Cursos e Seminários de Logística - Janeiro/2015

  • 22 de Janeiro 
    Controle de almoxarifado e inventário físicoLocal: São Paulo, SP
    Realização: Minder Group
    Informações: 11 5111-8220
    Site: www.mindergroup.com.br
  • 23 de Janeiro 
    CSCP ( Certified Supply Chain Professional)Local: São Paulo, SP
    Realização: Publicare Educação e Associação para Educação em Administração Empresarial (Abai)
    Informações: (11) 5505-0999
    E-mail: atendimento@cursosdelogistica.com.br
    Site: www.cursosdelogistica.com.br
  • 24 de Janeiro 
    BSCM (Basics of Supply Chain Management)Local: São Paulo, SP
    Realização: Publicare Educação e Associação para Educação em Administração Empresarial (Abai)
    Informações: (11) 5505-0999
    E-mail: atendimento@cursosdelogistica.com.br
    Site: www.cursosdelogistica.com.br
  • 24 de Janeiro 
    ECO (Execution and Control of Operations)Local: São Paulo, SP
    Realização: Publicare Educação e Associação para Educação em Administração Empresarial (Abai)
    Informações: (11) 5505-0999
    E-mail: atendimento@cursosdelogistica.com.br
    Site: www.cursosdelogistica.com.br
  • 24 de Janeiro 
    Básico de LogísticaLocal: São Paulo, SP
    Realização: Ceteal – Centro de Estudos Técnicos e Avançados em Logística
    Informações: 11 5581-7326
    E-mail: secretaria@ceteal.com
    Site: www.ceteal.com
  • 26 a 29 de Janeiro
    MPR (Master Planning of Resources)Local: São Paulo, SP
    Realização: Publicare Educação e Associação para Educação em Administração Empresarial (Abai)
    Informações: (11) 5505-0999
    E-mail: atendimento@cursosdelogistica.com.br
    Site: www.cursosdelogistica.com.br
  • 26 a 29 de Janeiro
    SMR (Strategic Management of Resources)Local: São Paulo, SP
    Realização: Publicare Educação e Associação para Educação em Administração Empresarial (Abai)
    Informações: (11) 5505-0999
    E-mail: atendimento@cursosdelogistica.com.br
    Site: www.cursosdelogistica.com.br
  • 26 a 28 de Janeiro
    Introdução à Simulação com ArenaLocal: São Paulo, SP
    Realização: Paragon
    Informações: 11 4058-8888
    Site: www.paragon.com.br
  • 27 de Janeiro 
    Gestão de Compras e Negociação com fornecedoresLocal: São Paulo, SP
    Realização: Minder Group
    Informações: 11 5111-8220
    Site: www.mindergroup.com.br
  • 30 de Janeiro 
    CSCP ( Certified Supply Chain Professional)Local: São Paulo, SP
    Realização: Publicare Educação e Associação para Educação em Administração Empresarial (Abai)
    Informações: (11) 5505-0999
    E-mail: atendimento@cursosdelogistica.com.br
    Site: www.cursosdelogistica.com.br
  • 31 de Janeiro 
    ECO (Execution and Control of Operations)Local: São Paulo, SP
    Realização: Publicare Educação e Associação para Educação em Administração Empresarial (Abai)
    Informações: (11) 5505-0999
    E-mail: atendimento@cursosdelogistica.com.br
    Site: www.cursosdelogistica.com.br
  • 31 de Janeiro 
    BSCM (Basics of Supply Chain Management)Local: São Paulo, SP
    Realização: Publicare Educação e Associação para Educação em Administração Empresarial (Abai)
    Informações: (11) 5505-0999
    E-mail: atendimento@cursosdelogistica.com.br
    Site: www.cursosdelogistica.com.br
  • 31 de Janeiro 
    Gestão e Manutenção de FrotasLocal: São Paulo, SP
    Realização: Maxxima Educação Corporativa
    Informações: (11) 2243-7927
    E-mail: maxximaeduc@gmail.com
    Site: www.maxximaeducacao.com.br
  • 31 de Janeiro 
    Como Montar seu Almoxarifado e Realizar um Inventário Físico com SucessoLocal: São Paulo, SP
    Realização: Ceteal – Centro de Estudos Técnicos e Avançados em Logística
    Informações: 11 5581-7326
    E-mail: secretaria@ceteal.com
    Site: www.ceteal.com

