Airbus quer ser o Uber dos carros voadores sem motoristas

Futuro: o primeiro protótipo do carro voador autônomo será testado no ano que vem
São Paulo – A Airbus tem uma ideia ambiciosa para acabar com o engarrafamento das grandes cidades. A fabricante de aeronaves anunciou em um comunicado no seu site que está desenvolvendo carros autônomos voadores que funcionarão como o Uber do futuro.
O projeto, chamado de Vahana, está sendo desenvolvido pelo A3, o time de inovação da companhia, desde fevereiro deste ano. O sistema deve funcionar de maneira similar ao app de partilha de automóveis, em que o usuário faz a requisição de um veículo pelo smartphone.
A Airbus espera que o primeiro protótipo seja testado já em 2017 e que o produto esteja no mercado em menos de dez anos. Segundo Rodin Lyasoff, engenheiro executivo do projeto, a maior barreira a ser ultrapassada é a tecnologia sensorial, necessária para que um veículo não se choque contra prédios e pessoas. Para Lyasoff, “muitas das tecnologias necessárias, como baterias, motores e aviônicos estão quase prontas”.
Apesar de a tecnologia sensorial ainda estar dando seus primeiros passos com os carros autônomos, ela pode ser desenvolvida de maneira mais rápida para veículos voadores. Isso porque esses precisam lidar com menos obstáculos, pois podem se mover em três dimensões, em vez de apenas duas (no caso dos carros tradicionais).
Outro desafio que a Airbus precisa enfrentar é a restrição legal de veículos autônomos em áreas urbanas. Atualmente, nenhum país permite que drones sem pilotos remotos sobrevoem as cidades.
A solução para esse problema, segundo a Airbus, é a construção de tubos que servirão de rotas aéreas. O primeiro local a receber as estradas será o campus da Universidade Nacional de Cingapura. Nele, a Airbus irá testar um serviço de entrega de encomendas feitas a partir de drones. O teste será feito em meados de 2017.
A Airbus não é a primeira empresa a ter a ideia de construir carros voadores. Startups como a chinesa Ehang 184 e a alemã e-Volo já construíram drones capazes de transportar um passageiro por vez.

Fonte: Exame

Correio da Suíça vai iniciar testes de robôs-carteiros

Robô: durante o período de teste, os robôs terão o acompanhamento de um funcionário
Genebra - O Swiss Post, o serviço de correio da Suíça, informou nesta terça-feira que a partir do mês que vem irá testar robôs para a entrega de pacotes, com o objetivo de auxiliar o trabalho dos carteiros.
"No futuro, os robôs entregadores poderiam complementar as atuais soluções logísticas de entrega e trabalhar no trecho que atualmente não é coberto pelos carteiros", explicou Swiss Post em comunicado.
Dependendo dos resultados, a utilização comercial dos robôs será posta em prática dentro de três anos. A experiência vai começar nas cidades de Berna, capital administrativa do país, no distrito de Koniz, e Biberist, no cantão de Soleura.
Os usos mais fáceis de imaginar vão da entrega de alimentos a entrega fora de casa de produtos médicos dentro de um mesmo bairro.
O robô poderá carregar até 10 quilos por até seis quilômetros, que percorrerá a velocidade média de uma caminhada a pé pelas calçadas e, de maneira geral, através de áreas destinadas aos pedestres.
De acordo com o Swiss Post, o robô se deslocará de forma autônoma até o destino final e estará programado para evitar obstáculos e pontos de perigo.
Seu funcionamento será feito mediante a combinação de um sistema de GPS - para determinar posições - e de um sistema de reconhecimento visual do entorno, mediante o uso de câmaras.
Em caso de dúvidas ou de lugares especialmente difíceis, um operador remoto controlará o robô a distância, mas "com cada viagem o robô-carteiro aprenderá algo novo e isto aumentará sua autonomia", afirmou a entidade.
Durante o período de teste, os robôs terão o acompanhamento de um funcionário de carne e osso que reunirá todas as informações possíveis sobre seu funcionamento. 

Fonte: Exame

Orelhões inteligentes dizem quando seu ônibus está chegando em São Paulo

Os telefones públicos acabam de ganhar uma nova utilidade na capital paulista. E ainda é de graça.


Pense bem: qual foi a última vez que você usou um orelhão? É, você sabe, aquele telefone público que fica na calçada, na esquina da padoca, às moscas... Mas agora eles ganharam uma nova utilidade: vão te dizer que ônibus estão chegando ao ponto mais próximo.
A ideia é colocar em uso os 25 mil orelhões da cidade de São Paulo, que estão praticamente abandonados - e, ao mesmo tempo, ajudar quem não tem smartphones com internet para checar a proximidade do busão. Por semana, só em São Paulo, 2,7 milhões de pessoas usam o transporte público sem internet no celular. Daí o nome do projeto, Smart Orelhão.


Eletrificação ferroviária é trilho para o futuro

Primeiro evento da série Vida Inteligente discute papel de ferrovias eletrificadas como indutor do crescimento econômico regional

Ferrovia eletrificada faz crescer a economia ao transportar energia, infraestrutura e dados; ao redor se desenvolvem cidades e empresas - Fotolia

 Nos anos 1960, o filósofo canadense Marshall McLuhan criou a expressão “o meio é a mensagem”. Para ele, a forma como a mensagem chega às pessoas seria tão importante quanto o próprio conteúdo. Cinco décadas depois, a máxima de McLuhan pode ajudar a descrever o modelo de estradas de ferro eletrificadas: muito além de um caminho entre os pontos A e B, elas são indutoras do crescimento da economia ao transportar energia, infraestrutura e dados; e ao oferecer um entorno propício para o desenvolvimento de cidades e atividades empresariais.
— Ferrovias são eixos sociais, ambientais e econômicos — afirmou Ricardo Kenzo, executivo sênior de Desenvolvimento de Negócios da Siemens, durante o evento “A Contribuição da Eletrificação para um Novo Padrão de Desenvolvimento do Brasil”, que abriu a série de debates Vida Inteligente.
O encontro, mediado pelo economista Raul Velloso, realizado pelo jornal O GLOBO e correalizado pela Editora Globo, marca o início de um amplo debate sobre a necessidade de um novo padrão de desenvolvimento tecnológico e econômico no país. Historicamente, o Brasil deixou de ser um país costeiro a partir da implantação de sua malha ferroviária, no século 19, que chegou a contar com 37 mil quilômetros de trilhos e ferrovias espalhados por 14 das 20 províncias do Império.
— Foi a partir da dobradinha ferrovia-porto que o Brasil se inseriu no mercado internacional. Os eixos de desenvolvimento do país se deram em torno das ferrovias e isso é uma marca até hoje — disse Frederico Bussinger, consultor em planejamento e gestão ferroviária e ex-secretário-geral do Ministério dos Transportes. Para ele, falta ao país um modelo de planejamento e gerenciamento integrados para que as ferrovias eletrificadas voltem a crescer.

Geração de riqueza
Na opinião de Jean Carlos Pejo, secretário-geral da Associação Latino-Americana de Ferrovias (ALAF), os atuais projetos de novas estradas de ferro nas regiões Norte e Nordeste do país deveriam ir além da questão puramente logística.
— É importante criar condições para que as ferrovias tragam fábricas que gerem Riqueza ao longo de seu eixo, como no caso do beneficiamento da soja e milho, pois isso agrega valor para as regiões — disse.
Ferrovias de carga no Brasil atual transportam principalmente minério voltado à exportação, mas há vários projetos para atender demandas também do agronegócio. Como exemplo de desenvolvimento, Pejo citou o estado de São Paulo, que se aproveitou do espaço das ferrovias durante o ciclo do café, no início do século passado, e hoje é o mais industrializado do país.
— A malha ferroviária de São Paulo foi a mais eletrificada do Brasil — completou.
De acordo com Pejo, a eletrificação deve estar presente em novos projetos ferroviários. Para isso, é necessário expandir o enfoque das discussões sobre o tema.
— Não podemos ficar presos em modelos já adotados para transporte de minério. Nem toda produção é para exportação e é importante analisar as vantagens da eletrificação e torná-la parte do debate nacional.

Infraestrutura sustentável
A questão ambiental também foi destaque no debate. Frederico Bussinger ressaltou que “a adoção da eletrificação é importante não apenas para reduzir as emissões de CO2, que é parte de acordos internacionais sobre o clima, mas também quanto a emissão de resíduos particulados, comuns nas regiões metropolitanas e que também fazem mal à saúde”.
— É uma forma de entregarmos mais qualidade de vida às pessoas — completou Ricardo Kenzo.
O executivo fez um balanço das diversas discussões no encerramento do evento. Ele afirmou ainda que a falta de planejamento pode prejudicar a eficiência do país e que é preciso estar atento aos benefícios e receitas acessórias em ferrovias eletrificadas, que geram sinergias.
— Por meio de sua implantação, a ferrovia eletrificada ou preparada para a eletrificação proporciona crescimento e desenvolvimento no entorno, podendo impulsionar, além da própria infraestrutura logística, outras utilidades, como redes de água e energia, por meio de transmissões elétricas ou gasodutos, e serviços de telecomunicações, provendo múltiplas utilidades para a indústria, com criação de empregos, e para as pessoas, com aumento de qualidade de vida e acesso à informação e educação — disse Kenzo.
Yuri Sanches, diretor de vendas de Sistemas de Mobilidade da Siemens, ressaltou que a discussão sobre a eletrificação contribui para a retomada do progresso:
— A infraestrutura é a chave da volta do crescimento, é o caminho por onde se dará o desenvolvimento.

Fonte: O Globo

Uber vai começar a usar carros autônomos para transporte

 São Paulo – A Uber fará os primeiros testes com carros autônomos neste mês. A informação foi divulgada pela revista Bloomberg Businessweek. Os testes acontecerão na cidade americana de Pittsburgh. Os carros utilizados serão da Volvo, o modelo é o XC90. Os veículos serão cobertos de sensores para que sejam capazes de se dirigir sozinhos e perceber todo o ambiente ao redor. Apesar de autônomos, eles contarão com um motorista humano atrás do volante—isso acontecerá por questões legais, uma vez que a legislação local obriga a presença de um motorista. De acordo com a empresa, eles serão engenheiros e ficarão sentados com “as pontas dos dedos” no volante para o caso de emergências

Fonte: Exame

Pacífico Log chega a Minas Gerais para atender demanda do mercado na interligação do estado com as regiões Norte e Nordeste


Referência na distribuição de mercadorias para as regiões Norte e Nordeste do Brasil, Pacífico Log inicia atividades em Minas Gerais dando um novo passo para consolidar a integração destas regiões com o país 

Atendendo uma forte demanda da região, a Pacífico Log começa a prestar serviços regulares para o mercado de Minas Gerais. Segundo o Gerente Nacional de Vendas, Tarso Lumare, esta decisão faz parte do projeto de expansão da empresa, o qual vem sendo informado detalhadamente para o mercado expedidor e recebedor de mercadorias transportadas pelo modal rodoviário.
A Pacífico Log é uma empresa que concentra suas atividades na interligação do transporte de grandes centros produtores com as regiões Norte e Nordeste do Brasil e, portanto, a nova filial de Belo Horizonte amplia o alcance deste objetivo.
 
