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Matéria internacional - De férias, visite: Port Aventura: Més que un park


Estava em Barcelona, e peguei a estrada no sentido de Tarragona; Perto dali existe uma charmosa cidade praiana chamada Salou. Ela atrai turistas alemães, ingleses, russos, espanhóis e principalmente das maiores cidades da Catalunha. Praias especiais, castelos, museus e um parque de diversões, surpreendente: Port Aventura. Quando lá cheguei pude observar que estava diante de um dos maiores empreendimentos de lazer e turismo de toda a Europa.
IMG_7197Na minha carreira profissional, tive ocasião de visitar parques de atrações localizados em vários países e em distintos continentes; porém, saio com a convicção de que Port Aventura é genuíno e diferente.
Tudo começa pela organização a qual pode ser observada desde a chegada. Existe um apurado conceito do que são os principais aspectos da logística. Uma perfeita sinalização indica ao visitante o melhor ponto para estacionar o seu veículo, seja próprio ou de agências de turismo ou mesmo com o sistema de trens de cercania que tão bem funcionam na Espanha em geral e na Catalunha particularmente.
Port Aventura é um complexo de lazer situado nos municípios Tarraconenses de Vila Seca e Salou. Com uma média superior aos 4 milhões de visitantes ao ano, é uma das principais atrações da região denominada Costa Dourada. É o parque temático mais visitado da Espanha e o sexto mais visitado de toda a Europa.
O complexo, que foi ampliado em diversas ocasiões desde a sua criação, conta na atualidade de um parque temático (PortAventura Park), um parque aquático (Costa Caribe Aquatic Park), um campo de golf (Mediterrâneo Beach&Golf) e quatro hotéis temáticos.
PortAventura Park é o nome do parque de atrações do complexo no qual reside sua principal atividade. Foi Port Aventura que inaugurou o complexo em maio de 1995. Consta de seis áreas temáticas; Mediterrâneo, Polinésia, China, México, FarWext e Sésamo Aventura. O parque possui uma ambientação e espetáculos distribuídos por distintas áreas. Festas temáticas são periodicamente realizadas em épocas determinadas do ano como Halloween, Carnaval ou Natal.
Um dos pontos fortes do complexo são suas animações que sempre visam arrancar um sorriso dos visitantes. Esta não tem horários fixos de apresentação e acontecem nos momentos menos esperados.
As pequenas vilas temáticas, baseadas em distintas civilizações históricas, trata de reproduzir fielmente cada detalhe. Desde 1991 até 2010 eram cinco áreas; a partir de 2011 foi inaugurada a Sesamo Aventura, uma área infantil, fixando assim o número de áreas em seis.
Para uma visita tranquila recomendamos aos visitantes que disponham de sapatos confortáveis porque o parque nos convida a dar largos passeios aos quais podemos alternar viajando nos trens que atravessam de uma extremidade para outra do parque, ou nos barcos que atravessam três enormes lagos.
As atrações e os espetáculos são tremendamente variados. Para visitar o Port Aventura sem pressa recomendamos dedicar dois dias; se pretendem incluir uma visita a Costa Caribe recomendamos dedicar um terceiro dia de visitas ao complexo.
O local possui excelentes hotéis. Quem preferir pode hospedar-se nos hotéis da cidade praia de Salou. Vale a pena dar uma esticada na capital da região que é Tarragona. Lá o turista poderá conhecer o Anfiteatro Romano, as murallas que cercavam a cidade ambos do Seculo II, conhecer a Necrópolis Paleocristiana com mais de 2000 tumbas e passear pelo Museu Nacional Arqueológico. Entrar no Mercado Central, construído em 1915 e tomar uma cerveja é uma boa pedida.
Nessa época do ano, até o final do mês de outubro, uma boa pedida é comprar cerejas, conhecidas por lá como Pinacota. Em média um quilo da deliciosa fruta custa R$ 8,00. Para quem não deseja realizar o passeio pela cidade de carro, ou caminhar muito pode pegar o tarracotren, que realiza um tour especial por mais de 20 diferentes atrações de Tarragona. Acesse e confira www.tarracotren.com. Para quem for visitar o parque informações e reservas: http://www.portaventura.es/.
Fotos por: Patrícia Pegrucc

Tuk-tuk chega ao Brasil e vira oportunidade para empreendedores

Veículo tem custo de uma moto e a conveniência de um carro, segundo a Motocar. Meta é vender 1,5 mil unidades em 2014.

O triciclo, também conhecido como tuk-tuk ou riquixá, é uma das figuras característica de países asiáticos, sobretudo da Índia. O veículo mistura características de motos, como os baixos consumo de combustível e custo de aquisição, e a proteção típica dos automóveis. Levando em conta essas características, por que não trazer os triciclos para o Brasil? Na verdade, uma empresa já teve essa ideia: a Motocar, empresa paulista que está vendendo os veículos desde o começo do ano. A intenção da montadora é oferecer os tuk-tuks como uma oportunidade de negócio para seus clientes. Além disso, para ampliar as vendas, oferece um modelo de concessionária para os interessados em vender o produto.





A formatação do negócio demorou quase cinco anos e a inspiração veio de um país bem mais próximo que a Índia. "Em 2009, em uma viagem ao Peru, onde o triciclo é usado em regiões mais afastadas dos grandes centros, um dos futuros fundadores da Motocar percebeu que poderia adaptar a ideia ao Brasil", diz Fábio Di Gregório, diretor de relações institucionais da Motocar.
Entre 2009 e o fim de 2013, a Motocar desenvolveu o produto e trabalhou na regulamentação do triciclo. Como ninguém produzia nada parecido por aqui, o riquixá passou por uma série de homologações. "Pensamos que a burocracia levaria duas semanas, mas precisamos de dois anos para passar por essa etapa", afirma o diretor. Entretanto, a espera valeu a pena, pois os veículos da Motocar estão autorizados a transitar em qualquer via do território nacional. O lançamento oficial da montadora aconteceu em novembro do ano passado.
A Motocar produz três tipos de triciclo: um para passageiros – com capacidade para o condutor, dois passageiros e espaço para bagagem – e dois para carga, um com carroceria aberta e o outro fechado. O veículo para passageiros tem preço sugerido de R$ 10,9 mil. Os de carroceria aberta custam R$ 12,9 mil e R$ 13,9 mil, sendo que o fechado é o mais caro. Além da economia na aquisição dos tuk-tuks, o empreendedor economiza no futuro, segundo o diretor. "Os custos de manutenção representam 1/3 do valor gasto com carros."
Segundo Di Gregório, o triciclo de passageiros foi desenvolvido para ser um táxi, com foco em cidades menores. O problema é que a legislação sobre transporte coletivo privado varia de cidade para cidade, o que atrapalha um pouco as vendas. "Estamos conversando com prefeituras dispostas a aceitar os triciclos", diz o diretor. O veículo de passageiros também está sendo aproveitado em passeios turísticos e usado por hotéis como opção de transporte para seus hóspedes.
Os triciclos de carga, por sua vez, podem ser utilizados para o transporte de mercadorias e para a venda de alimentos. A autorização para estacionar um veículo e oferecer comida também varia dependendo do município. Neste caso, por outro lado, há um atenuante: em abril, São Paulo, a maior cidade do Brasil, liberou a venda de alimentos sob condições bastante favoráveis. "Há pet shops itinerantes, brinquedos, vendedores de churrasquinho grego e muitos outros negócios funcionando em nossos veículos", afirma Di Gregório. Para dirigir um triciclo, o condutor deve ter habilitação na categoria A, a mesma de motos.
"Melhor que franquia"
Os triciclos podem ser encontrados em revendedores autorizados, concessionárias ou diretamente da fábrica da Motocar. As concessionárias não são próprias das montadoras, mas um investimento de empreendedores que acreditam no negócio. O modelo tem características próprias de franquias: as operações têm o nome da Motocar e seguem uma identidade visual. No entanto, não precisam pagar taxas pelo licenciamento da marca. "As relações entre montadoras e distribuidoras seguem uma legislação própria, conhecida como Lei Ferrari", diz de Gregório.
O investimento inicial em uma concessionária gira em torno de R$ 300 mil, usados para compra de veículos e peças, adequação do ponto de venda e capital de giro. "Nosso foco é lucrar fabricando os triciclos, não com taxa sobre taxa como muitas vezes acontece no setor de franquias. As concessionárias têm essa vantagem", diz o diretor. Atualmente, há 15 concessionárias da Motocar espalhadas em quatro regiões brasileiras – só o Centro-Oeste não tem unidades por enquanto.

Expansão
O plano da Motocar é vender 1,5 mil triciclos até o fim deste ano. Segundo Di Gregório, a montadora vem batendo metas mês a mês e deve até ultrapassar a estimativa inicial. Ao mesmo tempo, a empresa quer fechar 2014 ampliando o número de concessionárias de 15 para 25.
Os interessados nos triciclos podem ir ao distribuidor mais próximo – este mapa é bastante útil na busca – ou entrar em contato com a montadora. Um formulário de contato para eventuais compradores e uma página para quem pensa em abrir uma concessionária podem ser encontrados no site da empresa.

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

A Diretora Geral da empresa Dpuntos, empresa hispano brasileira especializada em brindes promocionais aborda aspectos básicos que tem relação direta com a Logística Promocional que anda de moda atualmente



Com base em minha ampla experiência no mercado de Brindes Promocionais e MERCHANDISING, quero abordar com o presente artigo, um caso eminentemente pratico, que ressalta a importância do planejamento integral de uma campanha de marketing promocional
 
 
Como parte integrante das atividades realizadas no seio de minha empresa, Dpuntos Brindes do Brasil; www.dpuntos.com, em determinadas ocasiões cumprimos uma missão de verdadeiros consultores de nossos clientes e de nossos prospects. Logicamente nosso trabalho é muito mais complexo que colocar à disposição do mercado peças promocionais que dão vida às campanhas de difusão de imagem ou de promoção de produtos e de serviços.
Observamos com certa preocupação que em diversas ocasiões, ao realizar o processo de planejamento que deve nortear qualquer campanha de marketing promocional, por mais simples que seja, as empresas deixam de considerar aspectos relevantes do processo e que podem gerar efeitos catastróficos como tratamos de demonstrar no presente artigo.
Recentemente, um dos nossos clientes nos dirigia uma consulta a qual foi realizada com sua campanha promocional em pleno andamento. Depois de preparar uma ampla campanha para difusão de um produto de grande consumo nos pontos de venda, o que se faria com a exposição do produto através de enormes DISPLAYS produzidos em papel rígido, nosso cliente constatou que o custo logístico para realizar a entrega do material para os pontos de distribuição, poderia supor um custo logístico totalmente astronômico, considerando a volumetria do material produzido.
Pode parecer ilógico porém, a única solução que encontramos foi contratar uma empresa de manipulação de produtos, que procedeu a desmontagem das centenas de DISPLAYS já preparados para poder facilitar o transporte do material aos estabelecimentos destinatários da campanha; redes de supermercados dispersa por todo país. Caso não fosse adotada esta medida nosso cliente teria que haver contratado 5 caminhões somente para escoar os materiais do ponto de origem para as localidades de destino.
Uma campanha de Marketing Promocional deve ser uma atividade realizada por diversos departamentos de uma organização. As pequenas e medias empresas, que em muitas ocasiões no contam com um departamento de marketing especifico, devem buscar a assessoria profissional de empresas como a nossa, as quais podem e devem oferecer um serviço integral que cumpra com os requisitos de qualidade e preço somados à eficiência e eficácia.
Poderíamos mencionar diversos outros exemplos de situações semelhantes com as quais nos enfrentamos no dia a dia; porém, nossa intenção é lançar uma reflexão sobre alguns cuidados básicos e elementares que devem ser adotados com a finalidade de que as campanhas de Marketing Promocional cumpram o único objetivo para o qual são desenhadas que é colaborar para que as organizações cumpram o objetivo de ATRAIR e MANTER clientes.

Sobre a Dpuntos Regalos Promocionales (Espanha) e a Dpuntos Brindes do Brasil
Dpuntos, www.dpuntos.com, é uma organização hispano brasileira, contando porém com 14 anos de experiência em seu segmento. A Dpuntos tem sua base de negócios na cidade de Barcelona, Espanha, e atende o mercado brasileiro através de uma rede de correspondentes. Dispomos de um catalogo digital no qual o cliente poderá encontrar 20.000 referencias vivas de artigos desenhados para atender às necessidades específicas de nossos clientes. Dpuntos participa dos principais certames existentes nos 5 continentes para poder acompanhar as tendências internacionais de nosso segmento e estar sempre na vanguarda do setor.
  
Para mais informações sobre a empresa poderão consultar o site, www.dpuntos.com ou entrar em contato através do telefone + 34 93 6363718, e-mail: lucia@dpuntos.com e Skype: dpuntos.

Cadeia de suprimentos: gestão eficiente garante lucro para o Varejo

Ao mesmo tempo em que oferece muitas oportunidades, o Brasil também apresenta diversos desafios para as empresas que buscam fazer negócios no país. Ter uma cadeia de suprimentos funcionando plenamente em uma nação de dimensões continentais, com graves problemas e deficiências infraestruturais e um sistema tributário complexo e oneroso, nem sempre é uma tarefa fácil. As empresas do setor varejista, por exemplo, conhecem bem essa situação, inclusive, encontrando na logística um gargalo a ser ultrapassado.
O segmento de varejo precisa lidar com a logística e a sua gestão pode, dependendo da eficiência, contribuir para elevar o grau de competitividade ou arranhar e comprometer a imagem de uma empresa. Seja para receber mercadorias, distribuí-las entre as filiais ou então entregar um produto ao consumidor, ter uma cadeia de suprimentos que funcione com perfeição é essencial para qualquer empresa, independente do seu core business.
Mesmo estabelecendo centros de distribuição em diversos estados, como algumas redes varejistas fazem para melhorar sua eficiência, as empresas não estão livres dos desafios já citados. O varejo por sua vez, é quem inicia um processo comumente chamado de efeito chicote, gerando excesso ou falta de produto ao logo de toda cadeia produtiva, principalmente pelas dificuldades encontradas na interação entre empresas e também entre os diversos setores dentro de uma mesma companhia. Manter o diálogo, a integração entre as partes e a clara definição de papéis para cada elo dessa intrincada rede é essencial ao bom funcionamento dos processos.
Temos que destacar também que a cadeia de suprimentos não é importante apenas para a imagem e o bom funcionamento da empresa, mas interfere diretamente no resultado de uma companhia. Em alguns casos, os custos com logística, somados aos gastos com a aquisição de produtos, correspondem a 75% dos dispêndios totais de uma empresa. Por outro lado, melhorar a cadeia de suprimentos pode trazer diversos benefícios, como a redução de custos logísticos em até 25%; diminuição de custos totais entre 3% e 8%; melhoria do lead time de 15% a 30%; e retorno do capital empregado (ROCE), entre 30% e 40%. Então, qualquer variação, positiva ou negativa no segmento de supply chain tem impacto significativo sobre em toda a companhia.
Os conceitos de estratégia, planejamento e organização fazem, mais do que nunca, parte do dia a dia da cadeia de suprimentos, que não pode deixar de considerar os princípios da sustentabilidade, agilidade e baixo custo. No atual cenário globalizado, a área de logística deixa de ter um perfil estritamente operacional para ocupar uma posição estratégica nos negócios. Visto isso, no momento atual, os gestores do setor de logística devem focar em três itens principais: identificar oportunidades de diminuir custos para gerar lucratividade; desenvolver respostas mais eficazes à volatilidade da demanda; e reorientar seus processos operacionais para aumentar a flexibilidade, mantendo a eficiência.
A volatilidade da economia mundial está criando novas pressões e oportunidades para os diretores e executivos de supply chain. Este é o momento para os responsáveis pela cadeia de suprimentos tomarem medidas para ajudar suas organizações a se prepararem para o desenvolvimento de uma rede mais ágil, flexível e responsável. Tornar a logística e a gestão de suprimentos mais eficiente significa diminuir os custos e aumentar a lucratividade.

Hans Klose e Marcio Ikemori são sócios responsáveis pela área de Logística e Supply Chain da KPMG no Brasil.

Fonte: Administradores.com

Embalada pelo avanço global de tecnologia, a TRA – Transportes da Amazônia, se destaca nos modais hidroviários e rodoviários

A empresa atende todas as cidades dos Estados: Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia e Roraima, no menor tempo possível.

Da necessidade de enviar e receber mercadorias de diferentes pontos da Região Norte, com origens de Manaus e Belém, nasceu a TRA – Transportes da Amazônia, que hoje se destaca no cenário da logística como “diferenciada” no que tange a qualidade no transporte de carga fracionada e lotação/fretamento
A principal característica da TRA é sua decisiva aposta pelo desenvolvimento da região no país. Por este motivo, os últimos anúncios do governo brasileiro, relativos à realização de fortes investimentos na área de jurisdição de atendimento da TRA, confirmam a visão estratégica do Diretor da empresa, Gilvan Huosell Ramos: “Sempre apostamos por atuar de forma decisiva na região amazônica”, declara o empresário.

A TRA se divide em dois segmentos: TRA Transportes que atende através dos modais fluvial e rodoviário, e a TRA Logística voltada para entregas locais, cargas fracionadas e lotação fornecendo mão de obra para manuseio, movimentação, arrumação de carga e expedição de indústrias. Sua frota é composta 31 veículos, que atendem cargas de 1 Quilo até 30 Toneladas, movimentando milhares de expedições anualmente.
Fortes investimentos também estão sendo realizados pela empresa, que tem como objetivo manter a posição conquistada em 8 anos de árduo trabalho. Sua filosofia é manter a absoluta regularidade operativa nas operações de coleta, e entrega de mercadorias, dispor de um sistema inteligente que permita aos clientes o pleno acompanhamento da situação de cada remessa, dispor de sistemas de seguro que garantam a integridade física das mercadorias transportadas, são algumas das características da TRA.
Atualmente está sendo implantada a “Divisão de Logística”. A atividade está em fase inicial, e se prepara para realizar operações logísticas que agreguem valor ao negócio dos seus clientes, desde o armazenamento temporário ou permanente de mercadorias, realização de operações de Recepção e Classificação de mercadorias, Preparação de Pedidos, Fornecimento de Mão de Obra para a realização de operações especiais, Controle de Stock, até as operações de logística reversa.
A combinação dos modais de transporte rodoviário, fluvial e aéreo faz parte da realidade constate da TRA, pois maximiza os meios de transporte e realiza operações que combinam eficiência. Atualmente os principais clientes da empresa no setor de Indústria do PIM são: Semp Toshiba, Pioneer do Brasil, Penske/LG, Hitachi do Brasil, Fujifilm do Brasil, Astro Toys, Fedex do Brasil, Grupo Simões/Coca-Cola, Bemol e Farmax
Sobre a TRA – Transportes da Amazônia
Com 8 anos de atuação no mercado, A TRA é uma empresa focada na Região Norte, com sua matriz em Manaus que faz parte do PIM (Polo Industrial de Manaus). A empresa atende de maneira ágil, todas as cidades dos estados Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia e Roraima através dos modais hidroviários e rodoviários.
Dividida em dois segmentos, Transportes e Logística, A TRA Transportes atende o interestadual dentro da Região Norte, enquanto a TRA Logística oferece o serviço de logística interna no cliente, inerente a prestação de serviço de mão de obra para manuseio e movimentação de carga.
Informações:


Aeroporto alemão adota manobristas robôs

Representantes do Aeroporto de Düsseldorf informaram que consideram expandir o serviço caso o ParkingPLUS faça sucesso com os usuários

 

 

No Aeroporto de Düsseldorf, na Alemanha, agora quem estaciona os carros são robôs. A tecnologia, que chegou ao aeroporto na semana passada, foi implantada para diminuir o aborrecimento que muitos passageiros têm no momento de encontrar uma vaga antes de embarcar. Para que o serviço seja acionado, ao deixar o carro no Parking PLUS, o motorista precisa confirmar que não há ninguém dentro do automóvel. A partir daí, o robô toma conta do carro.
Ray, como foi apelidada a máquina, que é capaz de carregar até 3,31 toneladas, mede o veículo e o levanta com um sistema de empilhadeira, para então encaminhá-lo a uma área onde há 249 vagas reservadas para estacionamento automático.
O ParkingPLUS conecta-se com o sistema de informações de voos do aeroporto para saber quando será o regresso do cliente. Esse, por sua vez, pode notificar qualquer mudança de itinerário pelo aplicativo do estacionamento, disponível para iOS e Android.
"Nosso produto é especialmente atraente a viajantes de negócios, que chegam ao aeroporto pouco antes do voo, procuram estacionamento eficiente e voltam dentro de alguns dias", disse Thomas Schnalke, diretor do aeroporto.
A conveniência de ir da entrada do estacionamento diretamente para os terminais foi bastante elogiada. Segundo um comunicado do aeroporto, Ray "torna as distâncias entre os aviões e os veículos dos passageiros ainda menor". Representantes do Aeroporto de Dusseldorf informaram que consideram expandir o serviço caso os manobristas robôs façam sucesso com os usuários.
Apesar de o serviço ter sido pensado para viajantes que andam sempre apressados, ele é aberto para todos que estiverem dispostos a pagar € 4 pela hora ou € 29 pela diária. A mordomia tecnológica é uma invenção da Serva Transport, que lançou o serviço ainda no ano passado, mas que por enquanto só foi adotado pelo Aeroporto de Düsseldorf. 

Assista ao vídeo abaixo para saber como funciona o ParkingPLUS:



Fonte: http://administradores.com.br


VI Brasil nos Trilhos - 20 e 21 - Ago - 2014


Desafios e Oportunidades Cargas e Passageiros – Agenda 2020
As ferrovias de cargas e de passageiros são indispensáveis para a garantia do crescimento econômico sustentável do Brasil e para a melhoria da logística e mobilidade urbana.
O transporte de cargas conta hoje com uma malha ferroviária de 28.876 quilômetros de extensão, por onde circulam 25% de todas as riquezas do Brasil. Somente em 2012, foram movimentadas mais de 481 milhões de toneladas de cargas como minério de ferro, commodities agrícolas, carvão, combustíveis e açúcar.
No que se refere ao transporte de passageiros sobre trilhos, o Brasil possui hoje 15 sistemas urbanos, distribuídos em 11 estados e mais o Distrito Federal, que juntos movimentam mais de 9 milhões de pessoas todos os dias.
Mas é preciso fazer mais, pois o sistema metroferroviário existente não está conseguindo absorver a demanda crescente de cargas e de passageiros. Diante dessa nova realidade, é urgente a necessidade de investimento em sua expansão.
Na parte de carga, o Programa de Investimentos em Logística (PIL), lançado em 2012, promete ampliar as ferrovias de carga em mais 11 mil quilômetros. Mas, até o momento, os projetos ainda não saíram do papel.
OBJETIVO
O Brasil nos Trilhos é um tradicional evento do setor ferroviário brasileiro, o qual reúne, bianualmente, autoridades governamentais, especialistas e os principais atores do setor, com objetivo de aprofundar a discussão sobre as perspectivas de desenvolvimento e as principais políticas voltadas para o setor metroferroviário nacional. Nesta VI edição, o encontro terá como tema: “Agenda 2020: Desafios e Oportunidades – Cargas e Passageiros”
ATRATIVOS E TEMAS
Um dos principais eventos do setor em 2014, o VI Brasil nos Trilhos será palco para grandes debates sobre o presente e o futuro do transporte ferroviário de cargas e passageiros em palestras técnicas e políticas.
Público Alvo
Autoridades governamentais, executivos, acadêmicos, parlamentares, fornecedores, transportadores, operadores logísticos, operadores de passageiros e usuários.
Serão debatidos:
• Novas Tecnologias
• Materiais de Alto Consumo
• O Poder normativo das agências
• O novo modelo de concessão ferroviária
• Sustentabilidade ambiental
• Energia Metroferroviária
• Experiências Ferroviárias Internacionais
• Logísticos no sistema metroferroviário
• Segurança ferroviário
• O Novo Modelo Ferroviário do México
• Investimentos em alta velocidade
• Redução do custo operacional
• Desoneração da carga tributária
• Formação e qualificação de mão de obra
• Suprimentos para o setor ferroviário de cargas e passageiros
• Campanhas Educativas e de Conscientização Ferroviária
• Desafios para o Desenvolvimento do Transporte sobre Trilhos no Brasil
• Perspectivas e possibilidades de investimentos no setor metroferroviário
• Papel do BNDES como fomentador da indústria e do setor metroferroviário
• Desafios e Necessidades dos usuários e operadores
• A visão do governo sobre o sistema metroferroviário
• Ampliação dos Investimentos – PAC
FORMATO
Serão dois dias de evento, que compreenderão: oficinas técnicas, onde serão debatidos temas de destaque sobre a complexibilidade da dinâmica de todas as áreas que envolvem o setor ferroviário de cargas e pessageiros, nacional e internacional, em 4 salas simultâneas, com painéis pela manhã e tarde.
À noite teremos o jantar reservado à autoridades e convidados, momento em que serão realizadas palestras de cunho político e econômico para aproximadamente 400 pessoas. No segundo dia, será realizado o seminário no auditório principal, com autoridades governamentais, executivos, parlamentares, fornecedores, operadores logísticos, operadores de passageiros.
Haverá um espaço privilegiado para exposição dos patrocinadores do evento, do formato de lounges de acordo com as quotas de patrocínio.
VI BRASIL NOS TRILHOS:
LOCAL: Royal Tulip Brasília Alvorada (SHTN Trecho 1 Conj.1B Bloco C - Brasília – DF)
DATA: 20 e 21 de agosto de 2014
HORÁRIO: 8h30 às 18h30
MAIS INFORMAÇÕES: www.otmeditora.com.br/brasilnostrilhos
1º DIA – 20/08
OFICINAS TÉCNICAS – Das 9h às 18h30
SALAS 01 A 04
1º DIA – 20/08
JANTAR RESERVADO - Das 18h30 às 22h30
Autoridades e convidados
2º DIA – 21/08
SEMINÁRIO – Das 8h às 18h30
AUDITÓRIO PRINCIPAL

MAIS INFORMAÇÕES:
www.otmeditora.com.br/brasilnostrilhos
www.antf.org.br
www.anptrilhos.org.br


Logística mais inteligente, rentável e ecologicamente correta

Os operadores logísticos enfrentam o desafio de apresentar soluções e estratégias que atendam às necessidades dos clientes. Mas como desenvolver serviços de alta qualidade alinhados à preservação do meio ambiente sem perder de vista valores competitivos?
Desde 2004, uma solução colaborativa tem sido aplicada com a intenção de apresentar um resultado positivo às expectativas do mercado. O conceito de Pooling prevê a otimização dos espaços e entregas com o objetivo de gerar custos logísticos menores e preservar o meio ambiente. A aplicação do Pooling permite que duas ou mais empresas que possuem o mesmo ponto de partida e pontos comuns de entrega utilizem armazéns e distribuidores multi-industriais que otimizam os processos logísticos. Essa sinergia é um caminho assertivo para ganhos em termos de custo e de qualidade de serviço.
Além das vantagens aos envolvidos em termos financeiros, outro ponto positivo é o alinhamento com as necessidades do meio ambiente. Imaginando uma situação de colaboração no processo logístico de transporte de cargas, por exemplo, é fácil prever que o aproveitamento de 100% do espaço dos caminhões promoverá uma circulação menor do veículo e, consequentemente, uma redução de emissões de CO2 (dióxido de carbono). Com o preenchimento total dos veículos, a previsão é de um decréscimo de 30 a 35% de emissão de CO2.
A aplicação do Pooling é uma saída inteligente para a difícil equação investimento X retorno, mas também exige uma atuação estruturada e competente do operador logístico que se propõe a oferecê-la. A escolha dos produtos e empresas colaborativas, que dividirão os mesmos espaços de armazenagem e meios de distribuição, e o planejamento preciso desses serviços, devem receber toda a atenção. Nesse sentido, a distância geográfica entre as empresas integrantes do Pooling, a compatibilidade dos produtos selecionados e a natureza da distribuição industrial são fundamentais para a detecção dos parceiros corretos caso a caso. Acrescente-se a isso a manutenção de regras claras da gestão técnica e prazos rígidos de entregas.
Mesmo com todos os desafios que os processos colaborativos previstos dentro do conceito de Pooling representam, seus benefícios são inegáveis. Mas o sucesso da parceria caracteriza-se pelo comprometimento de todos os envolvidos, com foco na eficácia dos serviços prestados, eliminação de desperdícios e otimização de espaços, equipamentos e mão de obra.
Com o empenho de todos – operadores logísticos e seus clientes –, pode-se concluir que essa é uma operação em que todos lucram, principalmente o cliente, ao receber um serviço de alto nível com um custo muito mais competitivo do que os processos tradicionais.
* Desenvolvido na França, o Pooling já é empregado pela FM Logistic, que disponibiliza em diversas de suas plantas serviços dentro desse conceito e prevê, em breve, o oferecimento do serviço no Brasil para que cada vez mais clientes descubram as vantagens que ele traz para os negócios.

Fonte: Tecnologística
Autora: Michèle Cohonner
Diretora geral da FM Logistic no Brasil
Tel.: (11) 2109-9400

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Airbags marítimos evitam que navios afundem

Boias antiafundamento
Airbags automotivos funcionam como almofadas que amortecem o impacto dos ocupantes de um carro durante uma batida.
Engenheiros europeus pegaram o conceito emprestado e o adaptaram para uma finalidade inusitada: evitar que navios afundem, ou pelo menos, dê tempo para que os passageiros desembarquem ou a carga seja retirada.
A ideia é, em caso de acidente, inflar rapidamente boias que retardem ou evitem que a embarcação aderne ou afunde.
"Nosso desafio era produzir enormes quantidades de gás a partir de pequenos cartuchos, para ser liberado rapidamente em dispositivos infláveis," conta Reinhard Ahlers.
Ahlers é coordenador do projeto SuSy - Surfacing System for Ship Recovery, sistema de flutuação para recuperação de navios, em tradução livre -, financiado pela União Europeia, e que realizou os primeiros testes no porto de Chalkida, na Grécia.

Os airbags marítimos vão inflar dentro dos tanques de lastro. O casco duplo encareceria muito o custo do navio. [Imagem: SuSy Project]

Airbag para navio
Os engenheiros compararam diversas abordagens para fazer um navio acidentado flutuar, o que incluiu balões de ar e diversos tipos de flutuadores infláveis, colocados dentro ou fora do navio ou dentro dos tanques de lastro.
A proposta considerada mais eficiente consiste em pequenos airbags incorporados ao longo de todo o casco do navio, o que evita perdas de espaço útil e protege o sistema contra danos acidentais, sobretudo nas manobras de atracamento e carga e descarga.
Contudo, isso implica na construção de um casco duplo, o que encareceria muito o custo do navio e dificultaria a inspeção periódica do sistema.
A equipe então optou por colocar os balões infláveis dentro dos tanques de lastro, o que garantiu a flutuabilidade das embarcações de teste mesmo no caso de danos físicos que causam grandes aberturas no casco.
Apesar dos bons resultados, a equipe admite que o sistema ainda não está pronto para uso.
Uma das melhorias desejáveis é um controle no sistema de vazão do gás. Ao contrário dos airbags automotivos, cuja eficiência depende da rapidez de seu enchimento, os airbags marítimos funcionariam melhor com um controle preciso de vazão, que garanta que as boias encherão apenas na medida exata da necessidade.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=airbags-para-navios&id=010170140627#.U7KkhkCNzbO

Holandeses terão 30% de megaporto privado no ES

O Porto de Roterdã, empresa formada pelo governo holandês e conhecida como uma das principais operadoras portuárias do mundo, decidiu entrar na sociedade daquele que pretende ser o maior porto privado do Brasil. O chamado Porto Central de Presidente Kennedy, que será erguido no litoral sul do Espírito Santo, vai receber investimentos de R$ 5 bilhões. A previsão é que as obras sejam iniciadas em meados de janeiro do ano que vem. Pelo projeto original, Roterdã atuaria apenas como um gestor do empreendimento. Com a mudança na lei dos portos, porém, que abriu o setor para investimento privado e operação de diversos tipos de carga, a empresa decidiu entrar diretamente no negócio, disse ao Valor o presidente do Porto Central, José Maria Novaes.
Controlado pelo governo holandês e pela prefeitura de Roterdã, o Porto de Roterdã terá 30% das operações do projeto. Uma participação próxima de 70% ficará nas mãos da TPK Logística, empresa criada no Espírito Santo com o propósito exclusivo de tocar o empreendimento. A TPK, segundo Novaes, tem 60% de sua composição controlada pelo grupo Polimix, uma das maiores concreteiras do país. Os demais 40% pertencem a três investidores locais, donos das terras onde o porto será construído. Fecha o time de acionistas o governo do Espírito Santo, que deverá ter ainda uma pequena participação (cerca de 1%), ao ceder áreas complementares ao empreendimento.
Dos R$ 5 bilhões de investimento, 70% virão de financiamento. O projeto já foi previamente apresentado ao BNDES, que deve ser o grande financiador do Porto Central, disse Novaes. O executivo não descarta, porém, a entrada de outros bancos europeus, dado acesso facilitado do governo holandês a recursos de bancos europeus. Para negociar o empréstimo, os sócios ainda aguardam a emissão da licença prévia ambiental do projeto, que está em fase de conclusão pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). "Tivemos uma reunião com o Ibama na semana passada. A licença deve ser liberada entre 15 e 30 dias. A partir daí, vamos entregar a carta-consulta ao BNDES", disse Novaes.
O projeto está atrasado. O cronograma original previa que as obras já tivessem começado, mas, segundo o executivo, houve lentidão no processo de licenciamento. Para ganhar tempo, os empresários já começaram a trabalhar no levantamento das medidas ambientais compensatórias, com a perspectiva de receber, até janeiro, a licença de instalação, que libera o início efetivo das obras.
Os números do Porto Central, que será instalado no município de Presidente Kennedy, dão uma perspectiva do que se ambiciona com o empreendimento. Desenhado para ocupar uma área de 20 milhões de metros quadrados (o equivalente a cerca de 3 mil campos de futebol), o porto contempla a construção de 30 terminais de uso privado, além de áreas industriais. A estrutura, que vai se apoiar em um cais com dez quilômetros de extensão, terá operações por etapas. Até 2017, deve iniciar com capacidade de movimentar 50 milhões de toneladas por ano, mas deverá chegar a 150 milhões de toneladas anuais quando estiver em funcionamento pleno, em meados de 2022.
Para se ter uma ideia do que isso significa, o porto de Paranaguá (PR), segundo maior do país (o primeiro é o de Santos), movimentou 41,9 milhões de toneladas em 2013, segundo balanço de cargas da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).


"O governo do Espírito Santo decidiu entrar na sociedade do empreendimento porque entende que é um projeto estratégico para o país. Esse porto será o 'hub' do Porto de Roterdã para toda a América Latina", disse o secretário de desenvolvimento do Estado capixaba, Nery De Rossi.
O propósito do porto é receber cargas em geral, mas o objetivo maior é atender novas demandas geradas pelo petróleo extraído do pré-sal e pós-sal das bacias de Campos (RJ) e do Espírito Santo (ES), que estão localizadas a uma distância de 150 a 250 quilômetros do Porto Central. Para isso, prevê-se a construção de parque de tancagem de petróleo e outros líquidos, transferência de petróleo para petroleiros e estaleiros, além de dois terminais para derivados. A estimativa é de que aproximadamente 3.200 navios passem pelos terminais por ano, podendo atingir até 4.500 navios, de embarcações menores a cargueiros de transporte de minério, óleo e gás, entre outras cargas.
Nos primeiros três anos de construção, o projeto deve envolver investimentos de até R$ 2,5 bilhões. José Maria Novaes, diretor-presidente do Porto Central, afirma que já tem vários memorandos de entendimento assinados com potenciais interessados em explorar o porto, mas prefere não citar nomes.
Numa segunda etapa, o projeto quer se beneficiar de outros empreendimentos logísticos planejados para chegar ao litoral do Estado. É o caso da prometida construção da ferrovia Rio-Vitória. O traçado de aproximadamente 550 km de extensão chegou a entrar no pacote de 12 concessões ferroviárias anunciado pela presidente Dilma Rousseff em 2012. Até hoje, porém, nenhum trecho foi licitado.

Fonte: Valor Econômico