Internacional

  • 04 a 06 de Fevereiro
    Fruit Logistica 2015Local: Berlim, Alemanha
    Realização: Spotlight
    Site: www.fruitlogistica.com
  • 10 a 12 de Fevereiro
    LogiMAT 2015Local: Stuttgart, Alemanha
    Realização: LogiMAT
    Site: www.logimat-messe.de
  • 05 a 08 de Março
    Transport Logistic 2015Local: Munique, Alemanha
    Realização: Messe München GmbH
    Site: www.transportlogistic.de
  • 18 a 19 de Março
    Logistic Summit & Expo MéxicoLocal: Cidade do México, México
    Realização: Énfasis Logística
    Site: www.ilsexpo.com
  • 23 a 26 de Março
    ProMat Show 2015Local: Chicago, Estados Unidos
    Realização: MHI
    Site: www.promatshow.com

Logística sustentável: chance de criar valor

Estudo da DHL Supply Chain ressalta que a sustentabilidade não é mais vista como um custo adicional, mas sim uma oportunidade de criar valor [...]

A cadeia de suprimentos sustentável revelou-se como uma oportunidade inexplorada para capturar valor e gerar receitas superiores, conforme um estudo realizado pela DHL Supply Chain em parceria com o Grupo Lharrington LLC. Enquanto, antigamente, a cadeia de suprimentos era o elo mais fraco do ponto de vista da sustentabilidade, o novo processo é um imperativo de negocios que pode reduzir as emissões de carbono, proporcionar diminuições significativas de custos e melhorar o favorecimento entre os consumidores.


Uma cadeia de suprimentos ambiental gerencia produtos e materiais desde o início até o fim da vida útil do produto, como em um circuito fechado.  A eliminação dos resíduos economiza recursos enquanto a reciclagem eficaz gera valor. Citando exemplos da indústria, o estudo da DHL Supply Chain explora a melhor forma de gerenciar cadeias de suprimentos “verdes” e também como empresas líderes estão reduzindo com sucesso emissões de carbono, otimizando as operações e criando novos fluxos de receitas lucrativas.
O estudo ressalta que as empresas que aplicam melhores práticas de negócios reportam  redução de custos de quase US$ 1 bilhão resultante de sua cadeia de suprimentos sustentável. Assim, essas companhias já não percebem a sustentabilidade como um custo adicional, mas sim como uma oportunidade de criar valor.  
Para ressaltar a importancia da sustentabilidade dentro da DHL, a empresa conta com o Programa GoGreen, que busca minimizar os impactos causados ao meio ambiente a partir das operações da empresa. Um dos principais objetivos é, até 2020, reduzir em 30% a emissão de CO2 causada pelas atividades. Esse desafio foi lançado em 2009 e, os resultados alcançados têm sido maiores do que o esperado.
Isso só foi possível porque todos os elos da cadeia de suprimentos são estimulados a reduzir o consumo, reutilizar e reciclar materiais, contribuindo para a preservação de recursos naturais. Além disso, a empresas deve estimular para que as operações inovem e desenvolvam técnicas para tornar seus processos e operações mais eficientes, utilizando menos matérias-primas e otimizando o transporte das mercadorias.
Um dos setores que é mais atendido pela DHL Supply Chain, por exemplo, no aspecto da sustentabilidade e da logística reversa, é o de tecnologia. São mais de 120 mil toneladas de produtos movimentados por ano, como celulares, eletroeletrônicos, computadores, tablets e impressoras.
“Oferecemos 100 mil metros quadrados de área de armazenagem voltados específicamente à movimentação de produtos do setor de tecnologia, principalmente distribuidos em São Paulo e Região Metropolitana, Manaus, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Recife”, ressalta Marcos Menna, diretor sênior de operações da DHL Supply Chain.
Atualmente, cerca de 20% dos clientes da empresa são do setor de tecnologia. E para seguir um programa de sustentabilidade, a empresa passou a ter um melhor gerenciamento dos processos, consolidando pedidos para assim otimizar o uso da frota e, consequentemente, reduzir emissões de CO2 das operações. 
“Quando o modelo de cadeia de suprimentos sustentável é executado corretamente, as empresas capitalizam aumentos de receita e elogios sociais dos clientes, ao mesmo tempo garantindo que suas operações estejam de acordo com as medidas de conformidade exigidas, como reduzir, reutilizar, reciclar e recuperar”, completa Menna. 
Segundo explica, a redução está relacionada à eliminação de resíduos gerando eficiência; a reutilização envolve a remodelagem do produto; já a reciclagem significa garantir que seus resíduos gerados se transformem em oportunidade. A recuperação é o processo de decompor produtos que estão no fim de sua vida útil para capturar valores residuais.

(Foto: DHL/Divulgação)

Fonte: Logweb

Pedágio proporcional a trecho rodado começa a valer no 2º semestre

A partir do segundo semestre deste ano, os automóveis brasileiros podem começar a passar por estradas federais privatizadas sem ter de parar nos pedágios e pagando apenas o valor da tarifa equivalente ao trecho percorrido na rodovia. Depois de algumas revisões no calendário, o governo federal prevê para 30 de junho a entrada em operação do Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos (Siniav). Serão instalados chips nos veículos que permitirão ao governo verificar, por meio de sistemas de rádio, quando eles entram e saem das estradas. Nas rodovias ainda a serem concedidas, essa modalidade de cobrança de pedágio poderá ser prevista antes do leilão. Nas já privatizadas, seria necessário um aditivo. Os chips já são usados em algumas estradas privatizadas do interior de São Paulo, em fase experimental. O governo paulista estima que, no futuro, as tarifas de pedágio poderão cair até 30%, em média, com essa tecnologia.


Pelo modelo atual, os leilões de concessão de rodovias são vencidos por quem oferece a menor tarifa de pedágio por quilômetro. Depois do leilão, a concessionária indica os pontos da rodovia onde serão instaladas as praças de pedágio, de modo a promover as tarifas mais justas possíveis, tendo em vista os principais destinos e origens. Na prática, porém, sempre haverá aquele usuário que tem de dirigir apenas cinco quilômetros, mas paga pedágio, e aquele que percorre longas distâncias sem ser taxado. É para promover uma cobrança mais justa - o que inclusive elevaria a receita da concessionária - que o governo de São Paulo e as concessionárias planejam uma queda geral no valor das tarifas com a adoção do sistema de cobrança eletrônica por quilômetro.
"À medida que a placa eletrônica for implantada em um número crescente de veículos, a utilização desse equipamento para a cobrança eletrônica de pedágio permitirá o aumento da base pagante e a modicidade da tarifa. Nesse momento, prevalecerá o conceito "onde todos pagam, todos pagam menos"explica Gil Guedes, consultor técnico da Associação Brasileira dos Concessionários de Rodovias (ABCR).
Karla Bertocco Trindade, diretora-geral da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), explica que o sistema de cobrança por quilômetro rodado em São Paulo, chamado de Ponto a Ponto, vem tendo sucesso entre os 60 mil usuários selecionados para o teste. Mas ressalta que a adesão é voluntária, o que acaba atraindo mais quem passa a economizar no novo modelo de cobrança.
"Para a concessionária da rodovia, a mudança não é necessariamente boa. A longo prazo, será boa, porque vai ter usuários mais satisfeitos, pagando um valor mais justo. Mas, num primeiro momento, o modelo está destinado a corrigir distorções. Com todo mundo pagando pelo que usa de fato da rodovia, temos expectativa de redução de tarifas em 30%", disse Karla.
Com o Siniav, serão instalados chips em todos os veículos do país, em sistema similar àqueles implantados para cobrança de pedágio por empresas privadas (Sem Parar, Conect Car, Auto Expresso e Move Mais). No modelo atual dessas empresas, o chip abre a cancela nas praças de pedágio e registra o custo, sem que o motorista tenha de parar. No futuro, esse mesmo chip vai registrar as entradas e saídas do carro na estrada, enviando a fatura posteriormente ou descontando dos créditos do dono do veículo - como também já ocorre com a cobrança de estacionamento pelas empresas privadas, com o chip registrando o tempo de uso.
Para a cobrança do pedágio proporcional começar a valer em 2015, porém, espera-se que não haja nova prorrogação da instalação do Siniav, previsto em lei desde 2006. Além disso, são necessários ajustes regulatórios e burocráticos. Para os contratos de concessão federal já em curso, por exemplo, seria necessário negociar aditivos com as operadoras, como ocorreu em São Paulo. A favor da adoção está o fato de que mais da metade das rodovias concedidas já têm tecnologia para fazer essa adaptação.
Como já ocorre em quatro rodovias de São Paulo, os chips devem permitir, no futuro, que motoristas possam pagar pedágio por quilômetro rodado nas estradas federais em sistemas pré e pós-pagos, acompanhados de taxas de adesão, mensalidades ou taxa para carregamento de créditos. Com o monitoramento por rádio, a medição é precisa, com cobrança equivalente ao número de quilômetros percorridos. O sistema é conhecido pela expressão em inglês free flow, ou fluxo livre, uma vez que não é necessário parar em nenhum ponto da estrada para pagar pedágio.
"Nos EUA, onde o sistema já existe, câmeras instaladas nos pórticos tiram fotos das placas em caso de não haver registro para pagamento, sendo a cobrança enviada posteriormente por correio para o usuário, em geral com um adicional correspondente ao custo da foto e da postagem. Sistema análogo está implantado há vários anos no Chile e na Austrália"  diz Guedes, da ABCR.
A Artesp firmou neste ano um convênio com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para compartilhamento de tecnologias do sistema automático de arrecadação de pedágios. Por enquanto, a agência federal avalia a adoção do free flow em concessões futuras.
Segundo a ANTT, com o Siniav o usuário vai poder contratar o serviço “por meio de pagamento à vista, pré ou pós-pago; realizar a transação em cabine específica, onde não há necessidade de parada; evitar filas nas cabines manuais, sem paradas e arrancadas; e diminuir o consumo de combustível, de emissões de gases poluentes e de custos do veículo, como freios e suspensão".
No ano que vem, todos os carros deverão passar por esse processo de emplacamento eletrônico, assegura o Ministério das Cidades. O modo como isso ocorrerá, porém, ainda não está muito claro. Segundo o governo, o Siniav permitirá melhorar a segurança, a mobilidade e a produtividade das estradas, "poupando vidas, tempo e dinheiro".
Na avaliação do Ministério das Cidades, além da mudança no modelo de cobrança nos pedágios, a tecnologia do Siniav permitirá ao setor privado uma grande oferta de novos serviços, como acesso automático a estacionamentos, condomínios e serviços de abastecimento.
O sistema, na verdade, tem como principal foco os benefícios para a segurança pública, permitindo que os veículos irregulares - seja por motivos fiscais, seja por criminais - possam ser encontrados pelos sistemas de rádio instalados ao longo do país. O governo também vai monitorar se veículos circulam com IPVA ou licenciamento vencidos, mas garante critérios para a preservação da privacidade dos condutores. "Somente as informações visíveis do veículo, como placa, cor e tipo, estarão presentes nas informações constantes da Placa Eletrônica", informa o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

Fonte: O Globo via Logweb

Ao participar da Movimat, você e sua empresa terão acesso a diversas ferramentas que potencializam suas vendas


Face aos desafios que iremos enfrentar no ano de 2015, torna-se prioritário aproximar sua marca aos seus consumidores finais e possíveis novos clientes. Neste contexto, a Movimat se apresenta como uma plataforma onde seus consumidores poderão interagir com seus produtos, oferecendo a você e sua empresa a chance de aumentar sua participação no mercado.
Além disso, visando otimizar suas ações, disponibilizamos uma série de ferramentas gratuitas de marketing, como a Entrevista Eletrônica, o Convite Eletrônico, o Showroom Virtual, entre outros.
Perfil do visitante:
  • 43% dos visitantes ocupam cargos de liderança;
  • 74% dos visitantes participam do processo de compra.
Os principais objetivos dos visitantes são:
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Porto de São Francisco do Sul bate recorde de movimentação de cargas

Com mais de 13,3 milhões de toneladas movimentadas, Porto mantém crescimento e alcança o melhor resultado desde o início das operações [...]

O Porto de São Francisco do Sul bateu novo recorde histórico em 2014 ao registrar 13.301.540 toneladas movimentadas, volume 2% superior ao recorde anterior, registrado em 2013. A alta foi impulsionada pela exportação de soja, que ultrapassou a marca de 4,7 milhões de toneladas, e pela importação de fertilizantes, que movimentou 1,8 milhão de toneladas entre janeiro e dezembro de 2014.
Historicamente, o Porto de São Francisco do Sul destaca-se pela movimentação de granéis sólidos, movimentando uma quantidade importante de commodities. Nos últimos anos, assim como nos demais portos de todo o mundo, vê crescer a participação de cargas gerais, como a exportação de estruturas de aço e madeira e a importação de fios de aço.

Para o presidente do Porto, Paulo Corsi, o contínuo crescimento da movimentação reforça a condição de segundo principal movimentador de carga não conteinerizada do país e é reflexo dos investimentos na modernização do empreendimento. “Batemos recorde histórico em 2013 e em 2014. Continuamos investindo no Porto e, em 2014, inauguramos um novo berço. Hoje, 10% da soja exportada pelo Brasil passa por aqui”, destaca.
Em 2014, as cargas destinadas a outros países somaram 7.852.277 toneladas e, no fluxo contrário, desembarcaram 5.449.263 toneladas. Além de fertilizante, também figuram entre as principais importações soda e chapas de aço. Nas cargas destinadas a outros países o destaque são os embarques de soja, milho, madeira, motores, ferro e aço. Entre os principais destinos estão a Ásia, Estados Unidos, África, Europa, Oriente Médio e Mercosul.

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Brasil fica em penúltimo lugar em ranking de competitividade da CNI

País fica atrás apenas da Argentina em estudo que considera fatores como custo da mão de obra, peso dos tributos e ambiente macroeconômico

 O Brasil ocupa o penúltimo lugar, atrás apenas da Argentina, num ranking de competitividade elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) que reúne 15 países. O estudo Competitividade Brasil 2014 considera fatores como ambiente macroeconômico, peso dos impostos e disponibilidade e custo da mão de obra. O levantamento está na sua quarta edição e, desde 2012, o Brasil se mantém nessa posição
A lista inclui, além da Argentina, Colômbia, México, .Polônia, Turquia, Índia, Rússia, África do Sul, Chile, China, Espanha, Austrália, Coreia do Sul e Canadá. No topo da lista, aparece o Canadá, seguido pela Coreia do Sul e a Austrália. "Apenas nos fatores disponibilidade e custo de mão de obra e em tecnologia e inovação, o Brasil não está no terço inferior do ranking, ou seja, entre a 15ª e a 11ª posição", informa o estudo.

No último ano, o Brasil avançou posições em três de oito fatores: disponibilidade e custo da mão de obra; peso dos tributos; e ambiente macroeconômico. No fator disponibilidade e custos de mão de obra, o Brasil passou do sétimo lugar em 2013 para o quarto em 2014. No de peso de tributos, saiu da 14ª posição para a 13ª em 2014. No quesito ambiente microeconômico, subiu do 13º para o 11º lugar. Por outro lado, o Brasil piorou nos fatores infraestrutura e ambiente macroeconômico. Na questão da infraestrutura, recuou da 13ª para a 14ª posição. No ambiente macroeconômico, caiu do 10º para o 12º lugar.
No fator disponibilidade e custo de mão de obra, o Brasil tem o melhor desempenho - atrás apenas de México, Chile e Colômbia. Segundo a CNI, embora o país tenha boa oferta de mão de obra, o seu potencial competitivo fica comprometido pela baixa produtividade do trabalhador, que só é melhor do que a da Índia e a da China.
No que diz respeito à disponibilidade e custo do capital, o Brasil ocupa a última posição do ranking. De acordo com a CNI, o desempenho deve-se aos juros altos no país. Em relação à infraestrutura e logística, o país perdeu uma posição no fator infraestrutura e logística e em 2014 ficou em penúltimo lugar, à frente apenas da Colômbia. "Essa queda é resultado, especialmente, da piora do subfator alfândega e operadores, em que o país caiu da 8ª posição em 2013 para a 13ª em 2014. A avaliação do país recuou em todos os itens avaliados nesse subtema eficiência nos processos de liberação alfandegária; capacidade logística, pontualidade no cumprimento de prazos e rastreabilidade", disse a CNI.
Em relação ao peso dos impostos, o Brasil avançou da 14ª para a 13ª posição e trocou de lugar com a Espanha, que apresentou um aumento do conjunto de impostos pagos pelas empresas como percentagem de seus lucros, de 38,7% para 58,2%. Outros fatores analisados foram ambiente macroeconômico; ambiente microeconômico; educação; e tecnologia e inovação.
Fonte: Estadão - Yahoo Notícias - O Globo

Nova classe média exige bons serviços de logística

Estudo revela que 94% das pessoas comentam com os amigos quando não gostam dos serviços oferecidos pelas empresas.
A ascensão da nova classe média gerou mudanças nas relações sociais, políticas, econômicas e até comerciais. Um estudo realizado pela Gouvêa de Souza e Accenture aponta que a maior parte desses novos consumidores exige bons serviços de logística. Quando as exigências não são atendidas, 94% deles compartilham as frustrações com os conhecidos, gerando uma propaganda negativa espontânea.
Charles Pierre, gerente de logística de uma empresa de embalagens de Anápolis (GO) – onde se concentra o maior distrito industrial do Centro-Oeste -, percebeu essas mudanças na prática: “Logística, há um tempo, era simplesmente transportar, fazer frete num caminhão. Hoje, a área envolve muitos itens como armazenar, baixar custos, dar informação e satisfazer o cliente.”
E ao que tudo indica os brasileiros não estão muito satisfeitos. Um relatório do Banco Mundial, que avalia a logística de 160 países, mostra que o Brasil caiu 20 posições de 2013 para 2014. O ranking é baseado na opinião de empresários que levam em consideração seis pontos: alfândega, infraestrutura, remessas internacionais, qualidade da logística, rastreamento e pontualidade. Numa escala de 0 a 5, o Brasil recebeu nota 2.94, ficando atrás de países como Chile, Indonésia e Argentina.
Isso indica que o mercado de logística perdeu força e precisa se reciclar. “Hoje, nós temos muitos profissionais que não são da área e eles atuam, talvez por indicação, de uma forma que não é correta”, analisa Charles.  A necessidade de bons profissionais é reforçada pelo coordenador do MBA Executivo em Logística de Distribuição e Produção do Instituto de Pós-Graduação e Graduação (IPOG), professor Tarcísio Menezes. Segundo ele, a estrutura logística disponível não é adequada para atender a alta demanda, por isso ter um profissional qualificado é primordial em todo o processo.
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“O crescimento da economia demanda logística de exportação, logística interna no escoamento da produção agroindustrial e melhoria da mobilidade urbana com o crescimento das cidades e da demanda do canal de varejo. O momento é favorável para a formação do profissional em logística”, aponta o professor.
Abrir horizontes
Tarcísio ainda sinaliza que a capacidade técnica não é suficiente para os profissionais do ramo, pois é preciso também oferecer um conhecimento de toda a cadeia de logística. Para ele, é isso que vai gerar a redução de custos e aumentar a competitividade. “A finalidade do MBA em Logística no IPOG é colaborar com a formação e a visão ampliada dos profissionais.”
Quem se beneficiou com a completa formação curricular do curso foi o gerente de Logística, Osvando de Oliveira. “Abriu o horizonte em relação a conhecimento, contatos e uma nova maneira de pensar sobre soluções já consagradas e novas a serem criadas, já que o setor é muito dinâmico.”
Osvando vive ainda uma nova fase de sua vida profissional e comemora: “Acabei de ser promovido a Gerente de Logística. Credito muito disso ao MBA que terminei em 2013.”
Fonte: IPOG

6 lições que aprendi na sede global da Amazon

Empreendedor conta como foi reunião com executivos da empresa norte-americana:

A Amazon é conhecida por não receber muitas visitas em sua sede global em Seattle. Mesmo assim, quando eu soube que o Shop.org 2014 ocorreria na mesma cidade do líder do e-commerce americano, comecei a sonhar com a possibilidade de ser recebido por eles para uma mentoria sobre a cultura Amazon e sobre precificação inteligente, assunto que eles dominam no estado da arte.
O evento ocorreria em outubro, então desde março comecei a acionar minha rede para pedir que me conectassem com alguém da Amazon de modo que eu não perdesse a oportunidade de conhecer o centro de tecnologia do varejo mundial e que concebeu diversas inovações como o Kindle, Amazon Web Services, Fullfilment Centers, Amazon Prime, Amazon Fresh, lockers, drones, além das aquisições que complementam sua proposta de valor como Zappos, Audible, Kiva Systems, entre outros. Eu sabia que precisava tentar com antecedência…
Depois de alguns follow-ups, fiquei muito feliz quando recebi do Nick Martell da Endeavor a confirmação de uma reunião para mim com o Vice-Presidente Global de Pricing da Amazon, junto com o Diretor de Monitoramento da Concorrência.
Fui recebido de forma muito amigável por eles e conversamos durante 90 minutos naquela que, posso dizer hoje, foi uma das reuniões mais marcantes da minha vida. A pauta teve como alvo uma mentoria para mim e para a Sieve sobre aspectos relacionados a cultura organizacional, liderança, empreendedorismo, e-commerce e precificação inteligente.
Aprendi muitas coisas e organizo abaixo em 6 lições principais:
1) A importância da Cultura Organizacional
A cultura organizacional da Amazon é a chave quando se pretende comparar o sucesso dela com outras empresas. Desde o processo de contratação, procura-se deixar muito claro que as pessoas e a cultura são prioridade, quais são as regras do jogo e como as coisas são feitas.
Mesmo que a pessoa seja muito talentosa, não fica se não for “culture fit”. Fica clara a diferença entre os missionários e os mercenários. Os missionários são aqueles que entendem o propósito da companhia, acreditam no projeto e se comprometem. Já os mercenários são aqueles apenas interessados no objetivo financeiro de curto prazo.
Na Amazon, paixão continua sendo a força-motriz. Uma prática que possuem é frequentemente oferecer dinheiro a funcionários para deixarem a companhia. Desta forma, ficam apenas os “believers”.
2) Fortes princípios de liderança na prática
Li o livro “The Everything Store” (recomendo fortemente!), assisti à palestra do autor Brad Stone e fui à reunião com a Amazon. Me surpreendeu a constância e a repetição dos valores e princípios de Liderança por todos.
Em diversos momentos, para responder determinadas perguntas, as respostas começavam com: “Vou citar Jeff Bezos que disse sobre isso…”. Estava tão na ponta da língua que ficou claro para mim que as palavras não eram vazias e OBSESSÃO PELO CLIENTE, FOCO IMPLACÁVEL, VIÉS PARA AÇÃO e os outros princípios são vivenciados na prática.
3) Segredo do sucesso do Jeff Bezos
Cheguei a 3 conclusões:
Evolução como gestor, pois uma coisa é dirigir uma startup, depois uma empresa de 1 milhão de receita, depois 1 bilhão e agora 100 bilhões…
Capacidade de desenvolver sua liderança e permanecer inspirador para seu time
Gestão do tempo, pois como o dia dele continua tendo apenas 24 horas, ele precisou desenvolver um método de priorização, foco e disciplina para dar conta de todos os compromissos assumidos
O que é inegável é que ele e seu time são muito bons em EXECUÇÃO.
Perguntei: existem sucessores para o Bezos? A resposta foi: “ele é jovem, criou uma empresa do zero a 100 bilhões em 20 anos, cuida da saúde, portanto deve estar por aqui conosco ainda por um bom tempo…”
4) Persistência num foco implacável
Depois de ter encontrado o caminho para tornar a Amazon relevante, ficou claro qual seria o foco da companhia. E mais do que persistir nele, ser implacável foi a chave.
A tradução de “implacável” para o inglês é “relentless”. Se você quer saber qual é a empresa mais implacável do mundo, digite relentless.com e descubra!
E qual é este foco implacável?
Ter o menor preço e o maior sortimento possível para ser relevante para o cliente. Não ter problema em destruir os próprios produtos ou modelos de negócios para atingir esse objetivo. Não sucumbir ao Dilema do Inovador do Prof. Clayton Christensen.
Reparem que “ser rentável” não entra nessa equação, porque “your high margins are a space to your competitor outrun you”.
Ou seja, encontre o sweet spot que será o seu fator de diferenciação e seja resiliente nele!
5) Evitar a burocracia do crescimento
Com o crescimento, chegam as dores! E para lidar com as dores, chega a burocracia. Então, a Amazon desenvolveu uma série de métodos para evitar a estruturação demasiada paralisante natural de empresas gigantes.
Permanecer enxuta, ágil, inovadora é fator crítico de sucesso. Eles conseguiram escalar a gestão organizacional! Todas as equipes são “2-pizza teams”, ou seja, a equipe não pode ser grande tal que 2 pizzas deixem de ser suficientes para alimentar a todos!
Na Amazon, não se usa PowerPoints! Pense na sua empresa, quantas vezes você usou PPT essa semana? Lá, se você quiser apresentar qualquer coisa, deverá escrever um documento de 6 páginas em formato de FAQ/press release de como o cliente irá observar o tema em questão. Saber escrever é uma competência gerencial na Amazon!
6) Precificação 100% automática
Dezenas de milhões de preços são trocados diariamente na Amazon. Qual é a estratégia de precificação? Apenas uma: ter sempre os menores preços. Se for preciso, irão até 1 centavo. Na semana anterior à reunião, chegaram a perder 200.000 dólares por causa de um único SKU.
Qual é a mágica? 99,99% das trocas de preços são automáticas. É tão residual a troca manual de preços que podemos afirmar que o processo de precificação da Amazon é totalmente automatizado e procura seguir a estratégia de preço definida.
É claro que essa estratégia kamikaze só funcionaria para empresas que possuam caixa praticamente ilimitado para torrar. Para todas as demais lojas virtuais, a recomendação é que se estabeleça uma estratégia de preços equilibrada entre crescimento e rentabilidade de modo a maximizar o potencial da operação no e-commerce.
Mas a verdade irrefutável é que precificação dinâmica já deixou de ser tendência, é realidade no mercado americano e indispensável para se obter sucesso no e-commerce!
Conclusão
Além de seu trabalho na Amazon, Jeff Bezos criou a blueorigin.com com o objetivo de levar o homem a explorar o Universo Sideral. Portanto, ao final da reunião, pedi que fosse transmitido a ele a mensagem de que estou confiante de que um dia eu serei passageiro dele e, já procurando me planejar, enviei um invite no calendar da minha esposa, convidando-a para comemorar nossas bodas de prata em Marte no ano de 2036 ;-)
E também aproveitei para debater uma última questão: em função do dilema Crescimento X Rentabilidade que a companhia vem experimentando nos últimos 20 anos, será que a Amazon está reinventando o capitalismo?
Certamente, um bom tema de debate para a nossa próxima reunião!

Luis Vabo Jr é CEO da Sieve, empresa de inteligência de preços e dados de e-commerce para lojas virtuais e fabricantes. Professor da PUC-Rio e Empreendedor Endeavor.

Fontes: Estadão. Essas informações foram publicadas originalmente no portal da Endeavor.

MIRA TRANSPORTES apresenta suas soluções para os segmentos de Calçados, Moda e seus complementos

A Transportadora acredita na eficiência, na especialização e no aporte de permanente valor agregado às operações, como forma de ATRAIR e MANTER Clientes satisfeitos.

Para o Diretor Comercial do MIRA TRANSPORTES – Geraldo J.F. Corrêa, que dispõe de uma vasta experiência na área de prestação de serviços, a forma mais simples de explicar o posicionamento comercial de sua empresa é através da simples constatação de que, quanto maior é a necessidade de agregar valor às mercadorias transportadas, maiores são as afinidades existentes entre o MIRA e seus Clientes. 


Como forma de exemplificar tal afirmação, o MIRA TRANSPORTES destaca seu enorme poder de competitividade na prestação de serviços para os segmentos econômicos Calçadista, Moda e seus Complementos. 
” Nosso objetivo é oferecer uma prestação de serviços eficiente e eficaz, preservando a integridade das mercadorias com performance de entrega diferenciada. O comprometimento na realização das entregas no momento correto e com uma relação custo beneficio extremamente favorável, é o que nos impele a buscar incessantemente Clientes nesses segmentos”, pondera Corrêa. 
Considerando o alto valor agregado e a sazonalidade dos produtos desse segmento, o MIRA TRANSPORTES promoveu processos operacionais consistentes que permitem aos Clientes a certeza do atendimento.” Nossos Clientes demandam milhões no desenvolvimento dos seus produtos e portanto necessitam do nosso comprometimento na ultima fase do processo de venda, ou seja, a entrega e nesse momento o Mira demonstra toda a sua competência”, conclui Corrêa. 
Sobre o Mira Transportes – O Grupo MIRA dispõe de duas divisões de negócios; o MIRA TRANSPORTES, empresa de transporte de carga e distribuição em todo o Centro-Oeste e Norte do país e a TARGET LOGISTICS, unidade de negócios logísticos do grupo, especializada no provimento de soluções para as atividades de logística integrada.

Informações:
Matriz São Paulo, SP - Rua São Quirino, 1.090 - CEP 02056-070
Telefone (11) 2142-9000

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