XXI Simpep - Simpósio de Engenharia de Produção - Unesp Bauru



Túnel ferroviário na Turquia

No último ano, a Turquia inaugurou um túnel ferroviário que, por muitos, está sendo considerada a obra do século. Vale a pena conferir novamente:


https://www.youtube.com/watch?v=sZ1p1XhXjd0#aid=P9DU2vtVodw

https://www.youtube.com/watch?v=moN0VLaZVDg

https://www.youtube.com/watch?v=wE8XkWnrwV0

https://www.youtube.com/watch?v=fGjXXjl09u0

Logística Reversa

Vídeos do programa Globo Ecologia sobre Logística Reversa:




http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2011/12/logistica-reversa-estimula-reciclagem-de-aparelhos-eletroeletronicos.html

http://redeglobo.globo.com/globoecologia/videos/t/edicoes/v/instituto-doe-seu-lixo-busca-solucoes-sustentaveis-para-o-descarte-do-residuos/3258748/

http://redeglobo.globo.com/globoecologia/videos/t/edicoes/v/prefeitura-do-rio-de-janeiro-multa-pessoas-que-jogam-lixo-no-chao/3258747/

http://redeglobo.globo.com/globoecologia/videos/t/edicoes/v/projeto-reutiliza-garrafas-pet-e-preserva-o-meio-ambiente/3258750/

http://redeglobo.globo.com/globoecologia/videos/t/edicoes/v/globo-ecologia-05042014-lixo-integra/3258766/

http://redeglobo.globo.com/globoecologia/videos/

Artigos prof. Samir Keedi

Um de nossos parceiros e amigo, o renomado Prof. Samir Keedi, possui novas colunas sobre Logística e Transportes em alguns sites e blogs!


Para quem desejar ler os ótimos artigos, basta acessar:

- www.blogdoozires.com.br
- www.uprj.com.br - Site dos Usuários dos Portos do Rio de Janeiro; e
- www.comercioexteriorbrasileiro.com.br - Do Comércio Exterior Brasileiro

Equipe Infologis

Barreira móvel é usada para amenizar engarrafamentos nos Estados Unidos

Engarrafamento consome o tempo, irrita as pessoas e ainda causa prejuízo. Nos Estados Unidos, os correspondentes Elaine Bast e Lucas Louis foram conhecer um sistema que ajuda a combater essa praga urbana.
Congestionamentos são um desafio para a engenharia de tráfego. E se não dá para aumentar as ruas, o jeito é se virar com o que já existe. Nos horários de pico, muitas cidades usam as chamadas faixas reversíveis, invertendo o sentido para onde o fluxo é maior.
Os brasileiros conhecem bem os cones de plástico, colocados e retirados pelos agentes de trânsito, para aliviar o caos na hora do rush. Mas em algumas cidades americanas, estas cenas já estão ultrapassadas. Na Filadélfia, no estado da Pensilvânia, há 14 anos, uma máquina é usada para mover temporariamente barreiras de concreto e aço de uma faixa para outra automaticamente.
O caminhão passa pelos blocos. Eles são levantados, desaparecem e reaparecem do outro lado, criando uma faixa extra no sentido onde o fluxo é maior. Por causa desse movimento, o caminhão foi batizado de "máquina zipper".
Cada bloco tem cerca de um metro de comprimento e pesa 700 quilos. Eles são unidos uns aos outros por uma liga de aço, que dá flexibilidade para fazer as curvas e, ao mesmo tempo, é forte o bastante para fazer com que a estrutura consiga conter um automóvel em caso de colisão. Assim, é possível evitar um acidente mais grave, envolvendo veículos que estejam na outra faixa.
Em uma ponte de três quilômetros e meio, que liga a Pensilvânia ao estado de Nova Jersey, passam 120 mil carros por dia. Em menos de 20 minutos, o caminhão zipper retira a barreira de um lado e passa para o outro.
Em todo o país, já existem 18 sistemas de barreiras reversíveis. Em Nova York, os caminhões atuam em três locais movimentados. Um deles é o acesso ao túnel que liga Manhattan ao bairro do Queens. Com a tecnologia, o número de colisões frontais, de uma faixa para outra, consideradas mais graves, caiu para zero.
No estado de Utah, a barreira móvel foi usada durante a reforma de um ano de uma estrada e poupou aos cofres públicos quase US$ 2 milhões porque reduziu o tempo de obra e o número de acidentes.
"A segurança é a grande vantagem desse sistema", diz o professor da escola politécnica da Universidade de Nova York, John Falcocchio.
“Segurança para os motoristas e segurança para os que precisam trabalhar na pista: é isso que faz essa tecnologia tão atraente. Mas a barreira móvel é uma boa solução no curto prazo. No longo prazo, daqui 20, 30 anos, com o crescimento do tráfego, é preciso implantar uma solução mais permanente”, completa John Falcocchio.


Fusões e Aquisições aplicadas às empresas de Logística e de Transportes - por Roberto Lacerda Oliva

Roberto Lacerda Oliva, é o Diretor Geral da empresa SOMA LOG - www.somalog.com. Em entrevista concedida ao nosso blog, o especialista aborda aspectos ligados à realização de operações de Fusões e Aquisições aplicadas às empresas de Logística e de Transportes.

De maneira resumida, podemos afirmar que nos próximos anos serão realizadas importantes operações de Fusões e de Aquisições de empresas dos setores de Logística e de Transportes que atuam no mercado brasileiro. Da mesma maneira como ocorreu em mercados maduros, como o Europeu ou o Norte Americano, a tendência é de uma concentração do número de empresas que atuarão no segmento.
Temos identificado diversas empresas com distintas motivações para levar à cabo uma operação de F&A. Entretanto, a materialização de uma boa oportunidade de venda, a união com outra empresa do setor buscando o fortalecimento e aumento do poder de competitividade, questões ligadas à problemáticas dos planos de sucessão empresarial são os aspectos mais comumente encontrados pela SOMA LOG em contato com o mercado.
Para abordar questões ligadas a processos de fusões e de aquisições de empresas de Logística e de Transportes, entrevistamos ao empresário hispano e brasileiro, Roberto Lacerda Oliva, quem esteve visitando o Brasil durante o mês de Março e respondeu às nossas perguntas em uma entrevista bastante interessante.
1. A que atividade se dedica a sua empresa?
Somos uma empresa de Assessoria Integral, que opera no âmbito de operações corporativas, realizando atividades de FUSOES e AQUISIÇOES exclusivamente para empresas que trabalham nos setores de Logística e Transportes.
2. Sua empresa atua unicamente no setor da cadeia de SUPPLY CHAIN?
Somos especializados exclusivamente no desenvolvimento de operações com empresas que desenvolvem atividades de logística e transportes. Consideramos que ambos segmentos contam com uma importante complexidade empresarial. Nossa equipe de Diretores Associados conta com profissionais com grande experiência na Direção de organizações de L&T o que nos credencia para identificar, de maneira muito rápida, as melhores oportunidades de negócios para os nossos clientes.
3. Como podemos comparar as empresas de logística e transportes da Europa e do Brasil?
Sobre o ponto de vista geral, os principais operadores internacionais já estão presentes ou manifestaram interesse em iniciar atividades no Brasil. Com relação às empresas de transportes, o Brasil está deixando de contar com um setor bastante segmentado para atuar de maneira centralizada, fenômeno que já ocorre nos principais países da Europa e dos Estados Unidos. A diferença fundamental está na questão da infraestrutura. A Europa conta com um sistema de intermodalidade
que facilita muito a realização de operações integrais de Logística e de Transportes. O Brasil caminha pouco a pouco para conseguir esta autonomia. Sobre o âmbito do segmento ao qual nos dedicamos, o que para o empresário brasileiro constitui um problema, para o investidor internacional é visto como uma oportunidade; um país em permanente construção que oferece campo para o desenvolvimento operativo e tecnológico dos principais operadores.
4. Como a atividade de M&A vem se desenvolvendo nos setores de Logística e de Transportes nos últimos anos?
Na Europa e nos EUA, a tendência vem sendo de concentração do setor, com a constituição de grandes grupos que operam ao redor dos denominados operadores integradores; no final dos anos 90, estes grupos começaram a realizar sucessivos processos de compras de empresas de logística e transportes no mundo inteiro. Pouco a pouco este fenômeno começa a ser realidade no Brasil; pensemos que há alguns anos atrás era impensável que algumas das tradicionais empresas de transportes do Brasil passassem a ser controladas por grupos internacionais.
5. O que ocorreu no ano 2009 com relação às operações de fusões e aquisições no setor de Logística e Transportes?
A crise econômica mundial, produzida a partir do segundo semestre do ano 2008, paralisou a realização das operações de M&A no setor, de uma maneira drástica. No ano 2009 as empresas se preocuparam em solucionar seus problemas internos, ajustando seus meios com base na nova situação da demanda. De uma maneira objetiva, as empresas que adotaram rápidas ações, redimensionando custos e ajustando as operações à nova demanda saíram fortalecidas da crise e agora observam, de maneira nítida, que a realização de um processo de internacionalização pode ser interessante para suportar com menos pressão futuras situações de retração e repressão econômica.
6. Que oportunidades existem no Brasil, para operações de M&A no setor de Logística e Transportes Existem muitas oportunidades. Por este motivo a SOMA LOG realiza uma aposta para reunir os conhecimentos que adquiri nos quase 25 anos em que milito no segmento de Logística e de Transportes na Europa, havendo participado de forma ativa na materialização de complexas operações de L&T. No Brasil, existe um grande potencial - tanto em fusões como em aquisições. Devemos levar em consideração que, como na Europa e nos EUA, no Brasil chegará - em curto espaço de tempo - a tendência de concentração e especialização que torna as empresas mais eficazes e flexíveis. Existe uma geração de jovens profissionais do segmento de Transportes no Brasil, que pretende materializar a opção.
7. Como vê o futuro das operações de F&A no Brasil Acredito que o mercado avançará de maneira muito rápida. Atuamos com grande confidencialidade no segmento ao qual nos dedicamos. Porém, posso afirmar que existe um grande número de empresas europeias, com as quais mantemos contatos através da SOMA LOG Europa, que dispõem de planos concretos para iniciar e/ou incrementar suas atividades no Brasil. Estar em contato constante com estas organizações é um dos valores diferenciais e agregados de nossa empresa.
8. O senhor observa um desejo real por parte dos empresários brasileiros em materializar operações de F&A?
Minha vida profissional permite com que tenha contato com empresas sediadas no Brasil, no continente Latino Americano, na Europa, e por intermédio de nossos correspondentes com algumas organizações norte americanas. Temos observado; e isso foi objeto de um artigo que difundi na imprensa brasileira, algumas ações de caráter absolutamente especulativos. Alguns empresários estão aproveitando o momento favorável pelo qual atravessa o país, para realizar alguns exercícios de contato com o mercado tanto comprador como vendedor. É a forma que encontram para saber, de maneira objetiva, o valor de suas empresas para uma possível operação de venda e/ou de fusão empresarial com outra organização do setor. Nossa recomendação é que o excesso de ações especulativas, em médio espaço de tempo, deprecia o valor de uma organização. A atividade de F&A deve ser confiada a especialistas pelo simples motivo de que as empresas devem ter continuidade e o processo não deve influenciar no dia a dia da gestão empresarial.

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TRANSPORTES: Bolívia terá teleférico com mais de 10 km de extensão

Bolívia inaugura teleférico para unir La Paz a cidades montanhosas. Viagens entre El Alto ao centro de La Paz cairão de 2 h para 24 minutos.
Três linhas serão inauguradas até agosto, com 427 gôndolas no total.


A Bolívia realizou nesta terça-feira (8) em La Paz, uma visita dos meios de comunicação locais à primeira linha de teleféricos que cruzará os céus da cidade mais populosa do país. Conhecido localmente como "Mi Teleferico", o bondinho aéreo transportará passageiros a uma altura de 4.500 metros acima do nível do mar, ligando La Paz à cidade metropolitana de El Alto, uma área densamente povoada nas montanhas que circundam o centro da cidade, e que sempre foi marcada pelo difícil acesso e transporte.



Segundo a agência de notícias Reuters, o governo de Evo Morales investiu US$ 240 milhões no projeto, que terá três linhas de teleférico e 11 estações. Trajetos que eram feitos em períodos de uma hora e meia ou duas horas, principalmente por causa da geografia da região, agora levarão 24 minutos.
O sistema deve ficar pronto, com todas as linhas em funcionamento, em agosto, e terá um total de 427 gôndolas transportadas em mais de 10 quilômetros da área da cidade. A velocidade média de uma gôndola no teleférico deve ser de 18 km/h. Segundo Javier Telleria, da empresa austríaca por trás da construção do projeto, esse é o maior meio de transporte urbano do mundo. Os cabos flexíveis permitem que eles cruzem a cidade verticalmente.
La Paz fica em um vale profundo no meio das montanhas dos Andes. "Por isso temos o teleférico, para cruzar grandes distâncias verticais em pouco tempo. É o meio perfeito [para cruzar] uma linha reta sem nenhum problema", explicou Telleria.
Campanha educativa
A Bolívia deu início, nesta terça, a uma campanha de "educação" sobre o novo meio de transporte coletivo. Mas, no fim de semana, alguns moradores das regiões beneficiadas e funcionários que atuaram na construção do teleférico puderam participar das primeiras viagens.
"Eu já dei uma volta. Ele chega em El Alto em menos de dez minutos. Estou muito animada. Nossa cidade de La Paz parece linda, a montanha ilumina, a neve. Estou muito animada", disse à Reuters a passageira Lidia Gutierrez.
"Os bolivianos que vão usar esse transporte de El Alto para a cidade La Paz anualmente economizarão 12,2 milhões de hours", afirmou o ministro de Obras Públicas do país, Vladimir Sanchez. "Esse é o impacto que o teleférico terá."


Fonte: G1 e Terra

Boletim Tecnologística


PAÍS DA COPA: Chuva forte atinge Região Metropolitana de Belo Horizonte e alaga Aeroporto da Pampulha


O temporal que atingiu Belo Horizonte, no fim da tarde da última quarta-feira (2), causou alagamento no Aeroporto Carlos Drummond de Andrade, mais conhecido como Aeroporto da Pampulha. Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), nenhum voo foi afetado.
De acordo com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), por volta das 17h20, a água começou a invadir o terminal de passageiros do aeroporto, chegando a atingir 25 centímetros acima do solo. Já na parte externa, o alagamento chegou a um metro. A água causou danos a livrarias e restaurantes do terminal.





O saguão foi tomado pela água. Enquanto muitos passageiros esperavam para embarcar, os funcionários limpavam a sujeira. De acordo com o bombeiro Ronaldo Eustáquio, um mutirão foi feito com praticamente todos os funcionários da Infraero para contornar a situação com rapidez.
Às 18h30, o Corpo de Bombeiros informou que a situação no local estava sob controle. Segundo a corporação, as pessoas foram resgatadas para um lugar seguro e não houve feridos.

Na manhã desta quinta-feira (3), a administradora do terminal informou que era feita a limpeza da área externa, sem comprometer o funcionamento.

Fonte: G1

Navio encalha na costa de Hong Kong

Hansa Constituição, navio porta-contentores 34.954 toneladas registradas na Alemanha, encalhou no sábado. O incidente aconteceu fora da área residencial Pok Fu Lam , no lado oeste da ilha de Hong Kong em mares revoltos causadas por monções. O navio estava a caminho de Shenzhen ( Chiwan ).




Julia Eble , um representante com o proprietário do navio, Hansa Treuhand Gruppe (com sede em Hamburgo), disse que o incidente aconteceu provavelmente porque o navio perdeu o poder e os ventos de monções enviou -a para a praia. O incidente não causou danos ambientais , não houve relatos de entrada de água ou casualities . Dois fireboats e duas embarcações de apoio de mergulho foram enviados para o local . Constituição Hansa foi rebocado para longe da costa. Os danos para o recipiente não foi ainda estimada .
Porto de Hong Kong é o porto de contêineres mais movimentado quarto para 2013. De acordo com o Conselho de Desenvolvimento do Porto de Hong Kong movimentou 22,3 milhões de TEU . O observatório meteorológico de Hong Kong usado em forte monção. Visibilidade restrito de menos de duas milhas náuticas foi relatado pelo Departamento de Marinha no sábado.

Leia mais em: http://www.vesselfinder.com/news/1987-VIDEO-Hansa-Constitution-runs-aground-off-the-coast-of-Hong-Kong

E mais em: http://www.vesselfinder.com/news/1987-VIDEO-Hansa-Constitution-runs-aground-off-the-coast-of-Hong-Kong

São Paulo inicia a implantação do plano municipal de resíduos sólidos


Maior cidade da América Latina contempla todas as exigências da PNRS e estabelece metas para os próximos 20 anos...

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, iniciou a implantação do Plano Municipal de Resíduos Sólidos. Com isso, pretende reduzir, nos próximos 20 anos, de 98,2% para 20% o volume de lixo despejado nos aterros sanitários pela maior capital do país e maior cidade da América Latina. Até 2033, 30% dos paulistanos devem tratar em casa os resíduos orgânicos domiciliares, que correspondem a 51% das 20,1 mil toneladas de resíduos coletadas por dia na cidade. Para atingir a meta, o governo começa a distribuir gratuitamente, ainda esse mês, 2 mil equipamentos para que as pessoas façam, dentro de casa, a compostagem dos restos de alimentos, que viram adubo após o tratamento. 

Para o secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Ney Maranhão, a proposta servirá de inspiração para outras grandes cidades. “Trata-se de um plano concreto, elaborado de acordo com as exigências da legislação e em sintonia com o Plano Nacional de Resíduos Sólidos”, disse. “São Paulo dá, com este plano, uma importante contribuição para a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos.” 

COLETA SELETIVA

Outra meta importante é o aumento da coleta pública seletiva de secos de 1,8% para 10%, até 2016, por meio da extensão do serviço para os 96 distritos do município, e a construção de quatro centrais mecanizadas de triagem. Pelo planejamento, cada uma das centrais receberá das empresas concessionárias investimentos de R$ 35 milhões e processará 250 toneladas diárias de resíduos recicláveis. Isso possibilitará ao município triplicar sua capacidade de processamento, chegando a 750 toneladas por dia. A ampliação da coleta seletiva também pretende valorizar as cooperativas de reciclagem e a inclusão social dos catadores. 

“O plano é resultado de um extenso processo participativo e internalizou as recomendações da 4ª Conferência Municipal do Meio Ambiente, promovida em 2013 no Anhembi”, lembrou o presidente da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), Silvano Silvério da Costa. A 4ª Conferência foi antecedida por etapas preparatórias, que contemplaram todas as regiões do município, com reuniões realizadas pelas 31 subprefeituras. No decorrer do processo, foram promovidas conferências livres e uma plenária composta por representantes de aldeias indígenas, com acompanhamento da FUNAI. A população teve a oportunidade de eleger delegados para a Conferência e discutir os problemas relacionados aos resíduos sólidos em cada região.



Procuram-se pilotos de dirigíveis

O custo médio de um estádio padrão Fifa gira em torno de R$ 600 milhões.  Até janeiro, o governo já havia torrado R$ 8,9 bilhões na construção e reforma de 12 estádios para a Copa.  Não dá pra começar esse texto sem comparar essa torrefação de bilhões de reais aos R$ 100 milhões que o BNDES emprestou a Airship do Brasil. 
A Airship é sediada em São Carlos-SP, e tem como sócios a Engevix e a Bertolini. A empresa tem um projeto que pode revolucionar o transporte de carga no país e no mundo.
A revolução logística virá em forma de zepelins. Quem diria, os velhos e românticos dirigíveis, agora adaptados para o transporte de grandes volumes de carga.


Num primeiro momento, usados em situações especiais, os dirigíveis da Airship viabilizariam o transporte de turbinas de hidrelétricas e pás de geradores eólicos para locais de difícil acesso como, por exemplo, a Amazônia. Os dirigíveis também cumpririam a função de suporte para a instalação de torres elétricas em florestas, pois não precisam aterrissar, além disso, seriam de grande utilidade no acesso a áreas isoladas por catástrofes naturais. Os dirigíveis de menor porte cobririam locais de grande aglomeração, servindo como antenas móveis. E tem muito mais.
Hoje, um dirigível voa cerca de 500 metros do solo, alcança a velocidade de 120 quilômetros por hora e tem capacidade de carregar até 30 toneladas. No futuro, a promessa é de que alcance  até 200 toneladas, substituindo caminhões no transporte de grãos, voando em segurança diretamente do campo para os navios. Isso significa nada mais nada menos que desafogar o tráfego de portos, estradas e ferrovias. Calcula-se, por baixo, que os novos zepelins propiciem uma economia de 25% no custo do transporte, a ecologia também agradece.


Fonte: Yahoo Notícias

Logística em primeiro plano


As empresas de transporte e distribuição, cada vez mais segmentadas, nunca investiram tanto em equipamento e infraestrutura[...]

Foi-se o tempo em que a logística era relegada ao segundo plano. Hoje ela é tão imprescindível dentro de uma empresa que os serviços ligados ao transporte e à distribuição de seus produtos estão cada vez mais estruturados e segmentados. Nos últimos 15 anos, surgiu um bom número de empresas de logística com elevado grau de especialização no manuseio de cargas - especialmente as chamadas cargas sensíveis: medicamentos, equipamentos médico-hospitalares e alimentos perecíveis, entre outros. O sistema de armazenagem da Natura tornouse referência mundial e, não raro, a empresa recebe executivos estrangeiros interessados em conhecer de perto suas operações. A Souza Cruz é outro exemplo que atrai um bom número de visitantes internacionais, por possuir equipamentos sofisticados e de última geração em termos de tecnologia da informação.

Para se destacar em um mercado cada vez mais disputado e exigente, as empresas de logística precisam operar com a precisão de um relógio suíço. É o caso da Cold Express, que há uma década distribui picolés da Kibon em nada menos do que três mil pontos de venda. Trabalhar com a venda de sorvete em um país tropical e da extensão geográfica do Brasil, com os conhecidos problemas de infraestrutura, não é tarefa para principiantes. A frota da Cold Express, composta por 130 veículos, é capaz de transportar cargas a temperaturas que vão dos 30Cº a 40 graus negativos. "É uma operação de alta complexidade. Os caminhões têm dois termômetros e todo o serviço é calculado para que não haja perda de temperatura", afirma Valesca Elisa Michelon, diretora comercial da Cold Express, que também distribui os iogurtes produzidos pela Danone.

Claudio Gatti/ag. istoé

Se o picolé da Cold não pode derreter, as próteses ortopédicas da Luft têm de chegar intactas ao destinatário. Com 35 anos de mercado, o Grupo Luft, um dos maiores no ramo logístico, decidiu, há dez anos, partir para a especialização. Da experiência no setor de defensivos agrícolas, a empresa tirou boa parte dos conhecimentos de que precisava para trabalhar com cargas sensíveis. Em 1998, formou uma joint venture com a italiana Bomi, especializada na área médico-hospitalar, investindo em caminhões especiais e em treinamento de pessoal.
Recentemente, a empresa inaugurou um novo centro de distribuição - um complexo de 50 mil metros quadrados no município de Itapevi, nos arredores de São Paulo, capaz de armazenar desde bolsas Louis Vuitton até implantes ortopédicos, cateteres e medicamentos. A Luft também adquiriu uma frota de 350 veículos isotérmicos e climatizados, além de destinar anualmente 3% a 4% do faturamento em treinamento de mão de obra. Valor da conta: R$ 750 milhões, investimento que o grupo pretende recuperar atendendo clientes de peso, como a Johnson & Johnson, Medley e Roche, entre outros.

