um suco, e a outra parte pode querer as cascas da laranja para fazer um bolo.
Seu poder de negociação é melhor utilizado quando você sabe as reais intenções com quem você negocia, por isso a transparência, a capacidade de investigação e de fazer as perguntas certas são poderosas armas do negociador.
Se você quer evitar estes erros, desenvolver a habilidade número 1 das pessoas de sucesso, que é negociar bem, conhecendo 3 Poderosas Técnicas de Negociação, Persuasão e Influência, como a Técnica Exterminadora, a Clinch do Preço e a Chuck Norris, clique aqui e assista a videoaula gratuita:
Clique Aqui eAssista Agora

Para assistir as aulas e saber mais, acesse: