Novo parceiro internacional Infologis - Blog Loypro

                                                                       Blog Loypro


Nace con el propósito de divulgar el perfil y las capacidades del autor, expresadas a través de sus conocimientos, opiniones, descubrimientos, casos prácticos, libros y otro material formativo, que derivan de su dilatada experiencia práctica en el campo de los operadores logísticos.
El diseño, la gestión de operaciones y la búsqueda de la máxima productividad son los ejes principales sobre los que giran los contenidos.
Los resultados se logran por aplicación del conocimiento.
Se invita a visitarlo a todo aquél que quiera contrastar ideas, ampliar conocimientos, o que necesite ayuda para aumentar la productividad de su logística.


                                                                      Blog Loypro

Criado com o objetivo de disseminar o perfil e capacidade do autor, expressa através de seus conhecimentos, opiniões, descobertas, estudos de caso, os livros e outros materiais educativos, derivado de sua vasta experiência prática no campo de operadores logísticos.
O design, gestão de operações e na busca de máxima produtividade são os principais eixos sobre os quais giram em conteúdo.
Os resultados são obtidos por aplicação do conhecimento.
São convidados a visitar quem quer comparar idéias, ampliar o conhecimento, ou que precisa de ajuda para aumentar a produtividade de sua logística.



Chip promete reduzir burocracia e agilizar transporte de cargas no Brasil


Além da infraestrutura precária, tem o excesso de burocracia. Agora, uma tecnologia que começa a ser testada esta semana promete acabar com o excesso de apelada para a liberação de cargas. Um chip vai informar todo o trajeto dos contêineres.O lacre eletrônico foi desenvolvido por pesquisadores, pela indústria e pelo governo para reduzir a burocracia e cortar custos. O Bom Dia Brasil acompanhou os testes.
Em Lins, interior de São Paulo, a carne na esteira do frigorífico é preparada para enfrentar uma longa viagem dentro e fora do Brasil.
A primeira parada é a 500 quilômetros, no Porto de Santos. A documentação é analisada pelo Vigiagro, um setor do Ministério da Agricultura, e pela Receita Federal. O percurso todo é uma maratona: são 11 horas de estrada, muita burocracia e filas até onde a vista alcança.
O Brasil perde mais de R$ 160 bilhões por causa de problemas de logística, R$ 13 bilhões só com falta de estrutura nos portos. Mas um aparelhinho do tamanho de uma unha pode deixar esta conta mais barata.
A nova tecnologia foi desenvolvida por pesquisadores da USP de São Paulo para dar mais rapidez ao desembaraço das cargas que são exportadas do Brasil. Os testes foram feitos nos portos de Santos, em São Paulo, e Navegantes, em Santa Catarina.
“Nós bolamos um lacre eletrônico que vai no contêiner, com as informações sobre o que está dentro do contêiner, tipos de carnes e tal”, afirma o professor Eduardo Mario Dias.
O chip é uma espécie de RG e fica no lacre. Cumpre o que hoje é feito por um calhamaço folhas de papel, levadas pelo caminhoneiro. Enquanto o contêiner é lacrado, o funcionário cadastra a carga no sistema, e em Santos as informações aparecem nos computadores do Vigiagro. “A gente abre o certificado sanitário, confere as suas informações”, afirma o fiscal.
O Bom Dia Brasil acompanhou dois contêineres. Um deles vai passar pelo processo tradicional, o outro pelo sistema novo. Em um, carne enlatada que vai para a Turquia. Em outro, carne que vai para a Venezuela, esse tem um lacre com chip.
A primeira checagem é no pelo processo manual. O contêiner branco é registrado com um telefone celular que tem o aplicativo do sistema. Na hora, o programa indica qual é a situação da carga. Já o trâmite do primeiro contêiner ainda terá longos dias pela frente.
Logo cedo, o motoqueiro retira os papeis e leva para o despachante, que organiza a documentação. No Vigiagro, a papelada entra em uma fila. Enquanto isso, centenas de caminhões tentam chegar ao porto.
A avenida portuária que dá acesso aos terminais no Porto de Santos tem fila de caminhão dos dois lados. “Sem dormir, sem comida para comer, sem banheiro para usar, sem nada”, reclama um caminhoneiro.
O dia termina sem notícias do processo. A liberação veio só no dia seguinte, 46,5 horas depois do lacre na carga. No caso do contêiner branco, o tempo foi de uma hora e 28 minutos. Uma eficiência necessária para o Brasil.
O país ficou na última colocação em um ranking recente que avaliou a competitividade dos portos de 14 países. Estamos atrás de Argentina, Polônia e Colômbia.
“Nós precisamos conjuntamente minimizar o mais rápido possível a média que um produto leva para ser exportado”, afirma o presidente da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne, Antonio Jorge Camardelli.
“Nós temos que buscar agilizar e melhorar a nossa logística, a nossa infraestrutura, para adequar a grande produção que estamos tento. Acredito que até o fim do ano nos teremos esse lacre eletrônico em todos os portos brasileiros”, diz o ministro da Agricultura, Antonio Andrade.
O escritório do Vigiagro em Santos deve recuperar seus corredores, hoje lotados dos processos aprovados. Estima-se que no ano passado foram produzidas 300 mil folhas de arquivo. Com esse novo sistema, toda essa papelada vai perder a função e vai desaparecer.

Fonte: G1

Dicas simples para não se complicar com a logística no e-commerce

A logística é um dos pontos mais cruciais no e-commerce. Não somente as promoções, o preço baixo, a variedade de produtos e o atendimento são responsáveis por auxiliar no crescimento da loja virtual. É a logística que, muitas vezes, pode definir a imagem que o consumidor terá da sua marca: um produto entregue antes do prazo traz maravilhas ao cliente, enquanto uma entrega atrasada gera tanta, ou mais, dor de cabeça ao lojista do que ao usuário.
 
E, para pontuar e auxiliar nos principais desafios da Logística, o Projeto E-Commerce Brasil, oferecido por iMasters, IBOPE e-commerce e Developer Buscapé Company, criou algumas dicas simples que todas as lojas virtuais podem seguir ou, ao menos, refletir:

Parceiro logístico - Esse é o primeiro passo de uma grande decisão para a sua operação, a escolha de quem realizará suas entregas. Grande parte das lojas virtuais utiliza os correios, além de também contar com empresas especializadas em logística. Mas existem alguns passos essenciais para lhe auxiliar nesse processo de escolher o parceiro: faça a cotação com mais de uma transportadora; tenha um bom relacionamento com transportadoras de qualidade; verifique os procedimentos de coleta e entrega; prefira transportadoras com rastreamento de cargas; e consiga tabelas de frete de fácil compreensão e que ajudem no dia-a-dia.
 
Centro de Distribuição – Aqui entra a necessidade de contar com um eficiente BackOffice. É no armazém que a logística deve ser capaz de receber, gerenciar o estoque em tempo real e repor racionalmente cada item mostrado no catálogo da loja, tudo em um curto espaço de tempo, de cerca de 24 horas, para separação, embalagem e expedição. Todo esse processo realizado corretamente poderá garantir a entrega dentro do prazo.
 
Monitoramento - O cliente sempre cria grandes expectativas quanto ao andamento do pedido. Permita que o consumidor possa monitorar o pedido, informe constantemente o status e, claro, também contate-o, seja por e-mail ou SMS, sobre a conclusão da entrega, deixando-o mais tranquilo. Se algum problema ocorrer durante o período, avise. A transparência é essencial para manter um bom relacionamento.
 
Prazos realistas – Aqui talvez seja um ponto extremamente importante. Afinal, muitas lojas acabam prometendo o que não podem cumprir. É essencial que os prazos sejam efetivamente realistas, é preciso tomar cuidado para não indicar prazos menores só para atrair o cliente e entregar com atraso. Outro ponto é tomar cuidado com as “Entregas Expressas”, uma vez que prometer e não cumprir os prazos de entrega é um fator que gera desgaste junto ao consumidor, ainda mais em situações em que ele pede uma entrega expressa.

Fonte: www.ecommercebrasil.com.br

Acesso gratuito à edição da Revista Geração Sustentável sobre Logística Reversa

Posted: 27 Apr 2013 05:45 AM PDT
Matérias:

- Capa: 2013: O ano da Logística Reversa
- Entrevista: Marina Silva
- Visão Sustentável: Cativa Natureza – beleza de forma sustentável
- Tecnologia e Sustentabilidade: Parana Metrologia – Da teoria para a prática
- Responsabilidade Social Corporativa: (Cpce Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial) Realização de 2012 e Projetos 2013
- Desenvolvimento Local: A sustentabilidade como inspiração (WTC)
Artigos:
- Artigo: O “Pibão” da Presidenta Dilma (Jerônimo Mendes)
- Artigo: O Marketing e o ciclo de vida sustentável de produto (Hugo Weber Jr)
- Artigo: Turismo Sustentável – Have you heard about it? (Rosimery de Fátima Oliveira)




Fonte: Blog Logística  Reversa e Sustentabilidade

Notícias Blog Logística Reversa e Sustentabilidade

Posted: 30 Apr 2013 07:39 AM PDT
Venha a Portugal conhecer as mais avançadas e certificadas usinas de reciclagem do país, 13 exemplos de sucesso para o tratamento de resíduos específicos, práticos e viáveis para o Brasil:
  • vidro
  • plásticos mistos
  • veículos em fim de vida
  • pneus usados
  • resíduos de produtos eletroeletrônicos e seus componentes
  • embalagens de plástico (PEAD, PEBD e PP)
  • embalagens de papel e cartão
  • solventes
  • óleos alimentares usados
  • óleos lubrificantes usados e resíduos marítimos/MARPOL
  • metais
  • baterias de veículos usadas
  • resíduos de construção civil
  • lâmpadas
Serão 13 Visitas Técnicas que pretendem dar a conhecer detalhadamente a forma de funcionamento de usinas de reciclagem, a solução adotada em função das necessidades, a tecnologia escolhida, os principais equipamentos e aspetos operacionais e de manutenção.

Agenda: de 21 a 27 de Julho de 2013. Aproveite ainda para conhecer cidades históricas de Portugal.

MANIFESTE JÁ O SEU INTERESSE - CLIQUE AQUI

Para mais informações: CLIQUE AQUI

Organização: Aboutmediabrasil

Apoios institucionais: ABREE. ABINEE, ABIPLAST, ABIVIDRO, SESCOOP/RJ, SINDIVERDE.
Posted: 30 Apr 2013 07:31 AM PDT
IV Fórum Internacional de Logística Reversa CLRB

15 e 16 de maio de 2013


Mercure Grand Hotel Parque Ibirapuera
Rua Sena Madureira, 1355, Ibirapuera - São Paulo

Realização: Conselho de Logística Reversa do Brasil


Programação - 15 de maio

7h - 7h30
Credenciamento

7h30
Embarque em ônibus executivo para visita e palestra de Logística Reversa na Indústria e Comércio Fox de Reciclagem e Proteção ao Clima Ltda.. Empresa de origem suiço-brasileira, atua na área de reciclagem de refrigeradores e eletroeletrônicos, adota tecnologia alemã de última geração e conta com instalações de alta eficiência e operações totalmente automatizadas. Atualmente, só existem duas destas instalações operando no Brasil, tornando esta visita uma oportunidade importante para todos os participantes do IV Fórum Internacional de Logística Reversa.

Retorno ao Hotel

13h - 14h30
Almoço.

14h30 - 15h10
Case a definir.

15h10 - 15h50
Case - Empresas GS1 e HP Brasil
"Sistema de Automação para Logística Reversa"
O caso apresenta a aplicação da tecnologia RFID na área da Logística Reversa. A informatização na Logística Reversa permitirá melhorar a agilidade nos processos, com a redução de erros e consequente redução de custos.
Palestrantes: Patrícia Amaral, assessora de Soluções de Negócios da GS1, representante da HP Brasil

15h50 - 16h20
Coffee Break

16h20 - 16h50
Painel Interativo entre os palestrantes dos Cases e o público.

16h50 - 17h50
Tutorial - "Diagnóstico de Logística Reversa"
O Conselho de Logística Reversa do Brasil (CLRB) apresentará o que pode ser aplicado em empresas de qualquer natureza com excelentes resultados, permitindo detectar oportunidades de expressivos ganhos oferecidos pela implantação da Logística Reversa eficiente.
Palestrantes: Equipe CLRB

17h50 - 19h
Coquetel

Programação - 16 de maio

8h - 8h30
Credenciamento e Welcome Coffee

8h30 - 8h40
Abertura CLRB

8h40 - 9h40
Palestrante Internacional - Jose Ramon Carbajosa, presidente da WEEE Fórum e da Fundación Ecolec
"Cenário da Gestão de Resíduos Sólidos de Eletroeletrônicos na Europa"
Reconhecido como uma das maiores autoridades na área de resíduos eletroeletrônicos da Europa, o espanhol Jose Ramon Carbajosa preside a instituição WEEE Forum, que coordena programas de gestão de resíduos eletroeletrônicos na Europa e ao mesmo tempo detém centro de know-how das técnicas e melhores práticas nessa área. Já a Fundación Ecolec da Espanha, da qual Carbajosa também é presidente, é uma das maiores empresas de gestão de resíduos eletroeletrônicos em atividade na Espanha..