Fernando Luft, um dos diretores do grupo, revela quais são os segredos para se obter o máximo de eficiência na operação logística. "Nosso novo armazém só é viável porque é grande e me permite ter escala. Na outra ponta, a integração é fundamental", afirma o executivo. "Hoje, nós mesmos retiramos o produto de dentro da fábrica do cliente e fazemos todo o processo até que ele chegue ao ponto de venda", explica o diretor. Todo o processo é controlado minuciosamente pela Luft, inclusive a etiquetagem ou colocação de bula em português nos produtos importados - um processo que a empresa chama de "nacionalização" da mercadoria. O Grupo Luft, segundo Fernando, tem hoje 70 bases operacionais espalhadas por todo o País. E, para quem pensa que fazer a entrega de um medicamento na selva amazônica é o maior dos desafios que uma empresa de logística pode encontrar, o empresário garante: o lugar mais difícil de se fazer entregas hoje no Brasil é São Paulo. "Não há como medir a produtividade por causa do trânsito e é esse quesito que determina se teremos lucro ou prejuízo", diz o diretor.
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Estradas malconservadas, falta de opção na malha ferroviária e de sinalização nas vias fluviais, além da incapacidade operacional nos terminais de carga e descarga de portos e aeroportos, derrubam a eficiência brasileira na administração logística. A comparação entre o Brasil e os Estados Unidos mostra que, enquanto os americanos gastam apenas 8% do Produto Interno Bruto com manuseio, transporte e entrega e recebimento de cargas, no Brasil esse índice está na casa dos 12% do PIB, segundo os cálculos de Paulo Fleury, professor da Uferj e Ph.D em administração industrial. "Por conta da globalização, hoje a área que mais cresce em todo o mundo é a dos aeroportos para transporte de carga", afirma Fleury."No Brasil, porém, apesar de todos os avanços, estamos longe de atingir um nível de qualidade em infraestrutura que dê sustentação à competitividade que as empresas brasileiras têm dentro de suas fábricas", resume ele.
Por todos os nossos problemas em infraestrutura, a vida da AGV, operadora logística que partiu para a especialização há mais ou menos uma década, não é das mais tranquilas. A empresa é responsável pela distribuição da vacina contra a febre aftosa em todo o País, que envolve a distribuição de 400 milhões de doses, aplicadas em quase 200 milhões de bovinos. Garantir que o medicamento chegue em perfeitas condições nas mais remotas localidades brasileiras é a proposta da AGV, que desenvolveu este trabalho desde sua existência, há 11 anos. E dominar a complexidade das operações realmente exige mais do que dedicação. Para se ter uma ideia dessa complexidade, um lote de vacinas contra aftosa que sai de Vinhedo, no interior de São Paulo, com destino a Marabá, no Pará, viaja nada menos que 4.950 quilômetros. Durante o percurso, são realizadas duas trocas de gelo nas caixas isotérmicas.
A AGV, que conta com dois mil funcionários, investe todo ano algo em torno de R$ 2 milhões só em treinamento e certificação dos empregados - e são, em média, quase 20 tipos de treinamentos diferentes, por função. Até o manuseio das caixas de gelo em que são transportadas as vacinas exige certificação. "Nosso maior problema hoje é encontrar mão de obra. Recrutar é fácil, difícil é manter baixa a rotatividade", diz Vasco Oliveira Neto, presidente da companhia. A empresa, que projeta encerrar 2009 com faturamento de R$ 300 milhões, também partiu para a especialização no setor financeiro e hoje é a responsável pelo transporte de equipamentos de instituições como Itaú Unibanco, Bradesco e HSBC. "Um terminal de autoatendimento não pesa menos que 600 quilos. Imagina colocar uma máquina dessas no terceiro andar de um prédio? É preciso ter equipamentos de última geração e pessoal muito bem treinado. Ou seja, é preciso ter um elevado grau de especialização", afirma Vasco, lembrando que essa especialização não é mais apenas uma tendência do mercado. "Esta é a demanda real e o que tem feito com que as empresas brasileiras de logística sejam tão respeitadas lá fora quanto aqui dentro."