Infraestrutura logística para atender ao estado de Minas Gerais
“A Pacifico Log entra em Minas Gerais atendendo toda a região Norte e Nordeste utilizando nosso centro de Guarulhos como HUB (Centro consolidador) para realizar a conexão das mercadorias com nossa rede”, afirma o dirigente.
Para oferecer ao mercado um serviço com a regularidade operativa que caracteriza sua organização, a Pacífico Log dispõe de uma filial situada no município de Contagem , Região Metropolitana de Belo Horizonte, com toda a infraestrutura necessária para conectar as principais cidades expedidoras de mercadorias de elevado valor agregado com as regiões Norte e Nordeste.
“Nossa filial dispõe de pessoal altamente qualificado para atender a demanda dos nossos clientes, uma frota de 83 caminhões de diferentes dimensões para atender às necessidades de coleta e entrega local e instalações modernas e flexíveis”, indica orgulhoso o Gerente Nacional de Logística, Cristiano Silva.
Em termos práticos, a empresa já iniciou a operação de forma a atender toda região Metropolitana de Belo Horizonte e cidades vizinhas como Pouso Alegre, Nova Serrana, Divinópolis e Passos.
“Faz parte de nossa estratégia de atuação avançar de forma prudente e efetiva, já atendíamos clientes na região de Pouso Alegre e Extrema. Esta nova filial vem consolidar as operações já existentes e alavancar novos negócios”, completa o Gerente Nacional de Vendas da Pacífico Log.

Pacífico Log - Interligando o Norte e o Nordeste com o Brasil
A PACÍFICO LOG teve pela terceira vez consecutiva o seu trabalho reconhecido pela importante organização líder nas transações via E-Commerce; Grupo B2W Digital; divisão dos negócios de E-Commerce dos sites: Americanas.com, Shoptime, Sou Barato e Submarino. Os mencionados prêmios visam reconhecer e parabenizar os colaboradores e fornecedores pelo cumprimento dos objetivos estabelecidos.
A empresa foca na qualidade dos serviços e segurança no transporte toda a sua ação operativa e corporativa. São mais de 600 colaboradores, 80 mil metros quadrados de área para operacionalizar a carga e mais de 70 mil entregas mensais.
Com uma frota com mais de 450 veículos, de diferentes características, atende as necessidades de cada cliente. "Nosso grande diferencial é ter consolidada a presença em mais de 20 estados brasileiros divididos em 34 unidades nas Regiões Norte, Sul e Sudeste e agora, Nordeste. Desta forma conseguimos garantir um padrão de qualidade muito acima da média. Todos nossos processos são padronizados e geridos pelo Centro de Qualidade Operacional em nossa matriz em Guarulhos - SP e isto só é possível porque aplicamos tecnologia de ponta em gestão de processos e gestores capacitados atuando em cada uma de nossas filiais". O início de operações no estado de Minas Gerais é um passo importante para cumprir com os nossos compromissos.
Com alta tecnologia, os carregamentos da empresa são 100% verificados por meio de leitura de código de barras, deixando a força de trabalho mais organizada, sempre visando reflexos positivos na qualidade da entrega.  Também disponibiliza a ferramenta de localização da carga, onde o cliente pode rastrear o seu pedido pelo código da entrega. No site www.pacificolog.com.br estão informações sobre a empresa que assume como seu note a integração nacional.

Para mais informações sobre a PACIFICO LOG
Pacífico Log Belo Horizonte - Filial / Unidade - Belo Horizonte -  Rua Simão Antônio, 1025 – Contagem MG, CEP 32.371-610 - fone (031) 3507.0200
Pacífico Log São Paulo - Rua Antonio Mestriner, 450 - CEP 07175-500 - Bonsucesso, Guarulhos - SP - Telefone (11) 2303 - 4022 

Informações para a imprensa:
Press Log Assessoria de Imprensa
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Jornalista Cláudio Lacerda Oliva
Mtb: 20.586/SP
Telefone: 11 4329-6529 - São Paulo, Brasil

Dachser Brasil impulsiona processo de desembaraço aduaneiro da Tetra Pak

A Tetra Pak busca constantemente a melhoria contínua em seus processos de importação e exportação. Como resultado desse esforço, a empresa foi recentemente classificada em 1º lugar no segmento “Regime Especial Linha Azul”, no Ranking de Eficiência Logística de Viracopos / Campinas (SP). O ranking é baseado no tempo médio de liberação de carga de importação e é agrupado em diferentes segmentos.
Este é o resultado de uma parceria bem desenvolvida entre a Tetra Pak e a Dachser Brasil – subsidiária local da empresa de logística sediada na Alemanha. Além de seu know-how e experiência em comércio exterior, a Dachser compartilha o mesmo conjunto de valores da Tetra Pak: visão de longo prazo, qualidade e inovação.
Monitoramento de processos, identificação de gargalos e melhoria de processos, foram os fatores determinantes para essa conquista de acordo com Angel Santana, Managing Director Dachser Brasil. “A otimização e a coordenação dos processos internos, ligados e cronometrados com o regime aduaneiro no aeroporto, foram determinantes para a operação ser bem sucedida. Juntamente com a Tetra Pak, nos concentramos em comunicações, atividades operacionais e maior eficiência”, explica Santana.
Nos últimos dois anos, a Tetra Pak tem realizado progressos significativos na eficiência dos processos, obtendo por vários meses o segundo melhor tempo no desembaraço aduaneiro. “Os desafios são grandes, mas acreditamos que podemos, em parceria com a Dachser, evoluir cada vez mais. Estamos confiantes de que excelentes resultados como este continuarão a ser alcançados”, conclui Rosana Mello, Diretora de Suprimentos da Tetra Pak para o Norte, Central e América do Sul.

Fonte: Logweb

Primeiro embarque de óleo de palma por cabotagem marítima do País chega ao porto de Santos

O primeiro lote de óleo de palma transportado por cabotagem marítima no País, embarcado dia 26 de julho, no Pará, chegou no último dia 9, no porto de Santos. O lote experimental, de 2.600 toneladas, saiu do terminal da Agropalma – empresa do Conglomerado Alfa e maior produtora de óleo de palma do Brasil -, em Tapanã, em Belém, e desembarcou esta semana no Sudeste.
A operação é um marco e abre um novo horizonte para a produção de óleo de palma, permitindo que a Agropalma e todos os produtores do estado do Pará – região que concentra a cultura – acessem os mercados consumidores de óleo de palma dos estados do Sul e Sudeste a um custo logístico cerca de 50 % inferior ao rodoviário.
A iniciativa é parte do projeto de investimento divulgado há três anos pela Agropalma em seu processo de crescimento. No estado do Pará, a empresa investiu R$ 160 milhões na construção de uma nova usina de extração de óleo no município de Tailândia, R$ 10 milhões em expansão da área agrícola e R$ 5 milhões na ampliação da refinaria de Belém. No Sudeste, o investimento em uma nova refinaria foi da ordem de R$ 260 milhões.
Segundo o diretor comercial da empresa, André Gasparini, com a presença no interior do estado de São Paulo, em Limeira, a Agropalma passa a atender os clientes de forma just-in-time. De Belém, seriam necessários de seis a dez dias para o transporte de carga fracionada e cinco dias para carga a granel. “Com a nova unidade, em Limeira, damos vazão, por cabotagem, ao óleo bruto produzido no Pará e que hoje é exportado por falta de mercado consumidor e condições logísticas acessíveis.”
A refinaria de Belém continuará a processar cerca de 110 mil toneladas/ano de óleo refinado e abastecerá os mercados das Regiões Norte, Nordeste e parte do Centro-Oeste. A nova refinaria, em Limeira, tem capacidade instalada de 144 mil toneladas/ano e visa expandir a área de distribuição industrial e food service da empresa para as Regiões Sudeste e Sul do País. Essas regiões concentram um consumo significativo no mercado nacional de óleos e gorduras e, sob o ponto de vista logístico rodoviário, partindo de Belém, estão inacessíveis não só pelas características técnicas dos produtos, mas também pela concorrência.

Fonte: Logweb

DHL investe na expansão de sua área de embalagens promocionais

Empresa vai inaugurar um centro multicliente voltado para a atividade em 2017

A DHL Supply Chain está expandindo sua área de serviços de embalagens integradas à cadeia de suprimentos – ou contract packaging (co-pack) – no Brasil. A meta é, até 2020, triplicar o setor, que contribui significativamente para a receita mundial da empresa, que administra cerca de 180 operações. No Brasil, já são três clientes da área de consumo, além de mais dois em processo de implementação.
“Queremos unir o nosso conhecimento e experiência na gestão de cadeias de suprimentos e operações logísticas com os serviços de packaging secundário, ou seja, preparação de ofertas, montagem de kits, displays de venda e outros formatos de embalar conjuntamente produtos acabados, a fim de reduzir o custo logístico total, aprimorar a qualidade e a agilidade da operação e, principalmente, alavancar os resultados dos clientes nos pontos de venda”, destaca Maurício Almeida, diretor de Operação da DHL Supply Chain Brasil e líder do projeto de expansão da área.

Empresa conta com 180 operações de co-pack no mundo

As novidades previstas incluem investir em treinamento da equipe, em esforços comerciais e de marketing e no desenvolvimento de um sistema de tecnologia da informação especializado. Além disso, a DHL vai lançar, em 2017, um Centro Multicliente de Soluções de Packaging Secundário, que será localizado no interior de São Paulo.
O centro atenderá a pequenas e médias empresas e trabalhos pontuais. Nele, os clientes irão compartilhar espaço e recursos para seus processos de embalagem. “Nosso projeto é ter um centro de distribuição que concentre operações que, isoladamente, não teriam escala suficiente para compensar o custo fixo. Pretendemos também incentivar a criação de kits com produtos de clientes diferentes e que eles compartilhem malhas de distribuição, reduzindo ainda mais o custo final da operação”, explica Almeida.
Segundo o executivo, no centro o cliente terá acesso a economia de escala. “Ou então ele pode decidir por simplificar sua cadeia logística, uma vez que esse serviço também pode ser realizado dentro da planta do cliente ou mesmo no CD da DHL, eliminado assim um trecho de transporte até um terceiro local, geralmente onde atualmente os serviços são efetuados”, diz.
A DHL realiza a montagem de diversos formatos, como displays, labeling, assembly, kitting e bagging. “Essa é uma prática comum no Brasil, mas que tende a crescer para superar a retração atual do consumo. Queremos auxiliar nossos clientes nessa estratégia, mantendo ou reduzindo seus custos operacionais. É importante lembrar que a embalagem promocional representa, em média, cerca de 9% do custo total do produto. Logo, qualquer redução ou aumento de custo impacta diretamente sua competitividade”, completa o diretor.


Santos Brasil entra no Novo Mercado da Bolsa de Valores

Segmento é dedicado a empresas que adotam as melhores práticas de governança corporativa

A Santos Brasil finalizou, neste mês de agosto, o processo de migração para o Novo Mercado da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBovespa). Assim, as ações da empresa passam a ser negociadas no estágio mais avançado de governança corporativa da bolsa.
Com isso, a Santos Brasil passa a fazer parte de um seleto grupo de empresas que adotam, voluntariamente, práticas de governança corporativa adicionais às exigidas pela legislação brasileira. Essas práticas incluem a implementação de um conjunto de regras societárias que ampliam os direitos dos acionistas minoritários e de uma política de divulgação de informações mais transparente e abrangente.
Com a entrada no Novo Mercado, os acordos de acionistas assinados em 2007 deixarão automaticamente de vigorar e todos os litígios existentes entre os signatários estarão extintos. Também deixa de existir o grupo de controle que os acordos formavam e todos os acionistas passam a ter os mesmos direitos, podendo votar igualmente sobre todas as matérias discutidas nas assembleias da empresa. A migração dá mais poder aos minoritários e eleva a segurança jurídica desses acionistas ao nível máximo da BM&FBovespa.
Santos Brasil

Terminal de contêineres da Santos Brasil no Porto de Santos
Ao ser listada no segmento mais elevado de governança corporativa da bolsa, a empresa tem sua percepção de risco reduzida e ganha ainda mais confiabilidade do mercado. Esse reconhecimento leva a um maior interesse dos investidores por suas ações e à consequente valorização e aumento da liquidez dos seus papeis, além de impactar na capacidade de a empresa de obter recursos financeiros a taxas melhores.
A migração para o Novo Mercado acontece em um momento importante para a Santos Brasil, que se prepara para investir R$ 1,3 bilhão no Tecon Santos, localizado no Porto de Santos (SP). O projeto possibilitará adequar a infraestrutura do terminal ao tamanho dos novos navios que passarão a frequentar o complexo portuário, atendendo de maneira eficiente a demanda prevista a partir de 2019 e contribuindo com a competitividade de seus clientes.


A Hora da Cabotagem


A Hora da Cabotagem está em sua 4ª edição e desta vez o Guia Marítimo propõe debates bastante específicos com os principais players do mercado, que vêm mostrar, de maneira prática e ilustrativa:

O que a Cabotagem pode fazer pelo seu negócio

Data: Dia 15 de setembro de 2016
Local: No hotel Meliá Paulista Business & Convention, em São Paulo 
Formato: Serão 04 painéis distribuídos ao longo do dia, com debates e temas práticos.  
Inscrições: Clique aqui
Dúvidas? Envie um email ou ligue +55 11 3815-9900

Embarcadores de cargas encontram armadores, terminais, portos e agentes, aproveitando o momento precioso para discutir, passo a passo, tudo o que é necessário para que a CABOTAGEM promova competitividade e eficiência para as operações logísticas. 


A revolução do mundo do transporte


O mercado logístico se surpreendeu com uma notícia inusitada, recém-divulgada. Uma empresa brasileira lançou o primeiro conjunto de sistemas em nuvem para todo o departamento de expedição logística de embarcadores e para a contratação de fretes, com o novo conceito de “estrutura de transporte de carga compartilhada”, aberta a todo o mercado. Chama a atenção, ao anunciar títulos de crédito que totalizam R$ 5 milhões para 100 empresas brasileiras custearem o seu primeiro ano de experiência com a nova tecnologia.
Segundo o mentor do projeto, Luciano Lima, o mercado de transporte de carga está vivendo uma transformação tecnológica intensa e a velocidade dessa revolução está sendo embalada pela redução de custo, gerada pelas inteligências artificiais, em ambientes de compartilhamento e colaboração.
A solução inclui diversos sistemas, inclusive, o roteirizador, o sistema de rastreamento de remessa, os sistemas de cotação, concorrência, leilão e oferta de frete para agregados autônomos, e a gestão de resultados operacionais e financeiros. A segunda surpresa é que os clientes que não atingirem os objetivos de redução de custo terão os seus investimentos devolvidos. A garantia de redução de custo logístico e o novo conceito de transporte de carga compartilhado chama a atenção do mercado nesse momento de crise, em que o País está mergulhado.
O mercado de transporte de carga, no Brasil, apresentou números preocupantes, em 2015: 36,4% dos empresários do setor dispensaram transportadores autônomos de carga agregados e 79,1% tiveram de demitir funcionários, conforme dados de 2015, apresentados pela última sondagem econômica, realizada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT).
O conjunto de sistemas em nuvem, que está dando o que falar, pertence a uma empresa do Grupo Vision e está disponível no site www.negocioslogisticos.com.br. A solução custará cerca de R$ 30 mil fixos por ano, acrescida de tarifas variáveis que superam esse valor. Para saber como conseguir um título de crédito que poderá custear o seu primeiro ano de experiência com a tecnologia, entre em contato pelo e-mail expansão@negocioslogisticos.com.br ou telefone (11) 3136-0243.

Fonte: Revista Mundo Logística


TranspoTech recebe prêmio de melhor pós-vendas do Brasil da Linde Still, líder mundial em empilhadeiras elétricas

É catarinense a vencedora do programa Top Service, que reconhece o melhor serviço entre os 46 centros de serviço autorizado da marca líder mundial em empilhadeiras elétricas: a Linde Still. A TranspoTech, que tem sede em Blumenau (SC) e unidades em Joinville (SC), Curitiba (PR) e Nova Santa Rita (RS) recebeu a premiação na última sexta-feira (12).
A companhia foi fundada há 15 anos e atende todo o Sul do país através de 200 colaboradores – 120 deles são técnicos que atendem aos chamados de suporte em até 48h através de carros-oficina. Além da locação de empilhadeiras, a TranspoTech também efetua vendas das máquinas. Atua com as marcas Linde Still, ambas do Grupo Kion. Cerca de 30 mil unidades já foram comercializadas no Brasil.
Para Ricardo Oribka, fundador da empresa, esta é uma conquista que deve ser dividida e comemorada com todos os colaboradores. “Já tínhamos recebido o destaque na área de vendas. Faltava esse reconhecimento como melhor pós-vendas da América Latina. Isso é resultado de um trabalho que envolve dedicação e foco no relacionamento duradouro e saudável com os nossos clientes”, comenta.
O executivo destaca ainda o orgulho por trazer esse prêmio para o Sul do país. “A Linde Still, como líder mundial e multinacional, nos traz a inspiração necessária para seguirmos investindo. Estamos muito orgulhosos de trazer este resultado para a TranspoTech, para a nossa região e para os nossos clientes”, destaca Ricardo.

Fonte: Logweb

Giga contrata 40 trabalhadores nesta segunda-feira

A nova unidade do atacadista Giga realiza nesta segunda-feira, dia 22 de agosto, a partir das 8h30, o processo seletivo para a contratação de mais de 40 pessoas com disponibilidade para trabalhar das 14h40 às 23 horas, inclusive aos finais de semana.
As vagas são para cargos operacionais nos setores de estoque, mercearia, caixa, prevenção e perdas, hortifrúti e carga e descarga.
Para as vagas são exigidas ensino médio completo, disponibilidade para horário da tarde e para trabalho aos finais de semana e feriados (em escala 6×1).
Os interessados devem comparecer na Rua Zuferey, 140, Jardim Cica – Jundiaí, com CTPS, portando currículo e documento com foto, no dia 22 de agosto, das 8h30.

Confira as vagas disponíveis, também para PcD: 

Repositores
20 vagas 
Operador de Empilhadeira
01 vaga
Fiscal de Prevenção
06 vagas
Empacotador
08 vagas
Operador de caixa
10 vagas
Auxiliar de caixa
01 vaga

Fonte: Logweb

Latam Cargo amplia seu terminal de cargas no Galeão

Empresa investiu R$ 1,7 milhão em melhorias e na expansão da unidade

A Latam Cargo Brasil, unidade de cargas do Grupo Latam, inaugurou, na última segunda-feira, dia 15 de agosto, a ampliação de seu terminal de cargas localizado no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim (RJ), o Galeão. A empresa investiu R$ 1,7 milhão na expansão da estrutura, que passou de 1.196 m² para 2.013 m². Além disso, a área operacional passou de 642 m² para 1.460 m².
O objetivo da Latam Cargo com a novidade é aumentar a agilidade e a qualidade dos serviços prestados no terminal, que possui capacidade para receber mais de 8.700 toneladas de cargas por ano. O novo espaço também deverá reduzir o tempo no atendimento para os embarques e desembarques das cargas, passando de duas horas para apenas uma hora, o que resultará em um incremento na quantidade de cargas captadas. A expectativa é que a movimentação cresça em torno de 5%.


As principais mercadorias que passam pelo local são produtos farmacêuticos, eletrônicos, bebidas, animais vivos, equipamentos radioativos para uso hospitalar, confecções e peças de automóveis. Graças à evolução da infraestrutura do terminal, os serviços de coleta e entrega porta-a-porta prestados pela empresa também devem ser expandidos.
Dentre as melhorias nas instalações estão uma maior delimitação para a área de cargas, eliminando qualquer risco de contaminação de superfícies e estacionamento e docas para aprimorar o atendimento aos clientes de grande porte, além de rampas e equipamentos para o recebimento de mercadorias levadas em veículos de pequeno porte. Os colaboradores da empresa ganharam ainda uma área de refeitório e de vestiário mais confortável.
“Esse novo terminal de cargas, com o incremento da infraestrutura e da qualidade dos serviços, segue a nossa estratégia de seguir investindo mesmo em momentos de crise. Estou certo de que vamos estar muito melhor posicionados quando a crise passar – e toda crise passa – e nós estaremos prontos para atender o natural crescimento da demanda”, analisa o diretor-geral da Latam Cargo Brasil, Luis Quintiliano.


Original Logística recebe certificação de Operador Econômico Autorizado

Programa da Receita Federal reconhece empresas que apresentam excelência em suas operações

 
A Original Logística conquistou a certificação de Operador Econômico Autorizado (OEA) da Receita Federal do Brasil. O programa OEA visa garantir que as empresas adotem as melhores práticas em todas as etapas dos processos de importação e exportação, diminuindo a burocracia e aumentando a transparência da cadeia logística.
Segundo Cesar Desiderio, diretor da Original Logística, para a empresa é muito importante seguir o que o mercado exige e manter a política de qualidade. “A certificação OEA como agente de carga – e em andamento a certificação de despachante aduaneiro – vem confirmar que estamos aumentando a qualidade, a segurança e a confiança em nossas operações de forma consistente, sempre com transparência e comprometimento com os processos de nossos clientes”, destaca o executivo.
Entre as vantagens competitivas de ser um OEA estão beneficiar-se de acordos de reconhecimento mútuo firmados pelas autoridades alfandegárias com outros países, maior facilitação no comércio internacional legítimo e confiável, atrair novos investidores, garantia no aumento de segurança nas operações, aprimoramento dos controles aduaneiros por meio da gestão de risco e fortalecimento da marca e da imagem da empresa.


Ministério estuda concessão de BR 232 e BR 101

 O Ministério dos Transportes terá os estudos técnicos para viabilizar a concessão para a BR-232 e da BR-101 com o Arco Metropolitano. Mais de 20 empresas se mostraram interessadas em assumir a gestão de construir ou recuperar as estradas, mas precisam apresentar a forma contábil de tirar do papel. Segundo o ministério, os estudos propostos vão balizar o conceito da concessão e têm custo 100% pago pela empresa interessada, exceto a que mais se aproximar do projeto final. Neste caso, haverá ressarcimento.
Ainda não há prazo de duração da cessão das estradas para a iniciativa privada, mas estima-se pelo menos 20 anos, com consequente cobrança de pedágio. Para se ter ideia, são mais de 500 quilômetros de estrada, sendo o Arco o traçado mais esperado do total, principalmente por ter sido a contrapartida logística do estado para que a Fiat Chrysler implantasse o projeto bilionário da montadora Jeep na Mata Norte.
As empresas selecionadas receberam autorização para iniciar os estudos e tinham seis meses para entregar, na primeira autorização, ainda em 2015. O último prazo encerrou em junho, quando houve um novo adiamento, desta vez de 60 dias. O edital ainda não tem data para publicação, porque os levantamentos do setor privado precisam ser submetidos à avaliação com possível solicitação de ajuste do Tribunal de Contas da União e de audiências públicas. O edital para o leilão vem em seguida.
Os trechos do estudo são da BR-101 entre a divisa Paraíba e Pernambuco e a divisa de Pernambuco com Alagoas, incluindo o novo Arco Metropolitano do Recife (de Cabo de Santo Agostinho a Igarassu). Isso fará, por exemplo, a viagem de Maceió ao Recife passar por pelo menos um ponto de pedágio. O arco vem sendo discutida desde 2008. Esperava-se que a obra tivesse início neste ano, mas o governo federal decidiu incluir o traçado no plano de concessões. O projeto mais recente previa 77 quilômetros de rodovia expressa de 20 anos de vida útil. O orçamento para a concorrência é de R$ 1 bilhão (estimativa). A rota é uma alternativa à BR-101 Norte, única solução viária para escoamento de produção de mais de dez indústrias. Já a BR-232 será concedida do entroncamento com a BR-101 ao Cruzeiro do Nordeste.

Fonte: Logweb

Startup traz conceito de economia colaborativa para o serviço de entregas

Aplicativo Eu Entrego conecta pessoas e empresas à comunidade de entregadores independentes


O transporte é um dos maiores gargalos do Brasil. Porém, ao mesmo tempo em que muito se discute, poucas são as ações efetivas para a melhora desse serviço. Com uma iniciativa inovadora e a missão de revolucionar o sistema de entregas brasileiro, nasce o Eu Entrego, um aplicativo que conecta pessoas e empresas à comunidade de entregadores independentes, oferecendo uma alternativa fácil, flexível e de baixo custo para levar ou trazer qualquer coisa, de qualquer lugar, 24 horas, sete dias.
“Queremos apresentar uma solução para questões logísticas, fazendo com que pessoas comuns possam realizar entregas durante o seu percurso normal, indo ou vindo do trabalho, faculdade, casa etc”, explica o CEO e cofundador do Eu Entrego, João Paulo Camargo.
O projeto nasceu após seis meses de concepção e o recebimento do investimento de R$ 1 milhão. “Nossa meta é ser a maior empresa de entregas do Brasil sem frota de veículos e empregados. Apostamos no conceito de economia colaborativa, um modelo de negócios que vem revolucionando o mercado, com cases como Uber, Airbnb, entre outros, e deve movimentar mais de US$ 100 bilhões em todo o mundo até 2020”, explica Camargo.
A expectativa do aplicativo é realizar até o final do ano mais de 5.000 entregas por mês e estar presente nas principais capitais do País.

Como funciona
Um usuário do app solicita uma entrega. Para isso, descreve o que deseja entregar (não há restrição de itens), indicando o tamanho e o peso da encomenda, inclusive, com a opção de postar foto. Feito isso, ele define o local e a data de retirada do objeto, bem como o prazo de entrega e o endereço final. Por fim, indica o quanto pretende pagar por esse serviço.

O processo de entrega
O Eu Entrego, então, repassa a oferta aos entregadores mais próximos, que podem aceitar ou negociar o valor da demanda. É um mercado aberto, não existe valor mínimo de cobrança, mas, como referência, as entregas via aplicativo são, em média, 15% mais econômicas do que as realizadas com motoboys tradicionais ou Correios.
A partir da hora que o acordo é selado, o usuário define o prazo e passa a ter uma visão completa da localização do entregador, que também pode ir reportando cada passo. Ao final, o pagamento é finalizado dentro do próprio app, via cartão de crédito, de forma prática e segura”, explica Camargo.
As entregas são realizadas da forma mais cômoda ao entregador, seja de carro, bicicleta ou, até mesmo, a pé.

O aplicativo
O app pode ser encontrado na versão usuário na App Store, da Apple, ou na Google Play, do Android. Já a versão do entregador, no primeiro momento, só está disponível para dispositivos Android.
Para garantir a melhor experiência, há a avaliação sobre o entregador, que, por sua vez, também pode fazer comentários sobre o usuário.

Quem entrega?
Para se tornar um entregador no aplicativo, o Eu Entrego faz uma extensa pesquisa sobre o candidato, que precisa ter ficha limpa. “Verificamos a veracidade das informações e antecedentes dos entregadores, a fim de garantir total segurança no processo de coleta e entrega de remessas”, afirma Camargo.
Os entregadores independentes podem ganhar até R$ 3.000,00 por mês, com a liberdade de carga horária. “Buscamos o perfil de pessoas que procuram um complemento de renda ou atuam de forma autônoma e pode ser um trabalho ideal para estudantes, taxistas e aposentados”, conclui o CEO.

Fonte: Revista Mundo Logística

E-commerce, redes sociais e marketing digital, com o foco em logística, serão temas de palestras na Movimat

Digitalize-me ocorrerá no espaço da Ilha do Conhecimento, que oferecerá capacitação profissional gratuita


Com a proposta de estimular a cultura do empreendedorismo digital e levar conhecimento sobre o mundo digital para os profissionais de logística, a Movimat – Salão Internacional da Logística Integrada, em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), promove a edição paulista do Digitalize-me. O evento será nos dias 20 e 21 de setembro e faz parte da programação da Ilha do Conhecimento.
O Digitalize-me contará com palestras gratuitas e debates sobre e-commerce, marketing digital e redes sociais, com o foco em logística. A programação completa das palestras está disponível no site: expomovimat.com.br/Eventos-Simultaneos/Ilha-do-Conhecimento/ .
“As redes sociais, comércio eletrônico e ações de marketing digital têm sido fundamentais para o aumento das vendas e a qualidade de atendimento nas empresas, inclusive, para o setor logístico, considerado um dos gargalos no e-commerce brasileiro. Os custos operacionais, a falta de mão de obra e a infraestrutura precária contribuem para que tenhamos o baixo nível de serviço e preços caros”, exemplifica o presidente da ABComm, Maurício Salvador.
De forma inevitável, os consumidores começam a utilizar a internet não apenas como um canal de compras, mas também como um canal de reclamações, o que, muitas vezes, pode causar sérios arranhões na imagem de uma empresa, independentemente de seu porte. “Isso sem falar nos mais de 53 milhões de e-consumidores brasileiros, que já optam por comprar diversas categorias de produtos pela internet, comprometendo o fluxo de vendas, principalmente, das empresas regionais, unicanais, presentes apenas fisicamente, seja em lojas de ruas ou shopping centers”, afirma Salvador.

Digitalize-me
O Digitalize-me é um projeto itinerante, idealizado pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, que promove debates e palestras em todo o País. O evento une iniciativas comerciais e acadêmicas, com o objetivo de estimular a cultura do empreendedorismo digital, atrair novas empresas para o comércio eletrônico e redes sociais, levar conhecimento sobre o mundo digital para as empresas, desenvolver habilidades de comunicação digital, manter as empresas competitivas, por meio de estratégias digitais, e criar a cultura de uso das novas ferramentas 2.0

Serviço
Movimat – Salão Internacional da Logística Integrada
Data: 20 a 22 de setembro de 2016
Horário: Das 13h às 20h
Local: Expo Center Norte – Pavilhão Branco
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme, São Paulo


Grupo Pão de Açúcar promove a 5ª edição do Top Log

Projeto certifica as transportadoras que prestam serviços para a companhia em busca de melhoras contínuas nos níveis de serviço

O Grupo Pão de Açúcar (GPA) realizou dia 11 de agosto, a 5ª edição do Top Log, programa de certificação anual criado pela companhia para identificar os prestadores de serviço de transporte que mais se destacaram. O reconhecimento foi concedido a 25 transportadoras de sete estados brasileiros, além do Distrito Federal.
São elas: Aroaldo Ismael Horta, Badu, Braúna, CBM, Celso’s, Cisne Branco, Constelação, Fernandini, Five, Jakmi, Lemar, Renari, S. da Costa Neto, Santos Muniz, SP NSB, Terrapar, Trans Sedan, Transgenuino, Translucas, Galvão Neves, Print, Transparaná, A. L. Correia, Aquino e Uilian de Oliveira Júnior.
O objetivo do programa é promover a melhoria contínua dos níveis de serviço, levando a um abastecimento adequado das lojas e a uma experiência de compra satisfatória para os clientes.  “O Top Log existe para estimular o aprimoramento de cada uma das transportadoras”, explica Edison Sales Junior, diretor de Operações do GPA.
O executivo conta que os níveis de serviço apresentam uma média de 97,5%. Além disso, o índice de ocupação dos veículos das transportadoras atualmente é de 80%. “É um índice bastante alto, e percebemos que as transportadoras estão bastante preocupadas em melhorar cada vez mais nesse quesito. Nosso desafio agora é chegar a 85%”.
“O grande mote do Top Log é fortalecer a parceria com as empresas. Lidamos com transportadoras grandes e também pequenas, cada uma delas com suas características específicas. O que nós pudemos perceber nesses cinco anos é que as pequenas estão buscando se estruturar cada vez melhor, e as grandes, que já são bem estruturadas, estão preocupadas em buscar cada vez mais produtividade, que também é outro ponto chave”, analisa Sales.
A atuação das transportadoras é avaliada durante todo o ano por uma equipe multidisciplinar da diretoria de Logística do GPA a partir de métricas compartilhadas com as empresas. Ao final de cada ciclo, o prestador de serviço recebe um relatório com os pontos de destaque e aqueles que precisam de ajustes, para que possam ser trabalhados.
Dentre os itens considerados pelo Top Log estão cumprimento dos horários de entrega, higiene da frota, conduta dos profissionais envolvidos, manutenção dos pneus, capacidade de adequação da frota e ações de sustentabilidade, como descarte adequado de óleo e controle de emissão de poluentes.
Ao todo, o GPA trabalha com 97 transportadoras cadastradas. “Para o próximo ano teremos algumas mudanças, para deixar o programa ainda mais atrativo para as empresas transportadoras”, revela Sales, explicando que em 2017 haverá um ranking de cinco empresas e também premiações por região.