9h40 - 10h20
Case - Empresas TGestiona e Operadora de Celular a confirmar
"Logística Reversa de Telefones Celulares"
Palestrantes: Reinaldo Rodrigues, diretor da TGestiona Brasil e palestrante a confirmar

10h20 - 10h50
Coffee Break

10h50 - 11h30
Case - Empresas Oxil-Estre e Xerox do Brasil
"Gestão Integrada de Resíduos Sólidos e Manufatura Reversa"
O caso apresenta uma inédita operação in house junto à empresa Xerox do Brasil, demonstrando soluções inovadoras de logística reversa que resultam em economia e eficiência relevantes para as empresas.
Palestrantes: Silvio de Souza Guimarães, coordenador de Meio Ambiente da Xerox do Brasil, Lucas Veloso, diretor da Oxil-Estre

11h30 - 12h30
Painel Interativo entre os palestrantes dos Cases e o público.

12h30 - 13h30
Almoço.

13h30 - 14h30
Palestrante Autoridade Nacional - Deputado Federal Dr. Arnaldo Jardim
"Cenário Brasileiro da Legislação, Política Nacional de Resíduos Sólidos"
"Engenheiro Civil, formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, Arnaldo Jardim, no exercício de seu segundo mandato como deputado federal, presidiu o grupo de trabalho parlamentar que formulou e aprovou a proposta da Política Nacional de Resíduos Sólidos, Lei n.º 12.305 de 2 de agosto de 2010. É também presidente da Frente Parlamentar Mista do Congresso Nacional em Defesa da Infraestrutura Nacional e membro titular da Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados e outras comissões. Foi deputado estadual por São Paulo por 4 mandatos, é autor da Lei que instituiu a Política de Resíduos Sólidos no Estado de São Paulo e Secretário de Habitação do Estado de São Paulo."

14h30 - 15h10
Case das empresas GM&C Logística e Umicore Brasil e fabricante de equipamentos a confirmar
"Solução Completa em Logística Reversa e Reciclagem de eletro-eletrônicos"
Os principais agentes da cadeia reversa de eletroeletrônicos apresentarão as soluções de Logística Reversa encontradas para obter a maior eficiência. Trata-se de ocasião única: todos os players de uma cadeia reversa reunidos em uma apresentação de alta relevância para o mercado.
Palestrantes: Marcelo Oliveira, diretor da GM&C Logística e Ricardo Rodrigues, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Umicore Brasil

15h10 - 15h40
Coffee Break

15h40 - 16h20
Case da empresa UPS (a confirmar)
"Logística Reversa na América Latina"
Este caso envolve a Logística Reversa de equipamentos eletroeletrônicos com gestão das operações de importação e exportação de peças e componentes para empresa cliente no âmbito da América Latina.
Palestrantes: Carlos Cezar Soares

16h20 - 17h
Case da Empresa Brasileira de Correios e Telégrefos - ECT
"Logística Reversa no e-commerce"
Palestrantes: Marco Antonio Bendin

17h - 17h40
Painel Interativo entre os palestrantes dos Cases e o público.

17h40 - 18h
Encerramento - Conselho de Logística Reversa do Brasil

Contato: Tel: 11 5505 0999 ou 11 2308 5292
Informações: CLRB

Fonte: CLRB

Boletim Tecnologística

 
 

 


 
 

Diretora da DVA Express visita o blog INFOLOGIS e declara que acredita que papel da mulher é fundamental para o setor de transporte

Para Antonieta Patrianii, disciplina e sensibilidade são diferenciais no trabalho feminino.


Diretora Geral da DVA Express, Antonieta Patriani

Com uma postura firme, a Diretora Geral  da DVA Express, Antonieta Patriani, destacou o papel da mulher no segmento do transporte. A executiva, que esteve visitando nosso blogue INFOLOGIS,  é o exemplo de que as mulheres tem espaço garantido em um mercado dominado por homens e mostra isso com seu trabalho desde a fundação da transportadora, em 1990.

Sempre buscando melhorar o sistema de distribuição, tanto no modal aéreo quanto no rodoviário, Antonieta cobra diariamente dos seus colaboradores  disciplina para atingir os objetivos, especialmente no cumprimento  dos regulares prazos de entrega, que caracterizam os serviços dados pela DVA EXPRESS.

“Sou uma pessoa muito disciplinada e cobro eficiência, eficácia e compromisso de todos os colaboradores que integram nossa equipe. Precisamos  ter o cliente como foco  para atingir os resultados esperados e até o momento tem dado certo”, afirmou.

Mulheres no transporte

A executiva defende a inserção feminina no setor de transporte. Segundo Antonieta, as mulheres são mais disciplinadas, tem a sensibilidade mais apurada e são capazes de desenvolver um trabalho tão bom quanto os homens.

Isso já é uma realidade na DVA Express, onde a maioria das funções administrativas é composta por mulheres. O setor administrativo é composto por profissionais que se dedicam a cobrança, fluxo de mercadorias, controle, vendas, distribuição e também na condução da frota.

Além disso, as mulheres também atuam na área operacional, muitas delas como motoristas. Para Antonieta, elas são mais caprichosas, organizadas.

“Elas tem comprometimento, além de um cuidado todo especial para conduzir o veículo e também na hora de coletar ou entregar a mercadoria e isso é um grande diferencial em um mercado competitivo como o de transportes”, concluiu.

Empresa premiada

A DVA EXPRESS orgulha-se por ter conquistado a certificação ISO 9001 em agosto de 2009, bem como as autorizações junto ANVISA. A empresa têm em seu portfólio os serviços rodoviário, aérea e logística de material promocional. No segmento rodoviário, a empresa opera atualmente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Já no modal aéreo os serviços da DVA estão disponíveis em todo o território nacional, sendo a filial de Manaus uma das mais importantes.
Informações
Matriz São Paulo, Travessa Manoel Preto, 41  São Paulo – SP
Contato: (11) 2319-2000
www.dvaexpress.com.br

Turma VIII do programa de Pós Graduação em Logística Empresarial na cidade de Maringá (PR).

A Interbusiness Treinamento em parceria com o Setcamar e Fetranspar abrem as inscrições para a Turma VIII do programa de Pós Graduação em Logística Empresarial na cidade de Maringá (PR).
O referido programa atende as exigências legais da Resolução 01/07 do CNE. A certificação deste programa é do ESAP – Instituto de Estudos Avançados e Pós Graduação e Univale. Este projeto é pioneiro em termos de Especialização em Logística da região de Maringa. 

As aulas terão início em 04/05/2013 sendo que os encontros serão quinzenais. Além das aulas o programa visa à integração da teoria x prática, através das atividades de visitação/encontros com profissionais/seminários e encontros dos profissionais da, o programa ETPL – Encontro Técnico dos Profissionais de Logística e o Road Show Técnico de Logística. Nossa visão é que neste formato iremos proporcionar o diferencial para nossos alunos já que conta com professores que atuam diretamente na área proposta no curso.

O programa é composto de 360 horas/aulas, sendo distribuídas em 30 encontros e 19 disciplinas. O quadro de docentes é composto por professores com titulação de Doutores/Mestres e Especialistas que atuam profissionalmente nas áreas relacionadas à Logística, Tecnologia da Informação, Produção e Gestão de Competências.

As aulas serão realizados no Centro de Treinamento Interbusiness em Maringá (PR), localizado na Av. Colombo, 5039 – Sala 11 – Ed. Meridional - Zona 07 (em frente a Fiat Sala).

Maiores informações poderão ser obtidas com o coordenador local do programa – Prof. Tarcísio Marcelo Menezes – (44) 8825-0690 – (44) 9991-5368 – tarcisio@interbusiness.com.br



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Fundo imobiliário GR Louveira conclui captação de R$ 107,3 mi para condomínio logístico

Empreendimento será localizado entre Campinas e Jundiaí, atendendo fabricantes de produtos de alto valor agregado

A incorporadora GR Properties concluiu a captação de R$ 107,3 milhões por meio do CSHG GR Louveira Fundo de Investimento Imobiliário que serão destinados à construção do condomínio logístico GR Louveira localizado a 70 quilômetros da capital paulista. O fundo é constituído sob a forma de condomínio fechado com administração e coordenação da corretora de valores Credit Suisse Hedging-Griffo e consultoria da GRE Realty.
O FII (Fundo de Investimento Imobiliário) investirá na construção do empreendimento que terá 61 mil m². É um fundo imobiliário de desenvolvimento, ou seja, o investidor irá aportar mensalmente ou bimestralmente e a obra será tocada de acordo com o fluxo de caixa. O condomínio logístico será construído a apenas 600 metros da rodovia Anhanguera em um trecho extremamente estratégico, entre os polos industriais de Campinas e Jundiaí.
O CSHG GR Louveira Fundo de Investimento Imobiliário tem como objetivo proporcionar aos seus cotistas a valorização e a rentabilidade em longo prazo. É destinado à aplicação de recursos por pessoas físicas e jurídicas, players institucionais e fundos de investimento. “A expectativa é que em março de 2014 o condomínio esteja pronto e alugado para começar a receber os aluguéis e distribuir receitas aos cotistas”, conta André Gavazza, gerente de incorporação da GR Properties. 

Fonte: Revista Mundo Logística

Lufthansa Cargo aposta no Brasil

Meta é movimentar 100 mil t por ano e a utilização de aeronaves maiores é uma possibilidade [...]

A Lufthansa Cargo anuncia que pretender ampliar o transporte aéreo realizado entre o Brasil e a Europa das atuais 80 mil toneladas para mais de 100 mil t anuais. Segundo o membro do Conselho Executivo da Lufthansa Cargo na Alemanha, Andreas Otto, a meta é atingir esse patamar em cinco anos.
O executivo revela que o País responde, hoje, por 44% da receita referente à importação e expo
rtação de carga transportada pela companhia na América Latina. Vale lembrar que a região como um todo representa 18% dos negócios da empresa aérea.
Algumas iniciativas já estão previstas a fim de reforçar as operações. Otto informa que no segundo semestre, por exemplo, dois dos cinco Boeings 777 F encomendados, entrarão em operação na malha. Não há previsão, contudo, de quando estas aeronaves serão incluídas na rota para o Brasil, mas há grande possibilidade de serem aplicadas rapidamente.
Isso porque, garante Otto, trata-se de uma aeronave mais adequada, pois, ao contrário do MD11, consegue fazer voos sem escala entre o Brasil e a Europa por ter maior autonomia e ser mais eficiente. O aumento de escala é imediato. Com as novas aeronaves, a capacidade por voo passaria das atuais 85 t do MD11 para 105 t do “Triple Seven”.
Para o diretor Regional da Lufthansa Cargo, responsável pelos mercados da América Latina e Caribe, Daniel Bleckmann, o grande desafio será planejar os voos para amenizar o impacto do desequilíbrio existente entre importação e exportação. De acordo com ele, a demanda é muito maior do exterior para o País do que na direção contrária. Ainda segundo o diretor, é por isso que a malha aérea contempla, entre as nove frequências cargueiras semanais, voos diretos entre Brasil e Europa e outros com escala em Manaus e Curitiba, em território brasileiro, ou extensão para Uruguai, Argentina, Equador e Colômbia.




Logística prejudica Brasil no mercado de grãos

Sem logística Brasil perde dos EUA em capacidade de armazenamento e escoamento da soja[...]

Rivais na produção de grãos, Brasil e Estados Unidos protagonizam disputa desigual pela liderança do agronegócio. E a logística – da disponibilidade de silos à escolha dos modais para escoar a safra – é o principal fator contra os brasileiros. O resultado é que, apesar de produzir com eficiência, o país não é estratégico na formação dos preços globais. Situação agravada com a falta de política agrícola que influencie os rumos do mercado de commodities, dizem analistas.
A logística para escoar a soja é exemplo da desigualdade. No Brasil, 82% da soja são transportados por rodovias, 16% por ferrovias e 2% por hidrovias; nos EUA, 15% são escoados por rodovias, 35% por ferrovias e 40% por hidrovias. Com economia de escala menor e más condições das estradas, o peso do frete no valor da tonelada de soja é bem maior aqui: 44%, contra 26% nos EUA.
- As rodovias são competitivas para distâncias de até 500 quilômetros, mas nossas carretas percorrem mais de dois mil quilômetros para levar a soja até o porto. Não garantimos economia de escala para diluir os custos fixos – diz Paulo Resende, coordenador do Núcleo de Logística da Fundação Dom Cabral.
Outro problema que o Brasil enfrenta é a falta de armazéns. A capacidade de armazenagem corresponde a 80% da safra. Nos EUA, é de 120%. Isso cria uma situação perversa, sobretudo no caso da soja. Como os EUA estocam o grão, conseguem controlar sua oferta no mercado e, assim, ser um país estratégico na formação de preços. A Bolsa de Mercadorias de Chicago, principal praça para comercialização de matérias-primas e referência internacional das cotações, reflete em grande parte o que acontece no mercado americano.
No Brasil, os produtores precisam escoar a produção rapidamente para que não apodreça, o que os leva a se submeterem a pressões da China, principal comprador da nossa soja. A suspensão de compra de dois milhões de toneladas de soja (6% do volume exportado em 2012) por uma trading chinesa mês passado, por causa do nó logístico, revela o poder de fogo asiático.
“não temos política”
Semana passada, o produtor e senador Blairo Maggi (PR-MT) foi à China, a convite da Associação Brasileira do Agronegócio, para estreitar relações com o governo e tradings do país e mostrar como o Brasil pretende melhorar a infraestrutura.
- Os EUA têm política agrícola. Usam estoques para influenciar a oferta dos grãos e, assim, o preço. O Brasil simplesmente atende a demanda, não somos estratégicos na formação de preços e não temos política para isso – diz o presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil, José Augusto de Castro.
Sem apitar na composição das cotações e com o caos logístico, os produtores de soja devem perder a oportunidade de ver a matéria-prima e os derivados galgarem um degrau na lista dos itens exportados. Hoje, o complexo da soja – grão, farelo e óleo – ocupa o segundo lugar da pauta, com US$ 25,8 bilhões exportados em 2012. Só atrás do minério de ferro (US$ 31 bilhões). A previsão da AEB era que o complexo atingisse US$ 32,5 bilhões este ano, mas está revendo a projeção.
O secretário de Política Agrícola, Neri Geller, rebate as críticas da falta de política agrícola:
- Não somos os EUA. Eles têm ferrovias, armazéns, e a produção está se estabilizando. Aqui, a produção tem crescido muito e a infraestrutura avança num ritmo mais lento.

Fonte: Luis Nassif, em : http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/logistica-prejudica-brasil-no-mercado-de-graos

Consumidor paga caro por problemas em estradas e portos do Brasil

Gargalos aumentam custo dos fretes, que chega a 10% do valor dos produtos

O transporte de cargas no Brasil sofre com diversos problemas nas rodovias, portos e ferrovias que prejudicam produtores e transportadores pelo País. No fim das contas, o maior prejudicado é o consumidor, que paga mais caro pelos produtos.

A conclusão é de um estudo recente do Inbrasc (Instituto Brasileiro de Supply Chain), que apurou que entre 9% e 10% do preço final das mercadorias correspondem aos gastos com frete. Caso os gargalos na infraestrutura fossem menores, haveria uma redução estimada de 2,63% em cima dessa porcentagem.

Na prática, o frete de uma geladeira de R$ 1.500 produzida em Manaus, por exemplo, sairia até R$ 150. Caso os problemas logísticos não existissem, o transporte custaria, em um cálculo estimado, a partir de R$ 95,55 — uma diferença de R$ 54,45 que deixa de ir para o bolso do consumidor.
A pesquisa da Inbrasc, realizada com empresas de transporte de cargas, revelou que 72% delas poupariam até R$ 2 milhões por ano se não houvesse os problemas de infraestrutura. 

De acordo com Henrique Gasperoni, diretor do instituto que conduziu o estudo, entre os problemas mais frequentes citados pelos entrevistados estão a falta de segurança nas estradas, a burocracia na fiscalização junto à receita federal e o excesso de taxas.

— Observamos que 13% das empresas perdem de R$ 2 milhões a R$ 5 milhões por ano devido aos problemas logísticos. É claro que esse valor não vira prejuízo delas. Ele é transferido ao consumidor, que tem de pagar a conta.
Correndo atrás do prejuízo
Rodovias malcuidadas, malha ferroviária escassa e portos despreparados são exemplos da falta de infraestrutura dos transportes de carga no Brasil. O congestionamento de caminhões a caminho do Porto de Santos, no fim de março, foi apenas uma amostra desse cenário caótico.

Na ocasião, os veículos formaram uma fila de 34 quilômetros para entrar no maior terminal portuário da América Latina, responsável pela movimentação no ano passado de 104,5 milhões de toneladas de cargas — 25,8 % de todas as trocas comerciais brasileiras em 2012.  

Com o acesso deficiente, os navios passam dias à espera do carregamento, os exportadores têm de arcar com custos extras e os importadores recebem com atraso as encomendas, reduzindo a competividade do Brasil no comércio internacional.

Para combater esse nó logístico criado por décadas de inércia administrativa, o governo federal anunciou, em 2012, o PNLT (Plano Nacional de Logística e Transportes), que traz uma série de diretrizes para o setor de transportes no País.

No mesmo ano foi criado o PIL (Programa de Investimento em Logística), um pacote de concessões baseado no modelo de PPPs (Parceria Público Privadas) que prevê estímulos ao investimento de R$ 212 bilhões nos diversos modais de transportes de carga nos próximos 25 anos (tabela abaixo).

De acordo com o programa, nesse período serão investidos R$ 42 bilhões para a duplicação cinco mil quilômetros de rodovias e R$ 91 bilhões para a construção de dez mil quilômetros de ferrovias — atualmente, a malha ferroviária brasileira tem cerca de 30 mil quilômetros.

Apesar dos números vultosos, o “PAC das concessões” precisa sair do papel. Um estudo da Contas Abertas revelou que, entre 2001 e 2012 cerca de R$ 50 bilhões aprovados pelo governo não foram investidos em rodovias, ferrovias, portos e aeroportos. 

O presidente da transportadora Veloce Logística, Paulo Guedes, vê com ceticismo os investimentos anunciados pelo governo e acredita que eles são insuficientes para contornar as dificuldades atuais.

— O maior problema é a realização na prática desse plano do governo. Além disso, vários estudos mostram que temos de investir muito mais, pelo menos o triplo.

Desafios

Neste cenário de novos programas para melhorar a infraestrutura de transporte de carga no Brasil, o governo terá pela frente inúmeros desafios.

Entre eles estão reduzir a dependência do transporte rodoviário, responsável por cerca de 60% da carga transportada no País, e ampliar a oferta de malha ferroviária, mais segura e menos poluente. Além, é claro, de aprimorar os terminais portuários, a principal porta giratória dos produtos que entram e saem do Brasil.

No ano passado, a safra de grãos foi a maior já registrada no País, com 166 milhões de toneladas. E as previsões do Ministério da Agricultura para este ano são ainda mais otimistas: uma produção de 183,5 milhões de toneladas que deverá gerar um valor bruto de R$ 305,3 bilhões e poderá colocar o Brasil, pela primeira vez, como o maior produtor de soja do mundo, à frente dos Estados Unidos.

Para explorar toda a riqueza dessa produção crescente, a melhoria da infraestrutura logística surge como uma providência cada vez mais inadiável — sobretudo diante de cenas como a dos caminhões enfileirados a caminho do terminal santista.


Fonte: Luiz Betti / R7 via Revista Mundo Logística

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Nos portos, há falta de infraestrutura e atrasos

A falta de infraestrutura no porto de Santos, o maior da América Latina, foi responsável por enormes problemas financeiros e logísticos em 2013. Até quem não entrou no porto pôde ver: os atrasos nos embarques geraram filas de caminhões na rodovia Cônego Domênico Rangoni, por onde os caminhões chegam ao porto.
A super safra de grãos agravou o problema, e os grandes congestionamentos duraram até meados de março. Mas o caminhoneiro Adalgirio chegou já no dia 18 de abril, e nem assim escapou completamente: ao chegar ao porto de Santos, depois de quatro dias de viagem desde Sorriso (MT), com o repórter do G1 Dhiego Maia de carona na boleia, era o 120º da fila.
Segundo a prefeitura de Guarujá (por onde os caminhões acessam o porto), algumas alternativas vêm sendo trabalhadas. A prefeitura pediu ao governo do Estado de São Paulo a recuperação da marginal da rodovia Cônego Domênico Rangoni, para que ela opere como via auxiliar, com uma faixa somente para caminhões de contêineres. (clique aqui para ver a reportagem completa)
Outra opção para minimizar os congestionamentos é a construção de um acesso provisório, com 600 metros de comprimento e 50 metros de largura, que ligaria a avenida Santos Dumont à rodovia Cônego Domênico Rangoni (veja imagem ao lado).
Como o terreno previsto para a obra (orçada em R$ 1,5 milhão) é particular – pertence às empresas Dow Química e Fassina – Estado e prefeitura não podem financiar as obras. Assim, empresas portuárias e retroportuárias que atuam na margem esquerda do porto de Santos decidiram custear a construção do acesso. O terreno, de 30 mil m², deverá ser desapropriado, mas só depois desse processo é que receberá uma obra definitiva.
No porto de Santarém (PA), o motorista Biro-Biro – acompanhado pelo repórter do G1 Glauco Araújo – teve mais sorte, e foi autorizado a descarregar as 48,1 toneladas de soja em apenas 31 minutos. Mas uma semana antes, foi mais difícil: foram 24 horas de espera, sinal de que ainda há trabalho a ser feito.
O G1 procurou a Secretaria Especial de Portos da Presidência da República para perguntar quais os planos para o porto de Santarém, mas não conseguiu retorno.
Neste domingo (21) o Fantástico mostrou que, por conta da falta de infraestrutura, o custo do frete no Brasil mais do que triplicou entre 2003 e 2011.