Fonte: Isto É Dinheiro

These 10 Corporations Control Almost Everything You Buy

Estas 10 empresas controlam quase tudo que você compra!!!

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Veja mais em: http://www.businessinsider.com/these-10-corporations-control-almost-everything-you-buy-2012-4

LOGÍSTICA REVERSA: Procon-RJ recolhe ovo Bis Xtra+ por incitar bullying

O Procon-RJ está retirando das prateleiras de supermercados e lojas de departamento ovos de páscoa Bis Xtra + Chocolate, da Lacta, por que a frase “personalize a embalagem com adesivos e sacaneie seu amigo” incita adolescentes e crianças à prática de bullying. O órgão também instaurou um processo administrativo nesta quarta-feira contra a fabricante do produto, a Mondelez Brasil, suspende a comercialização e determinando a apreensão dos chocolates que estejam à venda.


De acordo com o Procon-RJ, a campanha publicitária do produto e a mensagem transmitida em sua embalagem estão em desacordo com o artigo 37, parágrafo 2°, do Código de Defesa do Consumidor, por incentivar a discriminação entre crianças e adolescentes. O processo determina que as vendas do ovo Bis Xtra + Chocolate estarão suspensas até que a mensagem em sua embalagem seja alterada e deixe de conter os textos de incitação à prática de bullying.
Entre os adesivos que podem ser utilizados por quem adquiriu o ovo de Páscoa estão expressões como “morto de fome”, “nerd” e “nervosinho”. No processo administrativo, o órgão estadual considera que, num momento em que o bullying vem sendo discutido pela sociedade, é inadmissível que um produto direcionado a crianças e adolescentes incite qualquer tipo de violência, inclusive a verbal, entre eles.
- A Páscoa possui uma mensagem de paz e confraternização e esta campanha manda sacanear os outros? - disse a secretária de Estado de Proteção e Defesa do Consumidor, Cidinha Campos.
A ação foi motivada por relatos nas redes sociais e na mídia, não tendo havido reclamação formal junto ao órgão. Segundo o Procon-RJ, os gerentes dos estabelecimentos que forem visitados pelos fiscais do órgão serão responsáveis por informar a todas as filiais das redes em que trabalham sobre a suspensão da venda do produto.
Procurada pelo GLOBO, a Mondelēz Brasil informou que não foi notificada pelo Procon-RJ, até o presente momento, sobre qualquer questionamento oficial envolvendo o ovo de Páscoa Bis Xtra e, por esse motivo, não pode comentar o caso.

Fonte: O Globo

Boletim Tecnologística



Libra Logística inaugura armazém no Porto Seco de Campinas

Local conta com 10 mil m² de área, 12.500 posições-palete e 20 docas
A Libra Logística, unidade de negócio do Grupo Libra, recebeu, na segunda quinzena de fevereiro, autorização da Receita Federal para operar seu novo armazém no Porto Seco de Campinas (SP), cuja denominação oficial passou a ser Centro Logístico e Industrial Aduaneiro (Clia).
A estrutura, que conta com 10 mil m² de área, 12.500 posições-palete e 20 docas, chegar para atender à demanda por mais espaço, reduzindo gargalos e custos logísticos e melhorando o nível de serviço para os clientes da região. Próximo a um dos principais aeroportos de cargas do país, o de Viracopos, o Clia opera itens dos segmentos eletroeletrônico, aeroespacial e automotivo.
Além de dar mais opção e agilidade para clientes instalados na região, a nova estrututura chega para suportar o esperado aumento de movimentação. Sem revelar números para este ano, o gerente geral de Operações da Libra Logística Campinas, René dos Santos, divulga que, em 2013, o local operou 485 mil m³.
Entre os serviços oferecido no Clia estão admissão temporária de cargas, drawback e vendor managed inventory (VMI). Além disso, há áreas sob anuência da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e com temperatura controlada.
Fonte: Tecnologística


Seminário Itinerante COMJOVEM 2014 - Edição Maringá

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Plano do governo federal de 10 mil KM de novas ferrovias descarrila


Para ler a matéria completa entre no site: